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EQUITY INSIGHTS
 17 de junho | 2009
 
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17 de junho de 2009 
 
"The only limit to our realization of tomorrow will be our doubts of today." 
Franklin D. Roosevelt 
Trading
Ibovespa Intraday – 16/jun/2009
50.00050.50051.00051.50052.00052.50053.00010:0010:4511:3012:1513:0013:4514:3015:1516:0016:45
 
Cód.Fechto.Var.
LIGT324,803,77%ELPL632,603,49%CESP618,152,25% TRPL446,982,20%VCPA421,402,00%RSID37,441,92%CSAN315,990,88%PCAR436,500,83%
Cód.Fechto.Var.
CPLE627,65-6,27%USIM337,24-5,24% TCSL43,54-3,80%GGBR419,55-3,65%CSNA344,50-3,58%BRTO412,01-3,53%USIM538,84-3,50%NETC417,20-3,48%
IndiceFechto.Var.
Ibovespa51.205,00-1,59%Dow Jones8,504.67-1.26%Nasdaq1,796.18-1.11%S&P 500911.97-1.27%FTSE4.405,22-2,61%DAX5.004,72-3,54%Nikkei9.786,82-2,86%
Mercados InternacionaisMaiores Baixas - IbovespaMaiores Altas - Ibovespa
 
A Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o pregão desta terça-feiranovamente em queda, perto da mínima, influenciada pelodesempenho das bolsas dos EUA e papéis de grande peso no índice. OIbovespa caiu 1,59%.O volume negociado totalizou R$ 4,32 bi.As ações PETR3 e PETR4 fecharam em queda de 2,17 e 2,25%,respectivamente, seguindo a baixa do petróleo (-0,21% na Nymex). Namesma direção, VALE3 e VALE5 caíram 1,75% e 1,59%, nessa ordem. Odestaque de queda do dia ficou com CPLE6 (-6,27%), após ogovernador do Paraná vetar o aumento de tarifas a ser autorizado pelaAneel na próxima semana; além disso, os dividendos deverão ficarrestritos ao mínimo de 25%. Por outro lado, as maiores altas do diaficaram com ações do setor elétrico: LIGT3 subiu 3,77%, ELPL6 avançou3,49% e CEP6 fechou em alta de 2,25%.Nos EUA, a queda de ações do setor financeiro e de varejistas puxou orecuo das bolsas. O Dow Jones registrou perda de 1,25%, o S&P 500caiu 1,27% e o Nasdaq fechou em baixa de 1,11%. As ações da Bank of America recuaram 4,50%, as da American Express fecharam em quedade 2,14% e as do JPMorgan caíram 1,47%. Os papéis da Best Buyperderam 7,73%, após a empresa divulgar resultado referente do 1T09de seu calendário fiscal. As ações da Boeing caíram 1,39%, em partedevido às fracas expectativas da Paris Air Show, maior feira do setor.Na Europa, as bolsas tiveram pequenas oscilações, mas sem direçãodefinida: o FT-100 subiu 0,06%, o DAX avançou 0,02% e o CAC-40fechou em queda de 0,17%. Os papéis do setor de telecomunicaçãoestiveram entre os destaques do dia como BT Group (+8,01%) eVodafone (+1,60%). Já no setor financeiro, as ações do Société Généralecaíram 3,3%, as do BNP Paribas recuaram 2,3% e as do Deutsche Bank -1,3%. As ações da Rio Tinto fecharam 2,45% e as BHP recuaram 0,90%.Na manhã de hoje, as bolsas européias estão em queda: Londres -0,90%, Frankfurt -0,94% e Paris -0,73%. As ações da BHP Billiton (-3,22%)e as da Rio Tinto (-21,70%) estão entre os destaques negativos. As açõesda Rio Tinto reagem a queda de 45% de seu lucro líquido no 1T09 e aemissão de US$ 15,2 bi em ações para amortizar um grande volumedívidas nesse e no próximo ano. Além disso, a Rio Tinto afirmou que sua
 joint venture 
de minério de ferro com a BHP pode exigir que ambastenham de vender ativos.Nesta quarta-feira, a bolsa de Tóquio fechou em alta, com ganho depapéis de fabricantes de baterias e de prováveis fornecedores daBoeing. O Nikkei avançou 0,90%. As ações da GS Yuasa subiram 12% eas da Sanyo Electric ganharam 14%, com aumento da expectativa porvendas de carros híbridos, além da criação no país de um grande fundode investimento voltado para empresas de “tecnologia verde”. Ospapéis da Kawasaki Heavy Industries fecharam em alta de 9,4% e os daOsaka Titanium Technologies avançaram 4,3%, após a Boeing anunciar787 Dreamliner deve realizar o último voo de teste neste final desemana; há forte expectativa de que essas empresas sejamfornecedoras da Boeing.
 
