A REVISTA ELETRÔNICA DA GATINHA
ÍNDICE
FADAS EM MINHA VIDA
Nasci em me criei em Dort, um pequeno vilarejo entre Reisa e Dresden, no sul daAlemanha. Meu avô e o que restou da família havia mudado de Berlim, destroçada pelaguerra, para lá. Com o tempo, todos acabaram retornando à capital. Os últimos foram quandoo Muro, finalmente, foi derrubado. Apenas tia Helga, já idosa, continuou morando lá.Intrigou-me voltar a Dort, depois de adulto, principalmente porque ainda tinha na memória abeleza e a tranqüilidade daquele local, cercado de verde por todos os lados, com casas novelho estilo colonial. O que encontrei, no entanto, foi uma paisagem cinzenta e triste, com anatureza devastada, campos e florestas destruídos, nascentes e rios poluídas, fumaça defábricas e uma população urbanizada, apresada, sem aquela serenidade com que oslembrava, de minha infância.Minha tia havia morrido e deixado a casa para mim. Fui até lá com a intenção de vendê-la,mas hesitei. Aquelas paredes pareciam as mesmas de minha infância e para todo canto queeu olhava havia uma lembrança. Descobri um álbum de fotografias antigas e em muitas delasem me reconheci criança ainda. Chamou-me a atenção uma das fotos, que retratava o bosqueao redor da cidade, num ponto onde nós, crianças, costumávamos visitar, pela manhã, paraprocurar pegadas de gnomos e fadas.Tia Helga muitas vezes nos acompanhara até lá. Eu me lembrei daquela época. Tia Helgatinha longas tranças louras e era muito bonita, com olhos azuis enormes e rosto sorridente. Eudesconfiei por muito tempo que ela fosse a Rainha das Fadas daquela região, pois certa vez,quando ela se reclinou contra um tronco, numa manhã de primavera, eu pude ver os pequenosfocos de luz cintilando ao seu redor de sua cabeça. Minha tia murmurava e riasilenciosamente. Eu imaginei que ela conversava com as fadas, dava ordens e ouvia seusrelatos.Conversei com o médico que cuidou de minha tia nos últimos dias. Segundo ele, aenfermidade que a consumiu estava em estado muito adiantado.— O que sempre me surpreendeu foi a maneira como ela conseguiu conviver com essadoença terrível. As dores deveriam ser lancinantes, mas ela jamais aceitou um analgésico.Não sei como fazia para suportar a dor. Ela costumava brincar comigo, dizendo que usavaremédios que as fadas e os gnomos preparavam pra ela — confessou o médico, comincredulidade.Eu encontrei frascos com remédios feitos de plantas. Imaginei que fora com eles que minhatia aplacara as dores que sentia nos últimos dias de vida. Eram receitas populares, feitas comervas e um pouco de fé. Haviam sido úteis para ela.Eu tinha que decidir o que fazer com a casa. Logo surgiram ofertas de compra. O que medetinha, porém, era uma informação que o advogado dela me passou. O testamento fora feitono dia que antecedeu a morte dela, para minha surpresa. Recebi, finalmente, uma ofertairrecusável pela casa, hesitei, depois resolvi que não a venderia. Uma amiga de minha tia meprocurou, oferecendo-se para cuidar da casa, enquanto eu estivesse fora. Quando euquisesse, poderia voltar e passar alguns dias lá. Se no futuro decidisse vender, ela tambémcuidaria de tudo. Achei que era a melhor coisa a fazer.Quando achei que nada mais havia a fazer em Dort, decidi voltar para Berlim. Na noiteanterior a minha partida, apanhei um copo de vinho, sentei-me na varanda e fiqueibebericando, enquanto meditava. Estava tudo muito calmo naquela noite. Um céuincrivelmente limpo exibia estrelas cintilantes, fazendo-me lembrar do céu de minha infância. Alua cheia surgiu, jogando claridade sobre a rua e sobre os telhados.Nunca me senti tão em paz, como naquela noite. Por um longo tempo fiquei ali, olhando o jardim. Havia uma planta no centro dele que me chamava a atenção. Olhando-a, percebi umbotão prestes a se abrir. Tudo era muito nítido ao luar e, incrivelmente, eu podia acompanhartodo aquele processo lento, como se minha mente estivesse sintonizada na planta.Então, a flor desabrochou e, naquele breve instante, eu vi aquela forma delicada e brilhantede pura luz colorida escapar da coroa aberta e se lançar no ar. Girou ao redor da florvelozmente, depois desapareceu como uma estrela cadente. Belisquei-me. Queria ter certezade que não estava sonhando. E juro como não estava quando vi, junto àquela planta, o rostosorridente de Tia Helga. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele sumiu, desvanecendono meio da folhagem.Lembrei-me, então, das histórias de minha tia sobre o nascimento das fadas. Quando umaflor se abria, liberava uma fadinha. As Fadas Rainhas, no entanto, nasciam quando se abriauma Rainha das Rosas que, por sua vez, só se abria na noite de São João. Essa noite marcao meio do verão no hemisfério norte. Ali, sentado na varanda, naquela noite, fiquei observandoo jardim, vendo flores se abrindo e luzes brilhando. Na manhã seguinte, antes de partir,percorri o lugar, olhando atentamente o chão. Vi dezenas de minúsculas pegadas e, porinstantes, voltei a minha infância, quando fazíamos o mesmo na companhia de minha queridatia.Sempre que posso agora, vou a Dort. Sento-me na varanda e fico olhando o jardim. Asfadas que nascem já não fogem de mim e vêm esvoaçar ao meu redor. As pegadas dosgnomos estão cada vez mais próximas da casa.
