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7189708 O Caminho Do Mestre

7189708 O Caminho Do Mestre

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O CAMINHO DO MESTRE
O verdadeiro domínio pode ser alcançado Quando deixamos que as coisas sigam seu próprio rumo.Não pode ser alcançado quando interferimos.
- Lao Tse,
Tao Te Ching 
(Mitchell)
Direção: OesteElemento: ÁguaCriatura: Criaturas da águaRecurso Humano: Sabedoria Tipo de Meditação: SentadaEstilo de Vida: Ritmo adequadoCaminho Quádruplo: Aberto aos resultadosBálsamo de Cura: SilêncioInstrumento: Varetas, ossosEstação: Outono
 
ESTAR ABERTO E NÃO PRESO AOS RESULTADOS
O caminho do Mestre permite o acesso ao recurso humano dasabedoria, e toda cultura apresenta conceitos tradicionais e o-tradicionais de educão. Quer se trate de um sistema escolarestabelecido, quer seja apenas um aprendizado, o processo de aprendere ensinar é universal.O princípio que guia o Mestre é
estar aberto aos resultados e não  preso a eles.
O Mestre possui
sabedoria,
ensina
confiança 
e entende anecessidade do
desapego.
Sabedoria: Clareza, Objetividade, Discernimento, Desapego
O Caminho do Mestre é a prática da
confiança.
Esta é a fonte deonde brotam as
qualidades da sabedoria:
clareza, objetividade,discernimento e desapego. A sabedoria esatuando quando nosencontramos abertos a todas as opções.É do estilo do Mestre usar a confiança como instrumento. Madre Tereza de Calcutá demonstrou confiança quando disse: “Sinto-me comoum lápis nas mãos de Deus. Ele escreve por nosso intermédio e, emborainstrumentos imperfeitos que possamos ser, Ele escreve de maneirabelíssima... Ele se digna trabalhar por nosso intermédio. Isso não émaravilhoso?” (Warner,
Women of faith 
).
Confiança: Não se Deixar Abalar pela Incerteza
As tradões xanicas atingem a capacidade humana dasabedoria aprendendo como confiar e sentir-se à vontade diante desituações desconhecidas. Em algumas partes da África, diz-se que oindivíduo que se encontra numa condição estranha “caminha no reinodas nuvens cinzentas”. Durante esses períodos, considera-se tolice agir,sendo mostra de sabedoria aguardar e confiar. A confiança, no entanto,pode ser uma arte difícil de aprender.O arquétipo do
trapaceiro 
, encontrado em rias tradõesxamânicas, opera como um Mestre que choca as pessoas ao mostrar-lhes seus apegos e hábitos arraigados. Os trapaceiros típicos usam assurpresas e o inesperado como formas de arrancar as pessoas de suarotina. Em seu livro
Sincronicity: the science, myth, and the trickster,
Allan Combs e Mark Holland descrevem essa figura:Na mitologia de inúmeros povos, a figura mítica quepersonifca o inesperado é o Trapaceiro que, como um deus,movimenta-se, aos trancos e barrancos, no ordenado mundo darealidade comum, trazendo boa e má sorte, lucros e perdas. Odeus trapaceiro é universal. Entre os povos nativos americanos, éconhecido como Ictinike, Coyote, Coelho e outros; é o Maui paraos polinésios; o Loki das antigas tribos germânicas européias; eKrishna na mitologia sagrada da Índia. Mais conhecido para amaioria de s, do Ocidente, é o deus grego Hermes, que
 
representa a mais ampla e sofisticada manifestação do Trapaceiro. Homero o denomina de: “Portador da Sorte”. Ele étambém conhecido, em fuão dos vários paradoxos quecaracterizam tanto Hermes como outros deuses trapaceiros, comopatrono de viajantes e ladrões. Ele é o Guia das Almas para omundo subterrâneo e mensageiro dos deuses. Como todos essespapéis sugerem, é ele o senhor maior dos limites e transições. Épor meio desse domínio que ele surpreende a realidade mundanacom o inesperado e o miraculoso.
Do irreal leva-me ao real.Da sombra leva-me à luz.Da morte leva-me à imortalidade.
- Os Upanishads
O Tema do Desapego
O objetivo primário do arquétipo do trapaceiro é ensinar aos sereshumanos a respeito do desapego. Muitos ocidentais entendem quedesapego é sinimo de despreocupão”. Do ponto de vistalingüístico, no entanto, a palavra
desapego 
é mais comumente definidacomo “a capacidade de nos preocuparmos profundamente a partir deuma posição objetiva”. Assim, quando usamos o termo “desapego”,aqui, falamos de algo que você pode definir como o contrio deprender, como deixar seguir o rumo, manter o senso de humor. Seanalisarmos o que nos leva a perder nossos senso de humor, poderemosidentificar nossos apegos. O terreno em que mantemos nosso senso dehumor é aquele do qual somos desapegados e podemos nos manterflexíveis.Quando estamos desapegados podemos observar calmamentenossa reação diante das situações em vez de nos deixarmos levar pornossas emoções. Não confunda isso com frieza ou falta de interesse – étotalmente o oposto. Quando o nos deixamos levar e quandomantemos nosso senso de humor demonstramos nossa capacidade denos interessar profundamente, de forma objetiva.A maioria das tradições espirituais faz referencia ao tema dodesapego. Harrison Owen, em seu livro
Leadership is,
resumiu-o emquatro princípios, que chama de quatro imutáveis leis do espírito:“Quem quer que esteja presente é a pessoa certa para estar aqui; sejaquando for que comecemos, é sempre o tempo certo; o que acontece é aúnica coisa que poderia ter acontecido; quando acaba, acaba”. Sob cadauma dessas premissas, quer concordemos ou não com elas, encontra-seo princípio da aceitação, não o da resignação. Seríamos capazes deaceitar a experiência tal com ela é, e ser criativos em relação a ela emvez de resignados ou fatalistas? A aceitação é parte importante dodesapego. O sentimento de resignação é sempre sinal de apego.

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