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PARTE I – TERMOLOGIA Tópico 6

PARTE I – TERMOLOGIA Tópico 6

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05/15/2014

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121
Tópico 6 – Dilatação térmica dos sólidos e dos líquidos
Tópico 6
1
Uma dona de casa resolveu fazer uma salada para o jantar, masnão conseguiu abrir o frasco de palmito, que tem tampa metálica. Po-rém, lembrando-se de suas aulas de Física, ela mergulhou a tampa daembalagem em água quente durante alguns segundos e percebeuque ela abriu facilmente. Isso provavelmente ocorreu porque:a) reduziu-se a força de coesão entre as moléculas do metal e dovidro;b) reduziu-se a pressão do ar no interior do recipiente;c) houve redução da tensão superf 
 
icial existente entre o vidro e ometal;d) o coef 
 
iciente de dilatação do metal é maior que o do vidro;e) o coef 
 
iciente de dilatação do vidro é maior que o do metal.
Resolução:
O coeficiente de dilatação do metal é maior que o do vidro.Ao ser mergulhada na água quente, a tampa de metal dilata mais doque o vidro, soltando-se.
Resposta:
d
2
Você já deve ter observado em sua casa que o vidro pirex é maisresistente que o vidro comum às variações de temperatura. Se colocar-mos água fervente em um copo de vidro comum, ele trinca, mas issonão acontece com o vidro pirex. A explicação para isso é que:a) o calor específ 
 
ico do pirex é menor que o do vidro comum;b) o calor específ 
 
ico do pirex é maior que o do vidro comum;c) para aquecimentos iguais, o vidro comum sofre maior variação detemperatura;d) o coef 
 
iciente de dilatação do vidro comum é menor que o do vidropirex;e) o coef 
 
iciente de dilatação do vidro comum é maior que o do vidropirex.
Resolução:
O que provoca o trincamento do copo é o fato de que a parede inter-na (que entra em contato com a água quente) dilata-se mais do que aparede externa.Como o coeficiente de dilatação do vidro comum é maior do que o dovidro pirex, é mais fácil o vidro comum trincar.
Resposta:
e
3 E.R.
Uma barra de cobre, homogênea e uniforme, mede20 m, a 0 °C. Calcule a variação do comprimento dessa barra, em mi-límetros, quando aquecida a 50 °C.
Dado:
coeficiente de dilatação linear do cobre = 1,6 · 10
–5
°C
–1
 
Resolução:
Usando a
equação da dilatação linear
, temos:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
Substituindo os valores fornecidos, vem:
Δ
L = 20 · 1,6 · 10
–5
· (50 – 0)
Δ
L = 0,016 m = 16 mm
Δ
L = 16 mm
4
Um estudante ouviu de um antigo engenheiro de uma estradade ferro que os trilhos de 10 m de comprimento haviam sido f 
 
ixados aochão num dia em que a temperatura era de 10 °C. No dia seguinte, emuma aula de Geografia, ele ouviu que, naquela cidade, a maior tempe-ratura que um objeto de metal atingiu, exposto ao sol, foi 50 °C.
O espaço entre os trilhospossibilita sua dilatação.
Com essas informações, o estudante resolveu calcular a distância míni-ma entre dois trilhos de trem. Que valor ele encontrou?
Dado:
coef 
 
iciente de dilatação linear do aço = 1,1 · 10
–5
°C
–1
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
Como:L
0
= 10 m = 10
 
000 mmvem:
L = 10
 
000 · 1,1 · 10
–5
· (50 – 10)
L = 4,4 mm
Resposta:
4,4 mm
5
Uma régua de alumínio tem comprimento de 200,0 cm a 20 °C.Qual o valor, em centímetros, do seu comprimento a 60 °C?
Dado:
coeficiente de dilatação linear do alumínio = 2,5 · 10
–5
–1
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
L = 200,0 · 2,5 · 10
–5
· (60 – 20) (cm)
L = 0,2 cmPortanto:L = L
0
+
LL = 200,0 + 0,2 (cm)L = 200,2 cm
Resposta:
200,2 cm
6
À temperatura de 0 °C, um fio de cobre mede 100,000 m. Seucomprimento passa a ser de 100,068 m quando a temperatura atinge40 °C. Qual o valor do coeficiente de dilatação linear do cobre?
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθα
=
LL
0
 