FANTASMAS NÃO EXISTEM
Uma vez alguém disse:
não acredito em fantasmas... mas tenho medo deles!
Hoje em diaesse tipo de crença acabou sendo ridicularizado pelos livros, filmes e desenhos infantis. Nãohá espaço no mundo moderno para formas diáfanas flutuando na noite, arrastando correntes,uivando, chorando ou rindo através de corredores sombrios. Essas imagens inesperadas nãosurgem mais nos espelhos das casas iluminadas por poderosas lâmpadas elétricas. Ninguémmais fica grilado com os barulhos noturnos no sótão da casa. A preocupação toda concentra-se no portão, no marginal que pode surgir a qualquer momento, na bala perdida ou no bêbadoao volante. Esses são fantasmas mais assustadores que os de antigamente, expulsos dacidade grande.Se você for para o interior, hospedando-se numa velha casa, construída no século passadocom madeira de lei, sem luz elétrica, certamente fará uma viagem a esse passado. Deitada, ànoite, em sua cama, ouvirá estranhos estalidos. Antigamente diziam que eram fantasmasvagando pela casa. Hoje sabemos que são ruídos produzidos pela madeira que, durante o dia,aquecida pelo sol, expande-se. À noite, quando esfria, ela se contrai, estalando. É científico. Ese você descer ao velho porão, no meio da noite, e ouvir um gemido, pode ter certeza de queé o vento soprando por alguma abertura ou passando por alguma fresta. Qualquer criançasabe.À verdade é que fantasmas não existem. Se você estiver na cama e, de repente, ter asensação estranha de que está deitada nos pés, não fique assustada. É um fenômeno comum,provocado pela excitação, pelo ambiente desconhecido onde você não tem referências para seorientar visualmente. Basta acender um fósforo para tudo voltar ao normal. Não foi nenhumfantasma que a virou na cama. E não se aborreça se procurar o travesseiro e o encontrar nospés da cama. Você o pôs lá de alguma forma. Fique no escuro, de olhos abertos, imaginandopor que teria feito isso. É divertido!No interior, nas pequenas cidades ou nas antigas fazendas, sempre há casas ou locaisconsiderados mal-assombrados. Normalmente têm uma aparência sinistra, com vegetação eárvores sombrias dando um clima
fantasmagórico
. O medo, na verdade, está do lado de forada casa. Quando você entra, as teias de aranha, a poeira acumulada, uma velha mancha desangue ou um estalido na madeira são acontecimentos absolutamente naturais e têm umaexplicação. Essa história de que o sofrimento dos que viveram ou morreram ali ficaramimpregnados nas paredes, assoalhos e teto é pura crendice. Fique ali por algum tempo e veráque nada a afetará. A sensação de angústia que tomará você de assalto é puramentepsicológica. Você acredita que a energia negativa impregnada na madeira da construção podefluir para seu corpo e carregá-la negativamente? Ora, nem uma criança acreditaria nisso.Você já esteve num local onde houve uma tragédia? Um acidente, por exemplo, onde umadezena ou mais pessoas morreram? Imagine um acidente de ônibus, muito comuns emnossas estradas mal conservadas. Por algum motivo, o veículo colidiu com uma árvore.Quinze pessoas morreram ali, no meio da noite. Acordaram com o guinchado dos freios, com orangido do metal rasgando e sentiram no corpo o impacto violento com a árvore. O sanguedeles a chuva lavou há muito tempo. Se você se sentar debaixo dessa árvore, num dia de sol,com uma brisa gostosa soprando, poderá fazer um tranqüilo piquenique, sem se preocuparcom os fantasmas que moram ali. Afinal, fantasmas não existem. Sinta a brisa. Ela traz umcheiro estranho, mas é porque você não está acostumada com o cheiro de mato e de terra.Ouviu um gemido? Que bobagem! Foi o vento fazendo um galho esfregar-se no outro. Sentiuum arrepio inesperado o corpo? Foi a brisa fria ou o prenúncio de um resfriado. Fantasmasnão existem! Convença-se disso!Quando eu era criança e morava no interior, tinha um medo enorme de fantasmas. Todomundo dizia que eram reais. Que existiam. Qualquer pessoa mais velha tinha uma históriapara contar. Era parte do chamado folclore. Eu mesma sei de algumas histórias. Até de umaque aconteceu comigo. Eu devia ter