Reflexão final da oficina de formação:
Práticas e Modelos de Auto– Avaliação das Bibliotecas Escolares
A oficina de formação: Práticas e Modelos de Auto-Avaliação, cumpriu o papel primordial a que se propôs:
conhecer os princípios, modelos e práticas implicadas no processo de avaliação das bibliotecas; conhecer e reflectir sobre o Modelo de Avaliação daBiblioteca Escolar.
Esta acção levou-me a adquirir novas competências ao nível dos conteúdosrelativos ao Modelo de Avaliação da BE.Das diferentes sessões trabalhadas, destaco aquela que nos levou a criar o nosso blogue, o que é, sem dúvida, uma mais-valia para o futuro.Reconheço um outro momento marcante neste percurso: a partilha que rodeou aauto-avaliação das BE’s. Por um lado é um tema que vai obrigar as equipas educativas a perspectivar a BE com outros olhos e, por outro lado, associa-se ao momentoconturbado que vivemos nas escolas portuguesas.O único aspecto negativo que encontrei ao longo da acção foi o facto de nãoencontrarmos
feedback
para os trabalhos que realizámos, pois assim não ficamos com acerteza que o nosso trabalho foi bem feito e não permitiu a autocorrecção. Não tenho dúvidas que o contributo de todos os participantes, por mais pequenoque tenha sido, foi promissor, incentivador e motivador para o trabalho que se avizinha.Quanto a melhorias a propor, não me ocorre qualquer melhoria. Penso que osformadores foram autoritários, responsáveis e cumpridores da tarefa a que se propuseram e a que nos desafiaram, daí que aquilo que foi proposto foi integralmentecumprido. Assim, não me atrevo a propor qualquer melhoria para o futuro.
Leave a Comment