θ
Assim:
α
=100,068 – 100,00100,000 · (40 – 0)(°C
–1
)
α
=0,0684
 
000(°C
–1
)
= 1,7 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
1,7 · 10
–5
°C
–1
 
122
PARTE I – TERMOLOGIA
7
(Uepa – mod.) Os trilhos de trem, normalmente de 20 m de com-primento, são colocados de modo a manter entre duas pontas conse-cutivas uma pequena folga chamada junta de dilatação. Isso evita queeles se espremam, sofrendo deformações devido à ação do calor nosdias quentes.Considere que uma variação de temperatura da noite para o (meio)dia possa chegar a (aproximadamente) 25 °C, fazendo-os dilatar cercade 5 mm. Neste caso, qual o valor do coef 
 
iciente de dilatação linear domaterial de que é feito o trilho?
Resolução:
α
=
LL
0
 
θα
=520
 
000 · 25(°C
–1
)
= 1,0 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
1,0 · 10
–5
°C
–1
8
(UEL-PR) Uma barra metálica, inicialmente à temperatura de20 °C, é aquecida até 260 °C e sofre uma dilatação igual a 0,6% de seucomprimento inicial. Qual o coef 
 
iciente de dilatação linear médio dometal nesse intervalo de temperatura?
Resolução:
L
0
 
100%
Δ
L
0,6%
 
Δ
L =0,6 L
0
100Como:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
,então:0,6 · L
0
100= L
0
 
α
 
Δθ
6 · 10
–3
=
α
· (260 – 20)
α
= 2,5 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
2,5 · 10
–5
°C
–1
9
Um f 
 
io de cobre, com 1,000 m de comprimento a 20 °C, foi colo-cado em um forno, dilatando-se até atingir 1 012 mm. Qual é a tempe-ratura do forno, suposta constante?
Dado:
coeficiente de dilatação linear do cobre = 1,6 · 10
–5
°C
–1
Resolução:
L = L
0
 
α
 
θ
1
 
012 – 1
 
000 = 1
 
000 · 1,6 · 10
–5
· (
θ
– 20)12 = 1,6 · 10
–2
(
θ
– 20)750 =
θ
– 20
θ
= 770 °C
Resposta:
 
θ
= 770 °C
10
Uma barra metálica de coef 
 
iciente de dilatação linear médio de2 · 10
–5
°C
–1
a 20 °C é colocada no interior de um forno. Após a barra teratingido o equilíbrio térmico, verifica-se que seu comprimento é 1%maior. Qual a temperatura do forno?
Resolução:
L
0
 
100%
Δ
L
1%
 
Δ
L =L
0
100Como:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
,então:L
0
100= L
0
 
α
 
Δθ
1100= 2 · 10
–5
(
θ
– 20)500
θ
1
– 20
θ
1
= 520 °C
Resposta:
 
θ
1
= 520 °C
11
A f 
 
igura abaixo representa o comprimento de uma barra metá-lica em função de sua temperatura.
L
(cm)100,20100,050
t
(°C)
Qual o valor do coeficiente de dilatação linear do material dessa barra?
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
100,2 – 100,0 = 100,0 ·
α
· (50 – 0)0,2 = 5
 
000 ·
αα
= 4,0 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
4,0 · 10
–5
°C
–1
12
O diagrama abaixo mostra a variação
Δ
L sofrida por uma barrametálica de comprimento inicial igual a 10 m em função da variação detemperatura
Δθ
.Qual o valor do coeficiente de dilatação linear do mate-rial dessa barra?
Δ
L (mm)160100
Δθ
(°C)
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
16 = 10
 
000 ·
α
· 100
α
= 1,6 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
1,6 · 10
–5
°C
–1
 