uns dez anos e fomos passar as férias no sítio do meuavô. Havia um rio enorme que passava na parte baixa do sítio, onde nós nos refrescávamosdurante os dias quentes de verão. Na fazenda, situada rio acima, havia acontecido umatragédia. A filha de um coronel havia se apaixonado por um simples colono que trabalhava nocafezal. Após algum tempo de namoro escondido, resolveram assumir o romance e contar aopai dela que pretendiam se casar. A reação do ricaço foi imediato. Sem dizer uma só palavra,ele sacou o revólver e atirou no rapaz, matando-o ali, na frente da amada. Enlouquecida, a jovem correu para o rio, onde se atirou. Seu corpo jamais foi encontrado.A história era por demais conhecida em toda a região. Uma tarde, já caindo a noite, euestava na margem do rio, quando vi um corpo que boiava descendo tranqüilamente o rio. Era ode uma jovem. Ela descia o rio com os braços abertos e os cabelos espalhados ao redor dacabeço, produzindo intensos reflexos ao sol poente. — Olá! — gritei eu e ela me ouviu, pondo-se de pé.Sorridente, ela veio caminhando na minha direção. Na hora eu nem me lembrei que,naquele ponto da correnteza, o rio tinha alguns metros de profundidade. Ela trazia na mão umramo de café. Eu podia ver os frutos vermelhos e lustrosos. Então ela parou de sorrir ecomeçou a chorar. A uns dois ou três metros de mim, ela me olhou com uma expressão tristee desapareceu como um reflexo ou uma miragem. Ela simplesmente desapareceu.Eu sei que existe uma explicação lógica para isso. E vou achá-la. Enquanto isso, guardocom um certo carinho aquele ramo de café. Os frutos continuam vermelhos e lustrosos atéhoje!
GUIA DOS NAMORADOS
O namoro é o ato de namorar, conhecido popularmente por diversos outros nomes como:namoração, galanteio, derriço, pé-de-alferes, azeite, bredo, camote, cera, chamego, embeleco,grude, mormaço, paleio, prosa, sebo, sumbaré, suruba, tijolo, tribofe, xodó e outros. Tantasquantas são as denominações também são as variações dos sentidos de enamorar-se.Para os mais conservadores o namoro é compromisso sério, que deve ser aprovado pelafamília e honrado pelo casal. Para outros, porém, não vai além de um simples e passageiroencontro entre duas pessoas, sem maiores compromissos. As pessoas imaturas pensam quequalidade é quantidade e acham que quanto mais bocas beijarem e quanto mais corpostocarem, mais aprenderão sobre a arte de amar. Com o desenrolar da vida essas pessoasacabam descobrindo que se enganaram.O namoro existe essencialmente para duas pessoas se conhecerem melhor, criarem umaintimidade maior entre si e, finalmente, decidirem se querem ou não assumir umrelacionamento mais firme.Cedo ou tarde todo mundo aprende que não é nem um pouco interessante se envolver comalguém por quem não se sente nada. Com a experiência e a maturidade descobre-se que éextremamente gratificante enamorar-se daquele por quem realmente se nutre sentimentosmais íntimos, profundos e recíprocos.Geralmente é no primeiro amor que se descobre o sentido mais espiritual do namoro, queevolui depois para os aspectos físicos, como as manifestações de carinho e o próprio sexo.Neste e nas futuras relações de namoro, imprevistos e surpresas ocorrem, constituindo-senum constante aprendizado.Em matéria de amor, é preciso que se esteja sempre aberto para crescer cada vez mais, afim de atingir a sublimação desse sentimento tão nobre. Para isso, é preciso não ter medo dese machucar e aproveitar tudo que acontecer como experiência e aprendizagem. Por envolverduas pessoas, o namoro acaba criando alternâncias de toda sorte. Há o namoro correto, deduas pessoas livres e desimpedidas, tanto quanto há o namoro de pessoas que, por questõesalheias a suas vontades, não podem assumir abertamente seu namoro, por seremcomprometidas.O assunto pode até melindrar os mais moralistas, mas não se pode fechar os olhos àrealidade, porque a sabedoria popular vê e registra tudo isso. Esse tipo de ligação é freqüente.A época das ligações legais e dos namoros de papel passado parece que ficou para trás, emalgum lugar do tempo.Hoje em dia as pessoas ficam ou se unem