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©
Emídio Carvalho, 20091
 
Qual é a máscara que mais utilizas no teu dia-a-dia?
Este inquérito/teste é baseado nos conhecimentos da Debbie Ford: “Quando as pessoas boas fazem coisasmás” – Editora Estrela Polar.Muitas vezes, as máscaras sociais que utilizamos encontram‐se de tal maneira coladas a quem somos deverdade que se torna difícil descobri‐las. Seja tão sincero/a quanto lhe for possível. Escolha apenas uma letrapor cada série de questões.
QUESTÕES1. Como é que tu te vês a ti mesmo?
A.
 
Gosto de me sentir bem acerca de quem sou.B.
 
Sou um perito em avaliar as outras pessoas.C.
 
Estou no meu meio quando agrado aos outros.D.
 
Provocador. Sei o que quero e como consegui‐lo.E.
 
A minha atitude é sossegada e desarmante.F.
 
Está sempre tudo bem, sou despreocupado e sem problemas.G.
 
Sacrifico‐me muitas vezes para que outros se sintam bem.H.
 
Sou uma força positiva no mundo.I.
 
Se consigo que os outros estejam felizes, eu também fico feliz.J.
 
Afectivamente desligado dos outros, prefiro que me deixem em paz.K.
 
Sou o melhor, mais forte e mais poderoso do meu grupo de amigos.L.
 
Sou sempre a alma de qualquer festa!M.
 
Tenho uma grande capacidade de processar e digerir muita informação.N.
 
“Se ao menos me dessem ouvidos” é a minha expressão mais habitual.O.
 
Pessimista por natureza, angustiado e ansioso.P.
 
Tenho um sentido de humor genuinamente bom.Q.
 
Capaz de criar amizade com pessoas influentes.R.
 
Tenho uma imaginação extraordinária.S.
 
A minha vida está cheia de obstáculos, que me ajudam a crescer.T.
 
Sou um campeão de sucessos, conseguindo executar várias tarefas em pouco tempo!
2. Como é que achas que os teus amigos te vêem a ti?
A.
 
Bondosa, carinhosa, sensual e atenciosa.B.
 
Culto, educado e viajado.C.
 
Capaz de dar tudo e ainda mais para ajudar um amigo.D.
 
Forte, conquistador e agressivo por vezes.E.
 
Sensível, vulnerável e muito inocente.F.
 
Calmo, confiante e sorriso constante nos lábios.G.
 
Egoísta e puritano, mas ao mesmo tempo bondoso.H.
 
Incapaz de dar nas vistas e sempre pronta a ajudar os amigos.I.
 
Amistoso, empático e solidário.J.
 
Infrinjo facilmente as regras da sociedade e sou duro de roer.K.
 
Intriguista, confunde a verdade facilmente e tem que ter sempre razão.L.
 
Toneladas de energia e sempre feliz.M.
 
Aquele que tem as respostas na ponta da língua.N.
 
Sempre disponível para os outros e capaz de ajudar os que se sentem infelizes.O.
 
O azarado a quem todas as coisas más acontecem. Poucos amigos.P.
 
Despreocupado, bem‐humorado e bem‐disposto.Q.
 
Alegre e contente quando ajudo os outros. Escolho muito bem as amizades.R.
 
Fumador, introvertido e muito calmo.S.
 
Um coitado a quem só acontecem desgraças.T.
 
Empreendedor, perfeccionista e crítico.
 
 
©
Emídio Carvalho, 20092
 
3. Em relação à tua infância...
A.
 
Não te sentiste suficientemente amada.B.
 
Sentes que não foste desejado.C.
 
Fui gravemente ferido (física e/ou emocionalmente).D.
 
Tive que aprender a sobreviver ás minhas custas.E.
 
Nunca fui quem era de verdade para ter a aprovação dos que me rodeavam.F.
 
Vivi sob uma mãe sofredora que tudo fazia para fingir que estava tudo bem.G.
 
Nunca foste suficientemente bom para aqueles que eram importantes para ti.H.
 
Foi perfeita. E ainda hoje tenho uma vida perfeita.I.
 
Aprendi que era perigoso pedir o que queria para mim.J.
 
Vivi um ambiente familiar violento em que cada um tinha que aprender a defender‐se.K.
 
Maus tratos, maus tratos, maus tratos. Ferido, ferido, ferido.L.
 
Aprendeste desde muito cedo que não merecias ser amado.M.
 
O menos inteligente da família (ok, o “burro”!).N.
 
Tiveste que suportar a impotência de assistir à dor da doença crónica do pai ou mãe.O.
 
Ainda hoje culpabilizas os pais e/ou irmãos pela triste vida que tens.P.
 
Refugiavas‐te na brincadeira, nos livros de banda desenhada, para não teres que lidar com a tristeza àtua volta.Q.
 
Vivias fascinado pela vida dos ricos e poderosos. Fantasiavas ser como eles.R.
 
Aprendeste muito cedo que participar na vida familiar activamente era sempre causa de sofrimento.S.
 
Fui vitimizado inúmeras vezes por alguém que amava.T.
 
