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SUMÁRIO
1 - INTRODUÇÃO2 - DESNVOLVIMENTO2.1 - MODERNISMO2.1.1 - MODERNISMO HISPÂNICO2.1.2 - MODERNISMO NO BRASIL2.2 - PARNASIANISMO2.2.1 - PARNASIANISMO NO BRASIL2.3 - ROMANTISMO2.3.1 - ROMANTISMO NO BRASIL2.4 - REALISMO2.4.1 - REALISMO NO BRASIL2.5 - NATURALISMO2.6 - CONCRETISMO2.7 - POESIA3 - CONCLUSÃO4 - BIBLIOGRAFIA
 
1 - INTRODUÇÃO
Tentar-se-à mostrar nesta obra uma pesquisa bastante aprofundada sobre algumasdas principais épocas e acontecimentos da literatura brasileira, falando sobre os autoresmais destacados e emergentes do mercado que durante muito tempo foi os principaisacontecimentos da época, mas hoje por causa da mídia, a literatura brasileira deixou deser um fato exuberante e de máxima importância, hoje um acontecimento literário não émais motivo de capa de jornal, como na semana de 11 a 18 de fevereiro de 1922, ondehouve a Semana de Arte Moderna, fato considerado marco inicial do modernismo noBrasil, naquela época foi realmente tudo o que se falava em jornais e em todos os meiosde comunicações não tão avançados como hoje.Mostrar-se-à com êxito total o resultado esperado de semanas e semanas de pesquisas por toda cidade, em todos os livros, para resultar em uma abordagem dinâmicae real dos fatos, é claro que, não esquecendo de que o leitor é a peça principal desta obra,foi feita toda uma linguagem simples, mas não coloquial, para facilitar o entendimento.
 
2 - DESENVOLVIMENTO2.1 - MODERNISMO
O termo modernismo, na história das artes, foi usado para designar doismovimentos: um na América espanhola e na Espanha, no fim do culo XIX, predominantemente literário, e o outro no Brasil das décadas de 1920 e 1930, que abriuum prolongado processo renovador de literatura e das artes plásticas. Em Portugal, nasdécadas de 1910 e 1920, os grupos de renovação estética só empregaram a palavracasualmente, junto a outras como futurismo.
2.1.1 - MODERNISMO HISPÂNICO
Modernismo, na literatura de língua espanhola, é um movimento originário de países hispano-americanos e que se firmou por volta de 1880, principalmente sobinfluência do parnasianismo e simbolismo franceses. A renovação das técnicas literáriascaracterizou-se sobretudo pelo refinamento verbal e pela inovação de metros, ritmos eimagens. Impôs-se, também, uma espécie de nova sensibilidade, marcada pelo amor doraro, do requintado e exótico.Os primeiros poetas a destoarem da rerica rontica, prejudicada pelosentimentalismo e, em alguns, pelo cater melodramático -- e que podem seconsiderados precursores da corrente modernista -- foram os cubanos José Martí e Juliándel Casal, os mexicanos Díaz Mirón, Manuel Gutiérrez Nájera e Manuel Othón, e ocolombiano Asuncn Silva. É com o nicaraense Run Dao, contudo, que omovimento se delineia de maneira mais nítida: ampla liberdade de invenção nos temas,imagens e metros, gosto pelo raro e exótico, atitude aristocrática, valorização damusicalidade, vocabulário suntuoso e preciosismo. O livro Azul (1888), de Darío, é obradefinitiva, de sentido inovador e revolucionário.A partir de Darío e sob sua liderança, o movimento propagou-se rapidamente por todos os países da América espanhola. O argentino Leopoldo Lugones, já em seu primeirolivro de poemas, Las montañas del oro (1897; As montanhas do ouro), apresenta notávelversatilidade e orquestração verbal, domínio pleno das palavras, musicalidade que seenriquece com extraordinária riqueza de timbres.O mexicano Gutiérrez Nájera, capaz de muito requinte formal e cultor de umaarquitetura estilística haurida em Baudelaire e nos parnasianos franceses, foi o fundador da revista Azul, órgão divulgador do modernismo. No Uruguai, Julio Herrera y Reissig, por alguns considerado voz mais forte e genuína do que o próprio Darío, escreve poesiade intensos traços modernistas: satanismo, exotismo, metáforas arrojadas, sinestesias.
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