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RESOLUÇÕES DO CONAMA
Á r e a s P r o t e g i d a s
4. distribuição de energia elétrica e iluminação pública;5. recolhimento de resíduos sólidos urbanos;6. tratamento de resíduos sólidos urbanos; ec) densidade demográca superior a cinco mil habitantes por km
2
. Art 3
o
Constitui Área de Preservação Permanente a área com largura mínima, emprojeção horizontal, no entorno dos reservatórios articiais, medida a partir do nívelmáximo normal de:I - trinta metros para os reservatórios articiais situados em áreas urbanas consolidadase cem metros para áreas rurais;II - quinze metros, no mínimo, para os reservatórios articiais de geração de energiaelétrica com até dez hectares, sem prejuízo da compensação ambiental;III - quinze metros, no mínimo, para reservatórios articiais não utilizados em abas-tecimento público ou geração de energia elétrica, com até vinte hectares de superície elocalizados em área rural.§ 1
o
Os limites da Área de Preservação Permanente, previstos no inciso I, poderão serampliados ou reduzidos, observando-se o patamar mínimo de trinta metros, conormeestabelecido no licenciamento ambiental e no plano de recursos hídricos da bacia ondeo reservatório se insere, se houver.§ 2
o
Os limites da Área de Preservação Permanente, previstos no inciso II, somentepoderão ser ampliados, conorme estabelecido no licenciamento ambiental, e, quandohouver, de acordo com o plano de recursos hídricos da bacia onde o reservatório seinsere.§ 3
o
A redução do limite da Área de Preservação Permanente, prevista no § 1º desteartigo não se aplica às áreas de ocorrência original da foresta ombróla densa - porçãoamazônica, inclusive os cerradões e aos reservatórios articiais utilizados para ns deabastecimento público.§ 4
o
A ampliação ou redução do limite das Áreas de Preservação Permanente, a que sereere o § 1
o
, deverá ser estabelecida considerando, no mínimo, os seguintes critérios:I - características ambientais da bacia hidrográca;II - geologia, geomorologia, hidrogeologia e siograa da bacia hidrográca;III - tipologia vegetal;IV - representatividade ecológica da área no bioma presente dentro da bacia hidro-gráca em que está inserido, notadamente a existência de espécie ameaçada de extinçãoe a importância da área como corredor de biodiversidade; V - nalidade do uso da água; VI - uso e ocupação do solo no entorno; VII - o impacto ambiental causado pela implantação do reservatório e no entorno da Área de Preservação Permanente até a aixa de cem metros.§ 5
o
Na hipótese de redução, a ocupação urbana, mesmo com parcelamento do soloatravés de loteamento ou subdivisão em partes ideais, dentre outros mecanismos, nãopoderá exceder a dez por cento dessa área, ressalvadas as beneitorias existentes na áreaurbana consolidada, à época da solicitação da licença prévia ambiental.§ 6
o
Não se aplicam as disposições deste artigo às acumulações articiais de água,ineriores a cinco hectares de superície, desde que não resultantes do barramento ourepresamento de cursos d`água e não localizadas em Área de Preservação Permanente,à exceção daquelas destinadas ao abastecimento público. Art. 4
o
O empreendedor, no âmbito do procedimento de licenciamento ambiental, deveelaborar o plano ambiental de conservação e uso do entorno de reservatório articial emconormidade com o termo de reerência expedido pelo órgão ambiental competente, paraos reservatórios articiais destinados à geração de energia e abastecimento público.§ 1
o
Cabe ao órgão ambiental competente aprovar o plano ambiental de conservaçãoe uso do entorno dos reservatórios articiais, considerando o plano de recursos hídricos,quando houver, sem prejuízo do procedimento de licenciamento ambiental.
ÁREAS PROTEGIDAS – Áreas de Preservação PermanenteRESOLUÇÃO CONAMA nº 302 de 2002
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