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[SABRINA... A CEGONHA CHEGOU] - 88 - Núpcias de uma noite - Melissa McClone

[SABRINA... A CEGONHA CHEGOU] - 88 - Núpcias de uma noite - Melissa McClone

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Núpcias de uma noite (The wedding Lullaby) Melissa McCloneSabrina... a cegonha chegou no. 88
 
NÚPCIAS DE UMA NOITE
Digitalização: Valéria O.Revisão: Paty
Melissa Martinez McCloneTítulo original: The Wedding Lullaby
De uma marcha nupcial... a uma cantiga de ninar!
A
 socialite
Laurel Worthington só encontrou o atraente milionário Brett Matthews uma vez: nodia em que se casaram! Tratava-se de uma aposta... de um casamento que duraria apenas uma noite.Deslumbrada pela fantasia romântica, Laurel entregou sua virgindade ao doce e sedutor marido.Brett duvidava que Laurel teria voltado a procurá-lo se não tivesse precisado de ajuda. Ao saber que teriam um filho, ele propôs um casamento de verdade. Mas o que ele não sabia é que, daquelavez, Laurel não se contentaria com nada menos do que um casamento por amor...
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Núpcias de uma noite (The wedding Lullaby) Melissa McCloneSabrina... a cegonha chegou no. 88
 PRÓLOGO
 — Estou orgulhoso de mim — declarou Henry Davenport com um sorriso de satisfação. —  Neste ano, eu me superei. — Eu, mais do ninguém, posso afirmar isso — retrucou Brett Matthews diante da capela Ninhodo Amor, em Reno, no Estado americano de Nevada, onde bastava um homem e uma mulher seapresentarem para casar para a cerimônia ser realizada.Henry era um playboy em toda extensão da palavra. Não fazia nada na vida exceto assistir aocrescimento da fortuna que havia recebido como herança e que estava aplicada em um fundo deinvestimento. Em seu aniversário, ano após ano, seus amigos se reuniam para comemorar a data, primeiro de abril, também conhecida como dia da mentira. Nessas ocasiões, duas pessoas da turmaeram escolhidas para
viver 
uma aventura idealizada pelo extravagante anfitrião em troca de um prêmio. Naquele ano, a idéia do aniversariante seria sortear um casal, em um jogo de dados, e promover o casamento naquele mesmo dia com anulação marcada para o dia seguinte.Lançados os dados, Brett tirou um par de seis. A
 
garota que tirou os mesmos números tornou-seautomaticamente sua noiva. Agora tudo que eles precisavam fazer era dizer sim.Henry cuidou dos preparativos, desde a compra do anel para a noiva até o aluguel do terno parao noivo. Também se encarregou da reserva de um horário para a cerimônia e da contratação de umadvogado para estabelecer os termos do acordo com total separação de bens e para acompanhar os procedimentos de anulação. Não que a fortuna de Brett fosse fruto de herança como acontecia com os demais. Tratava-se dedinheiro ganho a custa de inteligência, trabalho e muita perseverança. — Ainda não é tarde demais para voltar atrás — Henry desafiou o amigo no último instante.A multa, caso o participante desistisse do jogo, seria de dez mil dólares a serem doados a umainstituição de caridade da escolha do aniversariante. O valor era propositalmente alto porque qualquer tipo de desistência significaria fugir ao espírito da festa. — Você chegou longe — disse Henry e bateu no ombro do outro.Era verdade. O objetivo de vida de Brett, desde criança, era provar às crianças ricas com quemhavia crescido que ele não era apenas o filho da governanta dos Davenport. Naquele ano, graças aoconvite de Henry para seu aniversário, ele teve essa chance. Agora estava prestes a casar com LaurelWorthington, uma adorável garota que era destaque frequente nas colunas sociais de Chicago.
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Núpcias de uma noite (The wedding Lullaby) Melissa McCloneSabrina... a cegonha chegou no. 88
Eles haviam se conhecido aquela tarde apenas, mas para Brett ela era perfeita. O tipo de mulher que sonhava para ter como esposa: bonita, refinada e bem-relacionada. Talvez pudesse convencê-la anamorá-lo a fim de se conhecerem em vez de anularem o casamento sem se darem uma chance. O pastor se aproximou. — Podemos começar?Brett assentiu com a cabeça e ele fez sinal para um músico que iniciou os acordes da canção
 Love Me Tender 
com sua guitarra. Cynthia Sterling, outra convidada de Henry, que havia sidoescolhida para ser a dama de honra da noiva, deu o primeiro passo em direção ao altar. — E sua última oportunidade para desistir - sussurrou Henry.Brett o ignorou. Assim como ignorou o pulsar desenfreado de seu coração e as gotas de suor quelhe umedeceram a fronte ao ver Laurel desfilando pela nave, atrás da amiga, com um vestido de rendae cetim e um buquê de rosas vermelhas. Nenhuma outra noiva lhe parecera mais bonita. Laurel era a mulher de seus sonhos. E ela estavalhe sorrindo, tímida, com os cabelos castanho-claros realçados pela tiara de lantejoulas e pelo véu. No topo do altar, ela lhe estendeu a mão e pousou os olhos azuis nos dele. Tudo que Brettdesejou, naquele momento, foi esquecer que estavam vivendo uma farsa.A mão de Laurel era delicada e macia. Ele a segurou com carinho e sorriu.Ao menos por uma noite, ela lhe pertenceria!
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