Sentias‐te um inútil, sempre com medo dos adultos.
4. A tua maior vergonha (e que acreditas os outros não sabem) é ser...
A.
 
Vulgar, indesejável, detestável, vazia, uma pessoa insignificante.B.
 
Inferior, inútil, impotente, invisível, medíocre, indesejado.C.
 
Inútil, insignificante, dispensável, carente, indesejado, passivo‐agressivo.D.
 
Fraco, receoso, inseguro, impotente, perdedor, cobarde.E.
 
Mesquinha, insignificante, impotente, insuficientemente boa, incapaz, vigarista, mentirosa.F.
 
Incapaz, impotente, excessivamente sensível, descontrolado, palerma.G.
 
Irresponsável, egocêntrico, descontrolado, impotente, dispensável, inútil.H.
 
Imperfeita, indesejável, acabrunhada, falsa, má.I.
 
Sem carácter, ofensivo, egoísta, mau rapaz, manipulador, vingativo.J.
 
Impotente, fraco, carente, vulnerável, palerma, uma desilusão.K.
 
Cobarde, ferido, impotente, traiçoeiro, produto danificado.L.
 
Triste, resignado, pessimista, desanimado, rejeitado, desesperado, não mereces ser amado.M.
 
Insuficientemente bom, inferior, medroso, emocionalmente contestado, estúpido, idiota.N.
 
Carente, inútil, desesperado, insensível, egoísta, inferior.O.
 
Inútil, ofendido, rejeitado, abandonado, sem solução, desamparado.P.
 
Incapaz de seres amado, maçador, inútil, diferente, rejeitado, nada de especial, não és autêntico.Q.
 
Não serves para nada, inferior, sempre em segundo lugar, sem talento, inseguro, dissimulado.R.
 
Inerentemente imperfeito, doentio, ferido, aterrorizado, proscrito, antipático, só.S.
 
Antipática, indigna de felicidade, indefesa, triste, impotente, resignada.T.
 
Sem mérito, inferior, maçador, mediano, inútil, assustado.
 
 
©
Emídio Carvalho, 20093
 
5. Escolhe uma afirmação com a qual te identifiques.
A.
 
“Passo o tempo a pensar no meu visual e em como os outros me vêem.”B.
 
“Sou um amante carismático capaz de derreter a defesa mais estóica com um sorriso.”C.
 
“Tenho uma necessidade profunda de ajudar os outros. Sempre.”D.
 
“Gosto de provocar, intimidar, e apontar o dedos aos outros.”E.
 
“A minha simpatia e inocência são aparentes e servem para encobrir muitas mentiras.”F.
 
“Esforço‐me continuamente para fazer ver aos outros que está tudo bem.
No worry 
.”G.
 
“Carrego o mundo ás costas, já que os outros são tão irresponsáveis.”H.
 
“Sou a diferença positiva no mundo. Sempre com um sorriso para dar a todos.”I.
 
“Se as pessoas à minha volta estiverem felizes, eu também fico feliz.”J.
 
“Cuidado! Fui muito maltratado na infância. Se não te meteres comigo eu deixo‐te em paz.”K.
 
“Odeio tudo e todos. Só consigo algum alívio quando faço sofrer os outros.”L.
 
“Estou determinada a provar que sou a pessoa mais feliz, mais afável e mais carinhosa do mundo.”M.
 
“Gosto de corrigir os meus amigos quando dizem algo que sei estar errado.”N.
 
“Estou sempre disponível para ajudar os amigos. Preciso de sentir que sou necessário.”O.
 
“Tenho muito medo do futuro. Prefiro agarrar‐me ao passado, por mais doloroso que seja.”P.
 
“Adoro contar anedotas. Gosto de me divertir e certifico‐me que os meus amigo também!”Q.
 
“Adoro mencionar os nomes das pessoas com quem me relaciono e que ocupam uma posição socialelevada.”R.
 
“Gosto de frequentar cursos de desenvolvimento pessoal porque sei que devo ser muito mais do queaquilo que penso acerca de mim. E quero eliminar este problema de obesidade.”S.
 
“Só podemos evoluir através do sofrimento. E todo o meu sofrimento... cansa‐me, mas deve serkarma.”T.
 
“Onde quer que vá sou sempre o centro das atenções! E eu adoro ser o centro das atenções!”
6. Qual dos seguintes NÃO É e/ou NÃO QUER SER (mas tem um/a amigo/a que é):
A.
 
A SEDUTORAB.
 
O CONQUISTADORC.
 
O SUBSERVIENTED.
 
O RUFIAE.
 
A COBRA SILENCIOSAF.
 
O IMPASSÍVELG.
 
O MÁRTIRH.
 
A BOA RAPARIGAI.
 
O TIPO FIXEJ.
 
O DURO DE ROERK.
 
O SEVICIADORL.
 
O ETERNO OPTIMISTAM.
 
O INTELECTUALN.
 
O SALVADORO.
 
O DEPRESSIVOP.
 
O BRINCALHÃOQ.
 
O APOIANTE OFICIALR.
 
O SOLITÁRIOS.
 
A VÍTIMAT.
 
O SOBREDOTADO
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