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LÍNGUA PORTUGUESALinguagem Verbal e Não VerbalLinguagem Verbal
Existem várias formas de comunicação. Quando o homem se utiliza da palavra, ou seja, da linguagem oral ouescrita,dizemos que ele está utilizando uma linguagem verbal, pois o código usado é a palavra. Tal códigoestá presente, quando falamos com alguém, quando lemos, quando escrevemos. A linguagem verbal é aforma de comunicação mais presente em nosso cotidiano. Mediante a palavra falada ou escrita, expomos aosoutros as nossas idéias e pensamentos, comunicando-nos por meio desse código verbal imprescindível emnossas vidas. ela está presente em textos em propagandas; em reportagens (jornais, revistas, etc.);em obras literárias e científicas;na comunicação entre as pessoas;em discursos (Presidente da República, representantes de classe, candidatos a cargos públicos, etc.);e em várias outras situações.
Linguagem Não Verbal
Observe a figura abaixo, este sinal demonstra que é proibido fumar em um determinado local. A linguagemutilizada é a não-verbal pois não utiliza do código "língua portuguesa" para transmitir que é proibido fumar.Na figura abaixo, percebemos que o semáforo, nos transmite a idéia de atenção, de acordo com a corapresentada no semáforo, podemos saber se é permitido seguir em frente (verde), se é para ter atenção(amarelo) ou se é proibido seguir em frente (vermelho) naquele instante.Como você percebeu, todas as imagens podem ser facilmente decodificadas. Você notou que em nenhumadelas existe a presença da palavra? O que está presente é outro tipo de código. Apesar de haver ausência dapalavra, nós temos uma linguagem, pois podemos decifrar mensagens a partir das imagens. O tipo delinguagem, cujo código não é a palavra, denomina-se linguagem não-verbal, isto é, usam-se outros códigos (odesenho, a dança, os sons, os gestos, a expressão fisionômica, as cores).Comunicação é o processo de troca de informações entre um emissor e um receptor. Um dos aspectos quepodem interferir nesse processo é o código a ser utilizado, que deve ser entendível para ambos.Quando falamos com alguém, lemos um livro ou revista, estamos utilizando a palavra como código. Esse tipode linguagem é conhecido como linguagem verbal, sendo a palavra escrita ou falada, a forma pela qual noscomunicamos. Certamente, essa é a linguagem mais comum no nosso dia-a-dia. Quando alguém escreve umtexto, por exemplo, está usando a linguagem verbal, ou seja, está transmitindo informações através daspalavras.A outra forma de comunicação, que não é feita nem por sinais verbais nem pela escrita, é a linguagem não-verbal. Nesse caso, o código a ser utilizado é a simbologia. A linguagem não-verbal também é constituída porgestos, tom de voz, postura corporal, etc. Se uma pessoa está dirigindo e vê que o sinal está vermelho, o queela faz? Pára. Isso é uma linguagem não-verbal, pois ninguém falou ou estava escrito em algo que ela deveriaparar, mas como ela conhece a simbologia utilizada, apenas o sinal da luz vermelha já é suficiente para elacompreender a mensagem.Ao contrário do que alguns pensam, a linguagem não-verbal é muito utilizada e importante na vida daspessoas. Quando uma mãe diz de forma áspera, gritando e com uma expressão agressiva, que ama o filho,será que ele interpretará assim? Provavelmente não. Esse é apenas um exemplo entre muitos, para ilustrar aimportância da utilização da linguagem não-verbal.Outra diferença entre os tipos de linguagens é que, enquanto a linguagem verbal é plenamente voluntária, anão-verbal pode ser uma reação involuntária, provindo do inconsciente de quem se comunica.Com relação às mensagens verbais e não verbais, ou conscientes e inconscientes, vale ressaltar que para aPNL ambas são reais e igualmente importantes. Porque cada uma delas é a expressão de uma parte da pessoa.Se alguém lhe diz que gosta de você e a nível não verbal expressa o contrário, é possível que esteja dividido aseu respeito. É como se um lado desta pessoa tivesse ressalvas em relação a você e outro lado realmentegostasse (ou quisesse gostar) de sua companhia.Há alguns contextos onde a incongruência pode ser útil. Por exemplo, uma mãe não desejará que seu filho,que acabou de se ferir com certa gravidade, perceba que ela está apavorada. Ao contrário, neste momento acriança precisa de alguém que possa lhe dar apoio e segurança. Nesta situação, como em muitas outras, émelhor ser incongruente do que causar danos ainda maiores.
