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O Plano de Salvação- ajuda pra aula 19

O Plano de Salvação- ajuda pra aula 19

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O Plano de Salvação
Élder L. Tom Perry
 Do Quórum dos Doze Apóstolos
 Não fomos abandonados para vagar pela mortalidade sem conhecimento do plano mestre que o Senhor designou para Seus filhos.Em uma reunião sacramental, tive a felicidade de ouvir os discursos de três estudantes que tinham voltado da escola para passaras férias de verão em casa. Um dos discursos me deixou particularmente interessado.A oradora estava trabalhando durante as férias de verão em um restaurante freqüentado por motoristas de caminhão. Havia um motorista quesempre parava ali para almoçar em um certo dia da semana. A regularidade de suas paradas criou a oportunidade para breves conversas. Eleperguntou à jovem onde ela morava. Ela disse que estava em casa para passar o verão, juntando dinheiro para voltar para a escola no outono. A
 pergunta seguinte foi: ―Que escola você freqüenta?‖ Ela respondeu com orgulho: ―BYU– 
 
Idaho‖. Ele quis saber mais sobre a escola, dando início
a uma conversa sobre o evangelho. A primeira coisa que ela lhe ensinou foi a Palavra de Sabedoria. E teve sucesso. Convenceu-o a parar defumar.Mais tarde, ela trocou de turno e não teve mais a oportunidade de encontrá-lo, por isso escreveu-lhe um bilhete e colocou-o dentro de um folhetomissionário da Igreja sobre o pla
no de salvação. Depois de vários dias, ela recebeu um bilhete do motorista que dizia apenas: ―Você mudou todaa minha vida‖. Graças àquela moça, ele tinha encontrado informações que o levaram a pensar nas mudanças que precisaria fazer 
na vida. Não seiqual foi o resultado daquelas breves conversas entre a garçonete e o motorista de caminhão, mas sem dúvida a vida dele foi influenciada.
 
Ela prosseguiu, então, explicando como era fácil fazer com que as pessoas conhecessem as belezas do evangelho. Todos os dias, em meio anossos afazeres normais da vida, temos muitas oportunidades de abrir a boca e fazer com que as pessoas conheçam as verdades do evangelho queas abençoarão nesta vida e na eternidade.
Muitos se perguntam: ―De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde iremos?‖ Nosso Pai Eterno não nos enviou à Terra numa jornada sem
sentido ou propósito. Ele providenciou um plano para seguirmos. Ele é o autor desse plano, o qual foi criado para o progresso do homem e suasalvação e exaltação. Citando o guia missionário
Pregar Meu Evangelho
:
―Deus é o Pai de nosso espírito. Somos literalmente Seus filhos, e Ele nos ama. Vivemos como filhos espirituais de nosso Pai
Celestial antes denascermos nesta Terra. Não éramos, contudo, iguais a nosso Pai Celestial, nem poderíamos nos tornar como Ele é e desfrutar todas as bênçãosque Ele tem, sem a experiência de vivermos na mortalidade com um corpo físico.O verdadeiro propósito de Deus
 — 
a Sua obra e Sua glória
 — 
é permitir que cada um de nós desfrute todas as Suas bênçãos. Ele providenciou
um plano perfeito para cumprir o Seu propósito. Compreendemos e aceitamos esse plano antes de virmos para a Terra‖ (2004, p.
48).No entanto, muitas pessoas ainda hoje se debatem para encontrar respostas para as perguntas básicas da vida. Os falsos pregadores clamam cada
vez mais alto: ―eis aqui a verdade‖ e ―eis ali a verdade‖, porém estão cada vez mais confusos. A tecnologia multiplicou a con
fusão propagandoessas mensagens por meio dos veículos de comunicação e de uma infinidade de linhas de cabos de transmissão que agora cobrem a Terra. Hátantos meios de comunicação com um número cada vez maior de mensagens diferentes que não é de se admirar que as pessoas estejam confusas.Há séculos, Paulo predisse:
―Porque virá tempo em que
não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suaspróprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas‖ (II Timóteo 4:3– 
4).Não precisamos ficar confusos. As respostas para as intrigantes perguntas sobre o propósito da vida foram novamente dadas à humanidade paranossa orientação.
 
Ouvimos pela primeira vez o plano de salvação antes de nascermos, no que as escrituras chamam de nosso primeiro estado (ver Abraão 3:26).Não sabemos com clareza o que ocorreu naquele primeiro estado, mas sabemos que vivemos ali como espíritos, filhos de nosso Pai Celestial,progredimos passo a passo a fim de preparar-nos para a oportunidade de abrigar nosso espírito eterno num corpo terreno. Também sabemos quenosso Pai realizou um grande conselho para explicar o propósito da vida terrena. Tivemos a oportunidade de aceitar ou rejeitar o plano desalvação. Ele não nos foi imposto. A essência do plano era que o homem teria uma oportunidade de conseguir pelo seu próprio esforço a suasalvação na Terra, com a ajuda de Deus. Um líder foi escolhido para ensinar-nos a seguir o plano e redimir-nos do pecado e da morte. Conforme
o Senhor explicou a Moisés: ―Eis que meu Filho Amado, que foi meu Amado e me
u Escolhido desde o princípio, disse-me: Pai, faça-se a tua
vontade e seja tua a glória para sempre‖ (Moisés 4:2).
Jesus Cristo, nosso Irmão mais velho, tornou-Se o líder na defesa do plano designado pelo Pai, e aceitamos o plano e suas condições. Com essaescolha, ganhamos o direito de vir para a Terra e entrar em nosso segundo estado.Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, com um corpo de carne e ossos, e colocados no Jardim do Éden. Foi-lhes dada a escolha depermanecerem no jardim ou comerem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e terem a oportunidade de passar pela mortalidade.Eles aceitaram o desafio, comeram do fruto e assim se tornaram mortais e sujeitos à morte física. Por causa da escolha que fizeram, elespassariam pelas provações e dificuldades da mortalidade.Há dois propósitos para a vida na mortalidade. O primeiro é que podemos ganhar experiências que, de outra maneira, jamais poderíamos obter. Osegundo é obter um tabernáculo de carne e ossos. Os dois propósitos são vitais para a existência do homem. Estamos agora sendo testados eprovados para ver se faremos todas as coisas que o Senhor ordenou que fizéssemos. Esses mandamentos são os princípios e ordenanças doevangelho, e eles constituem o evangelho de Jesus Cristo. Todo princípio e ordenança tem seu peso no grande propósito de nosso teste, que épreparar-nos para voltar a viver com nosso Pai Celestial e nos tornarmos semelhantes a Ele. O Élder Bruce R. McConkie disse o seguinte sobre ocaminho estreito e apertado:
―Em m
inha opinião, todos precisamos determinar onde estamos em cada campo de realização mortal. Depois, com base em conceitos gerais quesão simples e claros, temos que determinar como viveremos neste ou naquele campo ao passarmos por este estado probatório de modo a termossucesso no teste da mortalidade. Se fizermos as escolhas certas, teremos a recompensa eterna, caso contrário, obteremos um dos reinos inferioresque foram preparados.

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