123
Tópico 6 – Dilatação térmica dos sólidos e dos líquidos
13
(Unilasalle) Em uma experiência para medir o coeficiente de di-latação linear médio de um pedaço de metal desconhecido, obteve-seo seguinte gráf 
 
ico do comprimento em função da temperatura:
2050,00050,03550,07060100
T
(°C)
L
(cm)
Abaixo segue uma tabela com os coeficientes de dilatação linear mé-dia,
α
, para alguns metais:
Metal
α
(°C
–1
)
Aço11 · 10
–6
Ouro14,3 · 10
–6
Cobre17,0 · 10
–6
Alumínio23,0 · 10
–6
Chumbo29,0 · 10
–6
Calculando-se o coef 
 
iciente de dilatação linear
α
 
a partir dos dadosexperimentais (gráfico), inferimos que o metal em questão se trataprovavelmente do:a) chumbo; d) ouro;b) alumínio; e) aço.c) cobre;
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
50,070 – 50,000 = 50,000
α
(100 – 20)
0,070 = 50,000
α
80
α
= 1,75 · 10
–5
C
–1
 
α
= 17,5 10
–6
C
–1
O coef 
 
iciente de dilatação obtido, relativamente à tabela fornecida, éprovavelmente do metal
cobre
.
Resposta:
c
14
(Olimpíada Paulista de Física) É muito comum acontecer, quan-do copos iguais são empilhados colocando-se um dentro do outro, dedois deles ficarem emperrados, tornando-se difícil separá-los. Consi-derando o efeito da dilatação térmica, pode-se af 
 
irmar que é possívelretirar um copo de dentro do outro se:a) os copos emperrados forem mergulhados em água bem quente.b) no copo interno for despejada água quente e o copo externo formergulhado em água bem fria.c) os copos emperrados forem mergulhados em água bem fria.d) no copo interno for despejada água fria e o copo externo for mer-gulhado em água bem quente.e) não é possível separar os dois copos emperrados considerando oefeito da dilatação térmica.
Resolução:
Colocando-se água fria no copo interno e mergulhando-se o copo ex-terno em água quente, o externo dilata-se e o interno contrai-se, ocor-rendo a separação entre eles.
Resposta:
d
15 E.R.
Uma trena de alumínio foi graduada corretamente a umatemperatura de 30 °C, quando seu comprimento total apresentou50,000 m. Essa trena possui graduação até o milímetro. Qual a máxi-ma distância que a trena é capaz de medir, em um local onde a tem-peratura ambiente é –20 °C?
Dado:
coef 
 
iciente de dilatação linear do alumínio = 24 · 10
–6
°C
–1
Resolução:
Chamemos de u
0
a unidade em metros na temperatura a que a trenafoi graduada e de
u
a unidade, também em metros, a uma tempera-tura qualquer.Observemos que, se elevarmos a temperatura da trena, ela se di-latará e u > u
0
; porém, se diminuirmos a temperatura, a trena secontrairá e u < u
0
.Usando a expressão da dilatação linear:u = u
0
(1 +
αΔθ
)e sendo u
0
a unidade correta (seu valor é 1,000 m), temos:u = 1,000 · [1 + 24 · 10
–6
(–50)]u = 1,000 · [1 – 0,0012]u = 0,9988 mÀ temperatura de –20 °C, devido à contração do alumínio, a distânciaentre duas marcas, que a 30 °C era 1,000 m, passa a ser 0,9988 m.Como a trena possui 50 intervalos de metro, podemos afirmar que amáxima distância possível de ser medida com essa trena, a –20 °C, é:Z = 50u = 50 · 0,9988Z = 49,94 m
16
(Mack-SP) Num laboratório, um aluno aquece de 50 °C uma bar-ra metálica de comprimento inicial 80 cm, observando que o seu com-primento aumenta de 0,8 mm. Fazendo os cálculos, ele conclui que ocoef 
 
iciente de dilatação linear do material da barra vale:a) 5 · 10
–5
°C
–1
. d) 2 · 10
–5
°C
–1
.b) 4 · 10
–5
°C
–1
. e) 1 · 10
–5
°C
–1
.c) 3 · 10
–5
°C
–1
.
Resolução:
Δ
L = L
0
 
α
 
Δθ
Como:L
0
= 80 cm = 800 mmtemos:0,8 = 800 ·
α
· 50
α
= 2 · 10
–5
°C
–1
Resposta:
d

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