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Crônicas do nosso tempo_semdivisao

Crônicas do nosso tempo_semdivisao

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Reflexões sobre a contemporanedade sob a ótica do Critianismo bíblico.
Reflexões sobre a contemporanedade sob a ótica do Critianismo bíblico.

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05/11/2014

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A PARÁBOLA DO VENTOA PARÁBOLA DO VENTO
“A prinpio ningm percebeu, parecia apenas mais um dia quente eabafado. O desconforto cresceu e alguém lembrou que não havia ventado. A idéia de que era mais uma reação esperada pelas constantes agressões ànatureza não teve atenção e logo todos queriam saber o que havia acontecido como vento.Sem grandes iniciativas científicas as pessoas foram percebendo que o ventoestava triste e sua tristeza advinha do seu anonimato. Dizia-se enciumado porque osol era quase adorado, a lua festejada em prosa e verso, o mar retratado nas maisvariadas expressões artísticas, mas o vento, ora, o vento não se pode ser visto eninguém dava atenção ao vento. Até meio ranzinza, dizia-se cansado de secriticado todo o tempo. Se ventava, ouvia reclamações porque nada ficava nolugar, se não ventava, a mesma insatisfação pelo transtorno climático. Enfim,escondeu-se, disposto a não mais trabalhar.Mas o problema era maior do que se pensava. Os danos seriam irreparáveis.Quem falaria ao vento? Quem o convenceria a cumprir o seu papel, tão benfazejo edesejável, expressão da criação divina? Como ninguém falasse a linguagem do vento, os crentes começaram aclamar, e o Criador, sensibilizado, sussurrou no ouvido do vento que ele era criaçãosua e que seu papel na natureza jamais poderia ser considerado sem importânciaou até mesmo anônimo. Falou-lhe ainda de como toda a natureza foi criada para proclamar a glória de Deus. A voz do doador da vida tocou o vento, que renovado, em fôlego empolgado,correu novamente a balançar árvores e vegetações, provocando o mar, que reagiuem ondas, empurrando as nuvens, que de irritação se desfizeram e interferindocomo uma criança no dia a dia das pessoas, percorrendo corredores, batendo janelas, espalhando a leveza, divertindo-se com a bagunça e claro, trazendo à vidao seu encanto de sempre.Logo tudo voltou à rotina, e o vento, ao seu anonimato, mas feliz, lembrado pelo Criador, consciente de sua missão, abençoando o mundo e seus habitantes.” 
Que este arremedo de parábola nos ajude a ter em mente o texto de João:
“O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem,nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.”
(3:8), noslembrando que somos nascidos do Espírito e por Ele Deus deseja que sejamosdirigidos e usados neste novo ano.
O VÔO DA PERFEIÇÃO
Da janela do avião, ainda parado na pista, observei atento à aterrissagem deum pássaro de porte médio, imponente e de bonita plumagem. Parecia fazerquestão de ficar bem perto da geringonça tecnológica, como numa provocação àimitação artificial da sua forma de ser. Antes de descer, girou no ar em círculos,arremeteu, mergulhou, “baixou os trens de pouso” e com poucos e pidospassinhos em terra, graciosamente, parou finalmente.Não pude deixar de rir silenciosamente, diante do contraste entre a facilidadedo vôo do pássaro e todo esforço envolvido no do avião. Imediatamente lembrei deuma frase de
 John Archibald Wheeler 
“Acho que deve haver, no fundo de tudo,não uma equação, mas um idéia extremamente simples. E para mim essa idéia,
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quando por fim a descobrirmos, será tão convincente, tão inevitável que diremosuns aos outros: “Que lindo! Como poderia ter sido de outra maneira?” 
Embora sem pretensão teológica, Wheeler enunciou de forma simples ainquietação de todos nós com o sentido da vida e apontou para algo desconhecidopara ele, mas não para nós, amigos de Jesus.Essa idéia, tão convincente, tão inevitável, não tenho dúvida, é o amor, causamaior do movimento de Deus em direção ao homem.
“Porque Deus amou aomundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o quenele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
(João 3:16 RA)Tais quais aviões, grandes, bonitos, rápidos, barulhentos e silenciosos,destruidores, nossas ações desprovidas de amor são artificiais e inócuas, às vezesaté mesmo letais, simplesmente porque não são motivadas pelo amor. Basta ler ohino do amor em 1 Coríntios 13 para comprovar essa afirmação.O amor é o o da perfeição, que em movimentos ágeis e naturaisdemonstra a grandiosidade do Criador. Ele quer nos ensinar a
voar 
, de formasimples, natural, graciosa e, impulsionados pelo amor, viver a perfeição de umaexistência imperfeita, em sintonia com a verdade maior do Evangelho. Comopoderia ser de outra maneira?