 
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Existem várias maneiras de se lidar com as incongruências. A menos eficaz é comentar a incongruênciaobservada, pois isto costuma colocar a outra pessoa na defensiva. Imagine o que acontece se alguém comentaque você parecia não estar falando o que sentia quando disse algo. É possível que você passe a tentarconvencer esta pessoa, e para isto você defenderá o que disse. Comentários dão bons resultados quandoexiste um relacionamento muito próximo entre duas pessoas, quando elas têm liberdade para isto Uma outraforma seria acompanhar a incongruência. Se alguém lhe diz "Estou muito empolgado com este projeto "eolha para baixo, suspira, cruza os braços, etc., você poderia dizer "Fico feliz", enquanto também olha parabaixo, suspira e cruza os seus braços. Esta estratégia inicialmente fará com que a pessoa fique um poucopensativa e confusa, passando depois a perceber a sua incongruência e possivelmente a querer falar sobre ela.Algumas incongruências são devidas a divisões internas muito fortes, a conflitos internos significativos, quecostumam causar sofrimento a quem os experimenta. Como o pai que fica sem jeito ao abraçar o filho porquetem dificuldades para dar e receber afeto. Neste caso, é necessário um trabalho de integração das partesenvolvidas (da parte que gostaria de expressar afeto e da parte que acha que não deveria fazê-lo). Outrasincongruências deste tipo são expressas através da fórmula "Eu gostaria de poder X mas Y me impede".
Interpretação de texto
Para interpretar um texto você precisa saber os passos a serem dados, ter cuidados com os vícios econhecer os níveis da leitura. Você sabe ler eficientemente? Identifica as idéias do texto facilmente?Confira a seguir e tire suas dúvidas.Um primeiro passo - Para você interpretar um texto, é saber como ler. Veja três questões básicas.O entendimento de um texto, ainda o elemento básico da comunicação humana, implica uma análise: asua decomposição em partes. Só assim, o seu entendimento é possível. Como analisar um texto einterpretá-lo é o objetivo do vestibular1 - Interpretação de texto.Como ler um texto - O aprendizado da leituraInteressa a todos saber que procedimento se deve adotar para tirar o maior rendimento possível daleitura de um texto. Mas não se pode responder a essa pergunta sem antes destacar que não existe paraela uma solução mágica, o que não quer dizer que não exista solução alguma. Genericamente, pode-seafirmar que uma leitura proveitosa pressupõe, além do conhecimento lingüístico propriamente dito, umrepertório de informações exteriores ao texto, o que se costuma chamar de conhecimento de mundo. Atítulo e ilustração, observe a questão seguinte, extraída de um vestibular da UNICAMP:Às vezes, quando um texto é ambíguo, é o conhecimento de mundo que o leitor tem dos fatos que lhepermite fazer uma interpretação adequada do que se lê. Um bom exemplo é o texto que segue:"As video-locadoras de São Carlos estão escondendo suas fitas de sexo explícito. A decisão atende auma portaria de dezembro de 1991, do Juizado de Menores, que proíbe que as casas de vídeo aluguem,exponham e vendam fitas pornográficas a menores de 18 anos. A portaria proíbe ainda os menores de18 anos de irem a motéis e rodeios sem a companhia ou autorização dos pais. (Folha Sudeste, 6/6/92)"É o conhecimento lingüístico que nos permite reconhecer a ambigüidade do texto em questão (pelaposição em que se situa, a expressão sem a companhia ou autorização dos pais permite a interpretaçãode que com a companhia ou autorização dos pais os menores podem ir a rodeios ou motéis). Mas onosso conhecimento de mundo nos adverte de que essa interpretação é estranha e só pode ter sidoproduzida por engano do redator. É muito provável que ele tenha tido a intenção de dizer que osmenores estão proibidos de ir a rodeios sem a companhia ou autorização dos pais e de freqüentaremmotéis.Como se vê, a compreensão do texto depende também do conhecimento de mundo, o que nos leva àconclusão de que o aprendizado da leitura depende muito das aulas de Português, mas também de todasas outras disciplinas sem exceção.- Três questões básicasUma boa medida para avaliar se o texto foi bem compreendido é a resposta a três questões básicas:I - Qual é a questão de que o texto está tratando? Ao tentar responder a essa pergunta, o leitor seráobrigado a distinguir as questões secundárias da principal, isto e, aquela em torno da qual gira o textointeiro. Quando o leitor não sabe dizer do que o texto está tratando, ou sabe apenas de maneira genéricae confusa, é sinal de que ele precisa ser lido com mais atenção ou de que o leitor não tem repertóriosuficiente para compreender o que está diante de seus olhos.