Equity Insights
17 de junho | 2009
 
Equity Research
 
 
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Top Picks
EmpresaTickerTarget Pricedez/2009Pro AtualUpside PotentialDia de InclusãoVariaçãoDiáriaPerformance*
ItaúsaITSA4R$ 9,40R$ 8,4711,0%18-fev-08-0,8%9,9%AES TietêGETI4R$ 22,30R$ 20,0511,2%30-set-08-0,1%43,6%PerdigãoPRGA3R$ 42,00R$ 37,6111,7%6-jan-09-1,5%19,7%ALL LogísticaALLL11R$ 16,00R$ 12,6027,0%16-jan-09-1,6%51,1%BradesparBRAP4R$ 35,00R$ 27,9125,4%2-fev-09-1,8%22,2%CopasaCSMG3R$ 32,00R$ 25,1827,1%6-abr-09-2,2%26,5%GVTGVTT3R$ 35,00R$ 32,029,3%20-abr-09-0,9%22,9%SuzanoSUZB5R$ 24,00R$ 15,1058,9%25-mai-091,0%2,0% TractebelTBLE3R$ 29,10R$ 18,5457,0%25-mai-090,4%1,5%VivoVIVO4R$ 48,00R$ 35,7034,5%8-jun-09-3,4%-8,3%
* Performance desde o dia de inclusãoAjustado por proventos
 
Notícias Analisadas
Telecom Italia deve venderfatia em controladora daTelecom Argentina
A Telecom Italia contratou o Credit Suisse First Boston para ajudá-la a vender os50% de participação na Sofora Telecomunicaciones, que por sua vez controla aTelecom Argentina, disse uma fonte próxima do assunto à agência Dow Jonesnesta terça-feira. Uma investigação antitruste em andamento na Argentinaimpediu a companhia de exercer uma opção de compra que lhe daria o controlena Sofora. Se a venda for levada adiante, ela representaria uma importante vitóriapara o Werthein Group, que controla a outra metade da Sofora. O grupo estavaenvolvido há mais de um ano numa disputa com a Telecom Italia pelo controle daTelecom Argentina. A empresa italiana reclamou que o governo argentino haviase aliado ao Werthein Group para tirá-la do setor de telecomunicações. O jornallocal El Clarín disse que o Grupo Clarín e uma parceria entre os empresáriosEduardo Eurnekian e Ernesto Gutiérrez estariam interessados em comprar aTelecom Argentina.
 Opinião: 
Não é só no Brasil que a companhia italiana enfrentaproblemas regulatórios e concorrenciais e, após várias tentativas de negociação, asaída do mercado argentino é, de fato, a saída mais natural e lógica para asituação criada com a entrada da Telefónica no controle da TI. Assim como noBrasil (caso Vivo
vs 
TIM), a Telefónica já controla a outra grande empresa detelefonia (no caso, fixa) na Argentina. Pode-se pensar que a saída do mercadobrasileiro também pode ser medida drástica a ser tomada pela empresa, caso aCVM exija a realização da OPA para os minoritários (os controladores da TIenfrentam sérios problemas de
funding 
), no entanto, esta hipótese pode serdescartada. Os italianos já deixaram muito claro que não têm intenção de deixar oestratégico mercado brasileiro, único
driver 
de crescimento do grupo, por causade uma disputa regulatória e deverão fazer de tudo para ficarem aqui, semprecisar fazer nenhum desembolso adicional. A briga com a CVM, no entanto,ainda está inacabada e pode ser que a qualquer momento saia uma decisãofavorável ao minoritário ordinarista da Tim Part. Preferimos, no entanto, nãooperar este evento societário por vários motivos. O primeiro deles refere-se àdificuldade de precificação e ao alto grau de subjetividade da operação, ou seja,não é óbvio qual será o ganho para o minoritário e muito menos quando ele irá sematerializar. Em segundo lugar, o governo brasileiro, que firmou algumasparcerias com a TIM recentemente, já deixou claro que quer uma soluçãofavorável à Telecom Italia na disputa com a CVM e, não se pode descartar oimpacto de pressões políticas no setor. Neste contexto, preferimos ficar fora dospapéis da TIM, preferindo os fundamentos operacionais e financeiros, além da‘estabilidade’ societária/regulatória da Vivo.
 
