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Apometria (Portugues) Espírito Matéria 1 José Lacerda de Azevedo

Apometria (Portugues) Espírito Matéria 1 José Lacerda de Azevedo

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Espírito / MatériaJosé Lacerda de Azevedo
Espírito / Matéria
Novos Horizontes Para A Medicina
7ª Edição 2002
Ficha Catalográfica
Elaborada por Miriam Moema Loss CRB-10/801A994e Azevedo, José Lacerda deEspírito/Matéria: novos horizontes para a Medicina/José Lacerda de Azevedo. - Porto Alegre.296 p. : il.1. Espiritismo 2. Espiritismo - Medicina 3. Medicina - Espiritismo I. TítuloCDU 133.9133.9:6161:133.9Direitos reservados à José Lacerda de AzevedoVECGráfica e Editora Ltda.Rua Marista, 279 - Fones/Fax: (51) 3336-3707/3339-4641CEP 90520-120 - Partenon - Porto Alegre - RSvec@graficavec.com.br A
Maria Evangelina Lacerda de Azevedo
, minha mãe (que plasmou meu corpo físico);
Arzelinda De Barros Lacerda
, minha tia materna (que formou meu espírito), e
Yolanda Lacerda De Azevedo
, minha esposa (a quem devo todas as realizações materiais eespirituais),
Preito de Amor.
1
 
Espírito / MatériaAgradecimento
 Nosso preito de gratidão aos ilustres presidentes do Hospital Espírita de Porto Alegre,Dr. Conrado FerrarieSr. João Amado Venâncio.ambos falecidos. O primeiro, fundador dos trabalhos espirituais na "Casa do Jardim", com atécnica da Apometria. O segundo, seu continuador.Hoje, desligados do Hospital Espírita, podemos bem avaliar o desassombro e a integridadede caráter desses dirigentes. Com serenidade fraterna eles nos deram irrestrito apoio desde osmovimentos iniciais, permitindo que medrassem as primeiras sementes de técnicas maisavançadas, no campo do mediunismo.
Este livro é dedicado a todos quantos trabalham no campo do psiquismo, dosmédiuns aos médicos.
Jardim Desvelado
Este livro é conseqüência natural da silenciosa atividade da Casa do Jardim de PortoAlegre, ao longo de mais de vinte anos. Não se trata de obra de um indivíduo, mas de todo umgrupo de pessoas das mais variadas condições sociais e culturais (médicos, advogados,engenheiros, militares, técnicos, donas de casa, operários, estudantes etc.), irmanadas pelo ideal dealiviar não só sofrimentos psíquicos como também doenças que abrangem quase todos os registrosda patologia médica. Na base deste ideal. incandescia-nos o Amor. E é bem possível que tenhamoschegado a praticar a Caridade. embora nos sintamos meros instrumentos de uma Realidade cujasfímbrias apenas tocamos.Ao longo desses muitos anos de perseverante esforço, a vontade de servir nos colocou emcontato com variados e incontáveis fenômenos psíquicos. dando-nos oportunidade de pesquisar causas e evolução. bem como o comportamento dos doentes. Da repetição dos fenômenos surgiramhipóteses de equacionamento que foram se transformando em soluções. E em Leis.É exatamente isso que o leitor encontrará aqui. Verá como certos "misrios" secondensaram em hipóteses que, em seguida, se cristalizaram em Leis ao longo de caudaloso fluxode fatos e histórias clínicas, de fenômenos e formulações.2
 
Espírito / MatériaUma Flor
 Foi numa manhã fria de maio de 1985 que conheci o Dr. José Lacerda de Azevedo. A"Cara do Jardim" do Hospital Erpwa de Porto Alegre regurgitava de gente à espera deatendimento, pessoas de todas as classes sociais, que ali chegavam no rastro de uma esperança decura.Como todos os outros, eu esperava.Quando meu nome foi anunciado, entrei em corredor transitado por pessoas de jalecoazul. Lembro-me de que me dirigi a mais de um dos tranqüilos senhores grisalhos, pensando quealgum deles fosse o Dr. Lacerda. Encontrei-o, por fim. E surpreendi-me.O homem me pareceu humilde até na estatura, olhar doce mas amorosamente vivo. Irradiava fé, uma luminosa determinação que esvoaçava em cada gesto suave, na mansidão davoz, nas contrações dos lábios fortes. Naquele primeiro momento não lhe vi a idade sessentona, asvestes simples, os cabelos embranquecidos em torno da discreta calva. Encantei-me com aquela silenciosa compaixão escondida em sorriso que parecia sempre prestes a desabrochar, ofuscava-me aquela sinceridade mansa, aberta de par em par. Eu não sabia. Naquele momento estava nascendo, acompanhada de indefinível veneração,talvez a mais profunda amizade que a vida poderia me oferecer. Devagar, em contatos que se tomaram mais e mais freqüentes, fui conhecendo em detalhesum trabalho espiritual de enorme importância, realizado com admirável persistência durantecerca de um quarto de século. Paciente e silenciosamente, o Grupo liderado pelo Dr. Lacerdavinha explorando dimensões do Espírito, ousando penetrar em Universos escondidos pelaslimitadas percepções de nossos sentidos. Hipóteses foram se cristalizando em Leis, Leis quetransformam em coisas simples e naturais muitos mistérios antigos, Leis provadas e comprovadasdurante muitos e seguidos anos. Para discussão dos fenômenos (tanto velhos e clássicos comonovos), para formulação de hipóteses sobre causas, inter-relações, alcance de efeitos e possíveis Leis, para as permanentes decifrações era necessário estudo contínuo, atenção de microscopista eao mesmo tempo de astrônomo, um olho nos princípios da Física Nuclear ou Quântica e o outronos mais amplos horizontes do pensamento filosófico, em seu vôo pelo Espírito e pelo Cosmo.Uma tarefa formidável, sem dúvida. Mas que de forma alguma poderia ser realizada com tantosêxitos, descobertas e curas, se não estivesse centrada nos ensinamentos do Divino Mestre e se nãotivesse merecido a cobertura e proteção de Mentores espirituais de elevadíssimo grau evolutivo. Diante dos horizontes que o trabalho permanentemente abria, vi no Dr. Lacerda e seuscompanheiros a sabedoria dos que se sabem eternos aprendizes. Era como se as gigantescas surpresas com que agora se defrontavam - decifrando-as - não fossem diferentes daqueles fenômenos de que trataram nas primeiras reuniões do Grupo pioneiro, quando o trabalho serestringia quase que apenas às reflexões sobre o Evangelho e à doação de fluidos energéticos para uso dos Espíritos caridosos, em sua faina samaritana. Pesquisa, permanente pesquisa. Cuidadosa vigilância contra preconceitos, fanatismos, fantasias e, principalmente, contra vaidades. Ousar, experimentando: pôr à prova, ad nauseam, oconhecimento recém-adquirido, de modo a dar-lhe consisncia de diamante. Enxergar o Desconhecido não como algo aterrador, mas simplesmente novo à espera de desbravamento quedeverá torná-lo velho, um dia. Ter os olhos muito abertos, sempre, mas imersos na Eternidade. Embora empurrando a mente até os limites quase impensáveis, abrir, ao mesmo tempo, o coração;amar com Amor que tudo abarque, sentir em si próprio pulsar a Humanidade de todos os tempos
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