INTRODUÇO
FORMAÇÃO INICIAL
1995 - 1998: Bacharelato emEngenharia de Produção (E.S.A. Beja)1998 - 2002: Licenciatura em P.E.B.var. Matemática e Ciências daNatureza (I.P.B. - E.S.E. Beja)
FORMAÇÃO CONTÍNUA(relativamente a Matemática)COLABORAÇÃO EMPROJECTOS
2001-2002: Criação de Bases deDados (Centro de Competência NónioSéc. XXI da ESEB)1997 - 2002: Núcleo de
Ciência Viva -Engenharia no Verão (ESAB) e Ciência
no Verão (ESEB)2006 – 2009: Coordenação do Clubede Matemática da Escola Básica dos2º e 3º Ciclos do Caniço.
ACÇÕES DE FORMAÇÃO
2007- 2008 - Recursos para a aula deMatemática (SDPM).2008 - 2009 - Quadros Interactivos eMultimédia na aula de Matemática(SDPM).
Formadoras:Hélia Jacinto e Zoé LuísFormanda:Teresa Maria Martins Lança
Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço
Grupo:230º º º
Portefólio
08/09
NOTA BIBLIOGRÁFICA:
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Nunes, J. (2001). O professor e a acção reflexiva.Portfolios, “Vês heurísticos e mapas de conceitoscomo estratégias de desenvolvimento profissional.Colecção Cadernos do CRIAP: Porto:Asa.
•
Bernardes, C. e Miranda, F. (2003). Portefólio: umaEscola de Competências. Porto: Porto Editora.
•
Ceia, C. (2001). A construção do Porta-Fólio daPrática Pedagógica: um modelo dinâmico deSupervisão e Avaliação
Pedagógicas.
http://www.educ.fc.ul.pt/
Como ensinar Matemática? Quais as metodologias equais os materiais a utilizar? Qual a natureza doprocesso de aprendizagem dos nossos alunos? Comotornar as aprendizagens mais significativas e o estudoda disciplina mais motivante? Qual a atitude de alunose professores perante a Matemática? Será que osresultados obtidos pelos alunos a Matemáticadependem apenas do seu nível de aplicação no estudoda disciplina ou, em parte, são um reflexo das práticasaplicadas pelos professores?Eis um conjunto de questões com que sempre medebati e que quando me inscrevi nesta acção pensavaver respondidas no final.Dada a sua natureza, a Matemática desde sempre temsido uma disciplina que tem preocupado professores,quer devido à relação que certos alunos desenvolvemcom ela e que por vezes não é a melhor, quer devidoao fraco desempenho que se tem verificado ao longode sucessivos anos lectivos e em exames nacionais eprovas de aferição.Por considerar que há a necessidade de repensarmodos e processos de actuação na leccionação destadisciplina senti uma predisposição pessoal paraparticipar nesta formação de professores de 2º ciclo. Épreciso que a atitude dos professores se renove e sedesenvolvam nos alunos capacidades para trabalhar adisciplina, onde estes sejam construtores activos doseu conhecimento e não receptores passivos deregras e fórmulas que mecanizam e memorizam.É importante desenvolver nos alunos e também nosprofessores a motivação necessária para trabalharesta disciplina, apesar de algumas condições detrabalho adversas que poderão existir, como a falta demateriais estruturados e a extensibilidade dosprogramas que, muitas vezes por questões de tempo,condiciona o tipo de actividades que seriam desejáveisrealizar com os alunos.Outra das motivações que me fez participar nesteprograma foi o facto de considerar que um professor,como transmissor de conhecimento, deve manter-seconstantemente actualizado e deve não só aperfeiçoaros conhecimentos que acumulou durante a suaformação inicial, como também a capacidade decomunicar esses conhecimentos.Hoje em dia o professor deve ser o primeiro a terdisponibilidade para a aprendizagem, para que assuas práticas vão de encontro a todas as exigênciasque o mundo actual impõe aos seus alunos e àformação de cidadãos autónomos, responsáveis,críticos e reflexivos.
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