 
EQUITY INSIGHTS
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Índia pode ampliar prazo paraimportação de açúcar semtarifa
O governo indiano pode ampliar, nas próximas semanas, o prazo para aimportação de açúcar demerara sem tarifa, atualmente estabelecido em 31 de julho, afirmou uma autoridade do governo. A autoridade não especificou porquanto tempo o prazo seria estendido, mas traders esperam que as importaçõessejam permitidas até o fim de 2009. A Índia contratou a importação de 1,5 milhãoa 2 milhões de toneladas de açúcar desde o início do ano comercial atual em 1º deoutubro. O governo também pode em breve aumentar o preço mínimo de canapago a produtores para 107 rupias (US$ 2,23) por 100 quilos, enquanto o preçoatual é de 81,18 rupias por 100 quilos.
Opinião:
A grande mudança no mercadode açúcar em 2009 é a presença da Índia como importador. A Índia tem o maiormercado consumidor, porém, tinha também a maior produção, que era capaz desuprir todo o mercado, além de exportar grandes quantidades. Com o baixo preçodo açúcar na safra 08/09, os produtores indianos acabaram, em grande parte,mudando de cultura, que fez com que a Índia sofresse uma quebra de safra naprodução de açúcar, o que está fazendo com que os preços internacionais doaçúcar continuem em patamares muito altos. Apesar do momento atual ser muitopositivo, e a safra 09/10 sendo voltada mais para a produção de açúcar, já que oBrasil é o único produtor capaz de aumentar sua produção em larga escala, vemoscom cautela essa subida de preços. Esse movimento já aconteceu antes, e arapidez da mudança de cultura dos produtores indianos pode surpreender. Opreço está melhor, e quando o produtor indiano decidir sobre qual será a culturada próxima safra, o açúcar estará entre as mais rentáveis, e a produção da Índia,vai ao menos voltar ao normal. No momento não temos recomendação deCOMPRA para nenhuma empresa do setor sucroalcooleiro.
 
Rio Tinto: Lucro cai 45% no1T09 com preço menor dealumínio e cobre
A Rio Tinto disse ontem que o seu lucro líquido caiu 45% no primeiro trimestre,em base anual, para US$ 1,6 bilhão, ante os US$ 2,94 bilhões no ano passado, umavez que os preços baixos afetaram os ganhos de suas divisões de alumínio ecobre. Segundo a mineradora australiana, os ganhos subjacentes de sua divisãode minério de ferro aumentaram 7,9% nos três primeiros meses de 2009, em baseanual, para US$ 988 milhões, enquanto a unidade de alumínio registrou umprejuízo subjacente de US$ 481 milhões, comparado com os ganhos de US$ 330milhões no ano passado. A receita de vendas bruta da mineradora recuou 28% noprimeiro trimestre, em base anual, para US$ 9,5 bilhões, ante US$ 13,2 bilhões,conduzida principalmente pelas quedas de 41% na receita das vendas da divisãode alumínio e de 56% na unidade de diamantes. A Rio Tinto afirmou que os preçosbaixos reduziram os ganhos, sinalizando uma queda de 50% na média da cotaçãodo alumínio na LME para o trimestre, comparada com o ano passado, e umdeclínio na média de preços do cobre durante o trimestre para US$ 1,54 por libra,ante os US$ 3,50 a libra no mesmo intervalo de 2008. A dívida líquida damineradora no final do trimestre era de US$ 37,86 bilhões, abaixo dos US$ 38,67bilhões em 31 de dezembro de 2008.
Opinião:
O resultado da Rio Tinto não deveser um evento para o resto do setor de mineração no mundo. O 1T09 já se passou,e todos já estão esperando os primeiros resultados do 2T09, que pode trazeralguma novidade. A queda dos preços na LME no 1T09, realmente assustou, o quetrouxe um impacto muito negativo para a companhia australiana principalmenteno segmento de alumínio. Vale lembrar que a Rio Tinto comprou a Alcan no anopassado, aumentando sua participação neste segmento. O cobre e o segmento dediamantes também tiveram grande impacto na piora dos resultados da Rio Tinto.Outro ponto positivo para a companhia é a manutenção do patamar da dívidalíquida, ainda em patamares assustadores, porém, aparentemente controlados. Acompanhia está planejando uma emissão de US$15 bi para ajudar nesta questão,assim como a venda de alguma participação nas minas de Pilbara para a BHP,após o anúncio da fusão. A Rio Tinto está continua procurando maneiras dediminuir essa dívida. Sobre o setor de mineração, mantemos nossa perspectivaotimista, principalmente para a Vale.
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