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ROMANOS 12.2_OS PERIGOS DA CONFORMAÇÃO COM O MUNDO

ROMANOS 12.2_OS PERIGOS DA CONFORMAÇÃO COM O MUNDO

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OS PERIGOS DA CONFORMAÇÃO COM O MUNDOROMANOS 12.1,2Tendo como base o texto de Romanos 12.2, podemos observar o cuidado doapóstolo Paulo, no sentido que seus leitores o caíssem no perigo daconformação com o presente século (o dos seus dias, e hoje, o dos nossosdias).Mas o que é conformação? A NIBB traduz:
“E não vos amoldeis ao esquemadeste mundo”.
Conformação, não como sinônimo de passividade (Ah, omundo é assim mesmo!), mas, conformação, como assimilação e associação(simbiose) com as práticas próprias do mundo.O crente não tem como negar que corre riscos ao entrar nessa relação perigosa. O esquema deste mundo não se coaduna com os propósitos einteresses do reino de Deus.Para que os crentes não incorressem em nenhum deslize próprio daqueles dias,receberam tal instrução de não conformação.I – A CONFORMAÇÃO COMO OBSTÁCULO A APRESENTAÇÃO DOCULTO VERDADEIRO (v.1)1.O primeiro obstáculo causado pela conformação ao sistema do mundo éà capacidade e genuinidade da nossa adoração.
2.
A solicitação da parte do apóstolo é que
apresentemos o nosso (vosso)corpo em sacrifício vivo.
É justamente uma ideia que difere de todo osistema judeu de adoração. Quando Abraão saiu para apresentar Isaque,o culto teria como parte da adoração, o próprio cutelo como seuinstrumento. Hoje, temos outros instrumentos.
1
 
3.
Outro ingrediente que se mostra de suma importância, era o fato da própria apresentação do adorador, ter o componente da santidade. Aideia principal aqui é de algo separado para um determinado fim; nocaso, o de adorão. O Deus santo busca a santidade em seusadoradores.
4.
Ainda outro ingrediente ou, componente da adorão, seria o daagradabilidade. A nossa apresentação deve ser agradável a Deus. Nãohá quem não fique feliz quando alguma coisa lhe é agradável. Podemosdizer o mesmo de Deus. O componente ‘agradabilidade’ nos fazlembrar o que Deus fez em relação a Abel, que houve da Sua parte,acolhimento e agradabilidade, tanto a ele com o ao seu sacrifício.
5.
E Paulo, quer o mesmo para cada um de nós; ele não nos cobra o quevemos em outras religiões, mas nos diz que diante de Deus nosapresentemos em
culto racional,
autêntico. Há muitos cultos que sãoverdadeiras barbaridades, que se mostram irracionais diante de Deus, portanto fora de lógica serem aceitos por Ele.II – A CONFORMAÇÃO COMO OBSTÁCULO À RENOVAÇÃO DAMENTE
1.
Paulo, embora pedisse um culto com razoabilidade e logicidade, que éfruto da própria mente, fala também dos perigos à própria mente. Elefala do perigo da mente obscurecida pela conformação com o mundo.
2.
Para a mente obscurecida, as ações do mundo é que estão dentro darazoabilidade. Ou seja, todo e qualquer padrão que se viva, estotalmente dentro do aceitável (às vezes até elogiável!). O mundo perdeu a noção do que seja deplorável. Quando nós também perdemos anoção do que seja deplorável estamos
esquematizados,
daí em diantetudo passa a ser normal.
2
 
3.
Dizendo não à
esquematização
tipo ‘unha e carne’ com o mundo, o passo certo para o cristão, que já acertou ao dizer não, é buscar atransformação pela renovação da mente.
4.
Paulo continua a argumentar sobre questões de razoabilidade, questõesda mente; sendo assim, ele usa a palavra grega
nous,
que está ligada aointelecto, ao entendimento (ARC).
5.
Assim sendo, é preciso então decidir qual direção tomar: conformaçãoou transformação. A segunda hipótese só se dará pela renovação damente, do exercício seguro da vontade.
6.
O crente, pela prática do exercício seguro da sua vontade, jamais seráum ‘um vai com as outras’; ele saberá dizer sim e ele saberá dizer não.III – A CONFORMAÇÃO COMO OBSTÁCULO À EXPERIMENTAÇÃODA VONTADE DE DEUS.
1.
A conformação é na verdade um obstáculo à experimentação da vontadede Deus. É lógico que não basta a não conformação com o mundo, é preciso que se tome uma decisão pela transformação da mente.
2.
Paulo que falar do grande lucro da transformação pela renovação damente. Esse lucro é chamado de
experimentação.
Como o tema estávoltado à lógica (culto racional e transformação da mente) a própria
experimentação
está baseada em testar e discernir.
3.
Apenas aqueles que têm a mente renovada podem discerni(experimentar)
qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus(v.2;
discernimento que não está disponível às pessoas de um modogeral.
4.
Quanto ao conhecimento da Sua perfeita vontade, Deus é seletivo. Taldiscernimento é privilégio apenas daqueles que
decidiram, no exercício seguro da vontade, não se conformar com o presente século, e que ‘ato
3

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