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6632565 O Caminho Do Visionario

6632565 O Caminho Do Visionario

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O CAMINHO DO VISIONÁRIO
Uma das primeiras coisas que os bebês fazem é cantar para eles mesmos.As pessoas fazem isso espontaneamente – um uso diferente da voz.Por “música” o devemos limitar-nos ao conceito de letra melodia, mas devemos entende-la como voz, enquanto voz, que é a deusa sânscrita VAK deusa da fala, da música, da linguagem e da inteligência.A voz, em si, é uma manifestação de nosso eu interior.
- Gary Snyder,
The real work 
Direção: LesteElemento: FogoCriatura: Criaturas do deserto e Criaturas sem pernasRecurso Humano: Visões Tipo de Meditação: CaminhandoEstilo de Vida: Correto posicionamentoCaminho Quádruplo: Dizer a verdadeBálsamo de Cura: CantoInstrumento: SinoEstação: Verão
 
DIZER A VERDADE, SEM CULPAR NEM JULGAR
Quando seguimos o caminho do Visionário somos capazes detornar a verdade visível. Entre as sociedades indígenas os visionáriospodem ser xamãs ou artesãos; mas o que é mais importante, essesgrupos sociais encorajam todos os seus membros a dizer e expressar averdade.O princípio que guia o Visionário é
dizer a verdade, sem acusar nem julgar.
Quando expressamos o Visionário interior, conhecemos ecompartilhamos nossos
objetivos criativos e nossos sonhos de vida,
agimos a partir de nosso
eu autêntico,
somos sinceros e
honramos as quatro maneiras de ver.
Objetivos Criativos e Sonhos de Vida
 Todas as culturas respeitam a importância da visionarização eseu poder de magnetizar, ou dar abertura ao esrito criativo. Oarquétipo do Visionário já se tornou conhecido de todos nós como algoque, em silêncio, mas sem descanso, não nos deixa esquecer de nossosonho ou propósito de vida.Como já assinalamos no caminho do Guerreiro, muitas culturasnativas americanas cultivam a crença de que cada indivíduo é umremédio original, único no planeta; portanto, é importante trazer para aterra o espírito criativo, o sonho ou o propósito de vida de cada um. Aomissão impede que a saúde alcance nossa vida familiar ouprofissional. Nossa missão é dar plena expansão aos nossos dons,talentos e recursos, e enfrentar os testes e desafios. Gandhi reconheceuessa simples verdade quando afirmou: Minha vida é minhamensagem.”.
Se não és bom para ti mesmo, como poderás ser bom  para os outros? 
-
Provérbio espanhol (Feldman,
A workd treasure) 
Autenticidade
Quando nos lembramos de quem somos, damos vazão à nossaautenticidade. Muitas vezes, no entanto, somos forçados, em tenraidade, a esconder nosso eu verdadeiro para sobreviver. A partir dedeterminado ponto, esse esconder-se torna-se desnecessário, emboraachemos difícil quebrar o hábito. Diariamente fazemos novas opçõesapoiados no eu autêntico ou no falso.Entre algumas culturas americanas, o termo Arco Sagrado ésinônimo de autenticidade, ou de estar ligado à própria espiritualidade.Esses povos afirmam que, sempre que somos nós mesmos, estamos “emnosso Arco Sagrado”; e quando voltamos ao que somos, “nos sentamosdentro de nosso Arco Sagrado”.
 
Ed McGaa, Homem Águia entre os índios Sioux Oglala, nos falaem seu
Rainbow tribe 
sobre o poder da cerimônia e do retorno ao eu: “OGrande Mistério é obviamente a Verdade. A proximidade que umapessoa pode atingir em relação à Harmonia do Criador decidioalcance de poder de uma cerimônia”.A maioria das tradições espirituais se refere a dois padrões quepodem nos arrancar de nosso Arco Sagrado, de nossa verdadeiranatureza. O psiquiatra Roger Walsh, em seu livro
Staying alive,
descreve-os como
 padrões de negação e padrões de indulgência.
 Todoser humano, independentemente de seu condicionamento cultural efamiliar, em algum momento, passa por essa experiência.Expressamos negação em nossas vidas quanto evitamosdeterminadas pessoas ou problemas, e quando vemos as coisas apenascomo queremos que elas sejam, em vez de aceita-las como são. Sobcada padrão de negação esconde-se o medo que temos de não sermoscapazes de lidar com os conflitos, e uma profunda e humananecessidade de manter paz, equilíbrio e harmonia a todo custo. Nanegação profunda, abandonaremos a nós mesmos para mantermos apaz, em vez de manifestar diretamente nossos sentimentos.Expressamos indulgência quando dramatizamos ou buscamossensacionalismo para nossas experiências. Quase sempre exageramosuma situação ou um problema para chamar atenção. Sob esse padrãoesconde-se uma grande necessidade de sermos aceitos e aprovados, queé comandada tanto pelo medo de não ser visto como pelo medo de servisto. As pessoas que fazem cenas têm ataques de raiva ou aumentamdesproporcionalmente as coisas; na verdade, m uma grandenecessidade de serem aceitas. Porque sentem pavor de seu própriosentimento de insegurança ou vulnerabilidade, utilizam-se do exagerocomo forma de escondê-los.É o Visionário quem sabe dissolver as polaridades e paradoxosque se encontram nos padrões de negação e indulgência. O poeta persaRumi, que vivem no século XIII (na tradução de Barks de
Open secret 
),descreve esse processo:Muito além dos conceitos de malfazer e bem-fazerExiste um campo,Lá te encontrarei.Podemos liberar a criatividade que existe em cada um de nós, sedeixarmos de lado os conceitos de certo e errado. Quando nosencontramos aptos a responder simà pergunta: Minhaautovalorização é o forte quanto minha autocrítica?”, estamostambém aptos para colocar nossa expressão criativa além dos padrõesde negação ou indulgência. Rumi sugere que o campo da criatividadeilimitada está sempre disponível quando nos mantemos vinculados ànossa autenticidade.
...
Eu estava vendo, de uma maneira sagrada, os contornos de todas as coisas em espírito, e a forma de todas as formas tal como devem viver, em conjunto, como um só ser. E vi 

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