pessimismo à longo, fazendo com que o pensamento perdesse seuradicalismo.Rothbard escreveu numa época (1965) onde via possibilidade na junção de“esquerda” e “direita” para a defesa da liberdade. Para Roderick Long (2005),em seu ensaio sobre esse mesmo texto (http://mises.org/story/2099), omomento é análogo. A ascensão da “direita neo-conservadora” nos EUA e dasocial-democracia populista na América Latina é um sinal claro de que a uniãoem prol da liberdade é necessária.
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O Conservador tem sido marcado há muito tempo, conscientemente ou não,por um pessimismo em relação ao futuro distante: pela crença de que atendência em longo prazo, e portanto o próprio Tempo, está contra ele. Estatendência é a inevitável caminhada em direção ao estatismo esquerdista nopaís e ao Comunismo no exterior. É o desespero em longo prazo que pesa nobizarro otimismo em curto prazo do Conservador; uma vez que o futuro é dadocomo desesperador, ele sente que a única chance de sucesso reside nomomento atual. Nos assuntos externos, este ponto de vista leva o Conservadora clamar por desesperadas demonstrações de força
contra o comunismo, jáque para ele quanto maior o tempo de espera, pior se tornará a situação. Nosassuntos domésticos, este pessimismo o leva a uma total concentração napróxima eleição, onde ele sempre está confiante da vitória sem que ela nuncachegue. A quintessência do homem prático, e cercado pelo desespero emlongo prazo, o Conservador se recusa a pensar ou planejar em algo além dapróxima eleição.Pessimismo, entretanto, é o diagnóstico preciso que merece oconservadorismo, tanto em curto como longo prazo. Uma vez que oconservadorismo é um remanescente do
ancien régime
da era pré-industrial e,como tal, não tem nenhum futuro. Na atual forma americana, o recente
revival
conservador engloba os espasmos finais dos Estados Unidos Anglo-Saxão,branco, provinciano, rural, fundamentalista e inevitavelmente moribundo. E oque dizer das perspectivas para liberdade? Muitos libertários ligam
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