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Manual Dimensionamento de Pessoal

Manual Dimensionamento de Pessoal

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Published by: Luzimar Alves Damasceno on Jun 26, 2009
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Resolução COFENNº 293/2007
Dimensionamento de Pessoal
Resolução COFEN 293/2004
1
Cleide Mazuel Canavezicleidem@corensp.org.br
 
Dimensionamento de Pessoal
Fixa e Estabelece Parâmetros para Dimensionar o Quadro de Profissionais de Enfermagem para as UnidadesAssistenciais nas Instituições de Saúde e Assemelhados.“Os aspectos quantitativos dos profissionais de enfermagem nas instituições de saúde são enfatizados para que haja agarantia da segurança e da qualidade de assistência ao cliente e a continuidade da vigília perante a diversidade deatuação nos cuidados e na atenção da equipe de enfermagem.”Enf. Lidia Demeneghi.Os Parâmetros representam normas técnicas mínimas, constituindo-se em referências para orientar os gestores egerentes das instituições de saúde:. No planejamento das ações de saúde;. Na programação das ações de saúde;. Na priorização das ações de saúde a serem desenvolvidas
As características da Instituição
devem ser também consideradas, podendo sofrer adequações regionais e/ou locaisde acordo com realidades epidemiológicas e:1. Missão;2. Porte;3. Estrutura organizacional;4. Estrutura física;5. Tipos de serviços e/ou programas;6. Tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas;7. Política de pessoal;9. Política do RH;9. Política financeira;10.Atribuições e competências dos integrantes dos diferentes serviços e/ou programas;11. Indicadores tanto do Ministério da Saúde quanto aos institucionais.
O Serviço de Enfermagem
, deve ser também considerado quanto a fundamentação legal do exercício profissional (Leinº 7.498/86 e Decreto nº 94.406/87), o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Resoluções COFEN eDecisões dos CORENs, além dos aspectos técnicos administrativos:1. Modelo gerencial;2. Modelo assistencial;3. Métodos de trabalhos;4. Jornada de trabalho;5. Carga horária semanal;6. Padrões de desempenho dos profissionais;7. Índice de segurança técnica (IST);8. Taxa de absenteísmo (TA);9. Taxa de ausência de benefícios (TB);10. Proporção de profissionais de enfermagem de nível superior e médio;11. Indicadores de avaliação de qualidade de assistência
Indicadores conhecidos
:- Quedas de paciente;- Contenção mecânica no leito;- Ulceras de pressão;- Soromas;- Flebite;- Manutenção da integridade da pele;- Taxa de ocupação;- Tempo médio de permanência;- Índice de infecção;- Índice de mortalidade;- outrosConsiderar também à
clientela atendida
: através do
(SPC),
sistema de classificação de pacientes e a realidade sócio-cultural e econômica.
2
 
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTE – SPCESCORE DE SCHEIN / RENSIS LIKERTCLASSIFICAÇÃO
3
 
PONTUAÇÃO Cmn
Até 17pontosCinterm
18 e 28CSIntens
29 a 39Cintens
40 a 50Aplicação de pesospelo grau de com-plexidade: 1 a 5INDSICADORES1- ESTADO MENTAL Lúcido / Orientadono tempo e noespaço (OTE)OTE, dificuldade deseguir instruçõesPeríodo dedesorientação notempo e no espaçoDesorientado notempo e noespaçoInconsciente, semresposta verbal2- SINAIS VITAIS Conforme rotina, 1 a2 vezes ao dia e/ounão necessita decontroleControle de 6 em 6horasControle de 4 em 4horasControle de 2 em2 horasControle de 1 em 1 horaou mais freqüente, ouainda controle horáriode PVC, PAM etc.3- DEAMBULAÇÃO Deambula sem ajuda/ Auto-suficienteEncorajamento esupervisão paradeambular .Uso de cadeira derodas, muletas eoutros artefatoscom orientação esupervisãoUso de cadeira derodas, muletas eoutros artefatoscom ajuda efetivada enfermagemAusência demovimentos corporais,total dependência paraser removido do leito4- MOTILIDADE Movimenta ossegmentos corporais(MS e MI) sem ajuda/ Auto-suficienteEstimulo,encorajamento ousupervisão paramovimentarseguimentos corporaisAjuda paramovimentarseguimentoscorporaisMovimentaçãopassivaprogramada erealizada pelaenfermagemMudanças de decúbito emovimentação passivaprogramada e realizadapela enfermagem5- OXIGENAÇÃO Não depende deoxigenioterapiaUso intermitente deO2 por cateter oumáscaraUso intermitente deO2 por cateter oumascara e outroscuidados simplesComtraqueostomia outuboendotraqueal comcuidadosrespiratóriossimples.Com ventilaçãomecânica continua ouintermitente, ouvigilância e cuidadosrespiratórios constantes.6- ELIMINAÇÃO Não necessita deajuda / Auto-suficienteAuto-suficiente, comcontrole de ingesta eeliminações.Orientação esupervisão paraingesta eeliminações.Ingesta,eliminações econtrolesrealizados com aajuda daenfermagemAssistência constante daenfermagem. Evacuaçãono leito e/ou uso deSV.Necessidade decontrole das eliminações7- ALIMENTAÇÃO Alimenta-se sozinho /Auto-suficienteEstimulo,encorajamento esupervisão paraalimentar ou tomarlíquidosNão alimentasozinho, precisa daajuda daenfermagemAlimentaçãoatravés de SNG,SNE, realizadapela enfermagemAssistência efetiva daenfermagem, presençade estomas, SNG ouSNE, com controlerigoroso.8- TERAPÊUTICA Medicamentos viaoral ( uma a váriasvezes ao dia) ou derotinaMedicamentos VO, IM, ID ou SCintermitenteMedicamentosatravés de SNG,endovenososcontinuoEndovenosocontinuo, maissangue ouderivados, NPPou citostáticosUso de drogasvasoativas paramanutenção da pressãoarterial9- INTEGRIDADECUTÂNEO-MUCOSASem lesão / soluçãode continuidadeUma ou duas lesõescom pequenoscurativos simples(troca uma vez ao dia)Uma ou mais lesõescom curativosgrandes (troca umavez ao dia)Duas ou maislesões (escaras,ostomas), comcurativos grandes(troca duas vezesao dia)Duas ou mais lesõesinfectadas com grandescurativos (troca duas oumais vezes ao dia)10- CUIDADOCORPORALCuida-se sozinho /Auto-suficienteEncorajamento parabanho de chuveiro ehigiene oralBanho de chuveiroe higiene oral comauxilio daenfermagemBanho dechuveiro emcadeira de rodase higiene oralrealizada pelaenfermagemBanho de leito e higieneoral realizados pelaenfermagem.
 
Cuidados Mínimos Até 17Cuidados IntermediáriosDe 18 a 28Cuidados Semi IntensivosDe 29 a 39Cuidados IntensivosDe 40 a 50

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