OS INCOMODADOS..., QUE MUDEM!
Ser incomodado pelo Esrito Santo o é coisa ruim. Als, é algoextremamente benéfico e significativo para aqueles que, como diz a Bíblia, têmfiliação divina.
“Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus sãofilhos de Deus.” 
(Romanos 8:14)Compartilhar a mensagem de Cristo produz alegria. Foi o que sentimos nasemana que passou (por ocasião do Seminário
Pessoas compartilhando Jesus
). Masalém da alegria de testemunhar, sentimos também um incômodo do Espírito quepode ser traduzido num único sentimento – poderíamos fazer mais.Na pobreza do pensamento popular, o conhecido refrão diz “os incomodadosque se mudem”. Entretanto, suprimindo apenas um pronome, chegamos a umanova frase, de conotação espiritual: “os incomodados (pelo Esrito)... quemudem”, o coração, os pensamentos, as atitudes, etc...No desenvolvimento da nossa salvação somos chamados à santidade e esseprocesso tem uma marca inconfundível, a mudança contínua, a novidade de vida daqual falam 2 Coríntios 5:17 e Romanos 6:4, pontuadas pelos constantes
incômodosdo Espírito.
O Espírito Santo nos incomoda a perdoar, entendendo a esfera bidimensionaldo perdão –
“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vossoPai celeste vos perdoará.” 
(Mateus 6:14);O Espírito Santo nos incomoda a uma vida de oração mais profunda –
“comtoda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando comtoda perseverança e súplica por todos os santos.” 
(Efésios 6:18)O Esrito Santo nos incomoda a testemunhar de Cristo. o tantasoportunidades desperdiçadas simplesmente porque sufocamos a Sua voz. É ele quenos impele a pregar.
“(...) o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e nãote cales;” 
(Atos 18:9)O Espírito Santo nos incomoda a amar, exatamente porque Ele derrama doseu amor em nossos corações.
“Ora, a esperança não confunde, porque o amor deDeus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.” 
(Romanos 5:5)
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É preciso dizer mais? Diante de tudo isso, vale repetir: “os incomodados(pelo Espírito)..., que mudem!”. E que Ele continue a nos incomodar!
A CRISE DE CREDIBILIDADE
Há poucos dias atrás vivemos uma das maiores crises sociais das últimasdécadas.Os acontecimentos serviram para mostrar a fragilidade de algumasinstituições e para confirmar a existência de uma outra crise, de ordem ética emoral.A instabilidade gerada pela desordem não foi apenas a da segurança, mas ada credibilidade. Dentre uma porção de perguntas não respondidas, uma resumetodas as outras: em quem acreditar?A Bíblia há muito fala da pecaminosidade do homem, do engano que há noseu coração, fala também da vaidade inerente à essa pecaminosidade, mencionaainda que governantes ímpios levam o povo à ruína. Em resumo, falaprioritariamente da necessidade de Deus para vencer a maior das crises humanas:o pecado.Nestes tempos de tanta incerteza, são muitas as oportunidades para refletirsobre a necessidade de Deus como modelo de credibilidade. Em vários sermões eestudos bíblicos temos destacado a beleza do caráter de Deus.Seguir esse modelo resulta em posturas e atitudes baseadas em verdade,principalmente.É disso que estamos precisando em nossa sociedade e em nossas famílias.A verdade da Palavra de Deus é o único caminho para vencer a crise decredibilidade.Eu e você, firmados nessa palavra, podemos ajudar a vencer essa crise.
VACINA CONTRA DESÂNIMO
È inevitável que em alguns momentos estejamos desencorajados. As lutas davida, muitas vezes duras, fazem com que nos sintamos fracos e cansados.Nesses momentos, bem que gostaríamos que houvesse uma vacina contradesânimo.Na verdade ela existe. Deus, que tudo provê, inclusive encorajamento,mostra de várias formas que vale a pena buscar nele tudo o que necessitamos.A Bíblia diz:
“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que onosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior serenova de dia em dia” 
 
2 Coríntios 4:16
Mas como chegar a essa renovação?Em primeiro lugar, ouvindo o que Deus tem a nos dizer através da suaPalavra. A Bíblia é o grande antídoto contra o desânimo.O louvor é um outro aspecto prioritário para a renovação do nosso interior. Aalegria do Espírito Santo, que não toma conhecimento de problemas ou frustrações,deve dominar a nossa vida de forma completa.A comunhão com a igreja é também uma fonte importante de renovação.Através da exortação mútua e da edificação na Palavra somos impelidos a um novoânimo. Observar o que Deus tem feito na vida de outros que como nós esperamnele, é motivo de grande encorajamento.E por fim, embora implícito no primeiro aspecto, merece menção especial oencorajamento propiciado pelas promessas de Deus, que
nunca
falham.
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