 
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II - Qual é a opinião do autor sobre a questão posta em discussão? Disseminados pelo texto, aparecemvários indicadores da opinião de quem escreve. Por isso, uma leitura competente não terá dificuldadeem identificá-la. Não saber dar resposta a essa questão é um sintoma de leitura desatenta e dispersiva.III - Quais são os argumentos utilizados pelo autor para fundamentar a opinião dada? Deve-se entenderpor argumento todo tipo de recurso usado pelo autor para convencer o leitor de que ele está falando averdade. Saber reconhecer os argumentos do autor é também um sintoma de leitura bem feita, um sinalclaro de que o leitor acompanhou o desenvolvimento das idéias. Na verdade, entender um textosignifica acompanhar com atenção o seu percurso argumentativo.
Linguagem
 Linguagem é a representação do pensamento por meio de sinais que permitem a comunicação e ainteração entre as pessoas. -Linguagem verbal: é aquela que tem por unidade a palavra. -Linguagemnão verbal: tem outros tipos de unidade, como gestos, o movimento, a imagem e etc. -Linguagemmista: como as histórias em quadrinhos, o cinema e a tv que utilizam a imagem e a palavra. Língua É otipo de código formado por palavras e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se comunicam einteragem entre si. Variedades lingüísticas: São as variações que uma língua apresenta, de acordo comas condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada. -Norma culta: é a línguapadrão, a variedade lingüística de maior prestígio social. -Norma popular: são todas as variedadeslingüísticas diferentes da língua padrão. Dialetos: São variedades originadas das diferenças de região,de idade, de sexo, de classes ou de grupos sociais e da própria evolução histórica da língua (ex.: gíria)Intencionalidade discursiva: são as intenções, explícitas ou implícitas, existentes na linguagem dosinterlocutores que participam de uma situação comunicativa. Conceituado: Texto: É uma unidadelingüística concreta, percebida pela audição (na fala) ou pela visão (na escrita), que tem unidade desentido e intencionalidade comunicativa. Discurso: É a atividade comunicativa capaz de gerar sentidodesenvolvido entre interlocutores. Além dos enunciados verbais, engloba outros elementos do processocomunicativo que também participam da construção do sentido do texto. Coesão textual são asarticulações gramaticais existentes entre palavras, orações, frases, parágrafos e partes maiores de umtexto que garantem sua conexão seqüencial. Coerência textual é o resultado da articulação das idéias deum texto; é a estruturação lógica- semântica que faz com que numa situação discursiva palavras efrases
Funções de Linguagem
No ato da fala, pode-se observar: o emissor: aquele que diz algo a alguém o receptor: aquele com quemo emissor se comunica a mensagem: tudo o que é transmitido do emissor para o receptor o código: aconvenção que permite ao receptor compreender a mensagem. Ex: Língua Portuguesa o canal: o meioque conduz a mensagem ao receptor. Ex: a língua oral o referente: o assunto da mensagem Sendoassim temos as FUNÇÕES DA LINGUAGEM: Função Referencial Ocorre quando o referente é postoem destaque, ou seja, o objetivo do emissor é simplesmente o de informar o seu receptor. A ênfase édada ao conteúdo, às informações veiculadas pela mensagem. Os textos desta linguagem são dotadosde objetividade, uma vez que procuram traduzir ou retratar a realidade. Bons exemplos da funçãoreferencial são os textos jornalísticos e científicos. Função Conativa (ou Apelativa) Ocorre quando oreceptor é posto em destaque, ou seja, a linguagem se organiza no sentido de convencer o receptor.Neste tipo de função é comum o emprego de verbos no imperativo e verbos e pronomes na 2° ou na pessoas. Bons exemplos da função conativa são os textos de publicidade e propaganda. FunçãoMetalingüística Ocorre quando o código é posto em destaque, ou seja, usa-se o código lingüístico paratransmitir aos receptores reflexões sobre o próprio código lingüístico. Bons exemplos da funçãometalingüística são as aulas de línguas, gramáticas e o dicionário. Função Emotiva (ou Expressiva)Ocorre quando o emissor é posto em destaque, ou seja, a mensagem está centrada na expressão dossentimentos do emissor. É um texto pessoal, subjetivo. É comum o uso de verbos e pronomes em 1°pessoa e também o uso de pontos de exclamação e interjeições. Bons exemplos da função emotiva sãotextos líricos. Função Fática Ocorre quando o canal é posto em destaque. O interesse do emissor ao
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Muito obrigada, ela está bem objetiva!

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