e vão morar juntas com freqüência, assumindorelacionamentos que escandalizariam a moral de algumas décadas atrás. Se dá certo,oficializam ou continuam juntas. Se não dá certo, cada um vai para o seu lado e a vidacontinua. O namoro é uma experiência única na vida das pessoas, principalmente o primeirodeles, que marca para sempre a passagem da puberdade para a maturidade. Até um certoperíodo da vida, meninos e meninas não se interessam pelo sexo oposto. Quando asmodificações da adolescência começam a ocorrer e os hormônios se agitam em seus corpos,essa atração vem de maneira formidável, mudando todos os conceitos pessoais e abrindo umnovo horizonte emocional para todos.As experiências se iniciam e é através da tentativa e do erro que se aprende. Não existeum manual do namoro capaz de fazer com que duas pessoas, seguindo as mesmas técnicas,tenham os mesmos resultados. Cada pessoa é única inclusive no seu poder de atração.Namorar é experimentar. Trata-se de um compromisso leve, onde duas pessoas aceitam odesafio de se conhecer e de descobrir as formas como um pode completar o outro.Caminhando nessa direção, os dois acabam se encontrando no fim do caminho, pois se umprocurar agradar o outro, a felicidade será possível. O egoísmo não pode existir. A felicidade éo objetivo único e deve ser perseguido a dois, jamais por uma ou outra pessoaindividualmente.O namoro é tempo de descobertas, de vivenciar novas experiências, de conhecer pessoase de exercitar a emoção, descobrindo a paixão, os segredos do coração e as artes do amorem toda a sua plenitude, desabrochando para os prazeres do sexo.Esse tempo importante na vida das pessoas não deve nem precisa ser encarado como umação pecaminosa nem resultar em complexos de culpa e outras sensações negativas queanulam o prazer dessas descobertas. O amor é satisfação e pode ser uma fonte de prazer.Quando há respeito entre o casal e tudo que fizerem juntos for fruto de sua livre e espontâneavontade, deve ser encarado como uma experiência única e vivida com intensidade.O amor é o sentimento mais nobre de todos. Não há como vivenciá-lo ou experimentá-losem passar pelo namoro, pelos momentos gostosos de descoberta e de identificação entre umcasal. É tão mágico que, para muitos, o namoro é um estado de espírito e não um período davida. Para vivê-lo intensamente, é preciso desvendar seus segredos. E nesse campo, ninguémtem o controle de nada nem detém a verdade absoluta. Cada cabeça é sempre uma sentençae as reações são guiadas por elementos subjetivos e pessoais. Mesmo assim, é interessanteobservar como duas pessoas absolutamente estranhas se encontram, são atraídas uma pelaoutra, apaixonam-se, namoram e vivem todo um relacionamento cheio de altos e baixos, quepode evoluir positivamente ou, cedo ou tarde, acabar-se.As coisas do coração ainda continuam ocupando boa parte dos pensamentos das pessoas.Incompreensivelmente, quando chegamos ao final do milênio, percebemos que toda aevolução do homem até este momento ainda não o livrou de sofrer por algo tão simples e, aomesmo tempo, tão complexo.
NUMEROLOGIA
A Numerologia é o estudo da significação oculta dos números e da influência deles nocaráter e no destino das pessoas. Ao atribuir um número a cada letra do nome e resumindoesses números a um algarismo final, a numerologia mística tem fornecido importanteselementos para o auto-conhecimento e para o aperfeiçoamento pessoal. Ao nomear um filho,os pais assumem uma responsabilidade enorme, pois o futuro dessa criança dependerá muitodas constantes vibrações provocadas pela pronúncia desse nome. Assim, nada como garantiro futuro dela, escolhendo um bom, forte e tradicional nome, seguindo os ensinamentos danumerologia.E você, gostaria de saber que influências seu nome exerce sobre sua personalidade eestabelece sua forma de agir? Siga os passos descritos a seguir para encontrar o Número doEquilíbrio do seu nome. Esse número representa a essência do que você, resumindo-se anove possibilidades, conforme explicado em seguida.
Primeiro passo:
transforme as vogais e consoantes em números, conforme a tabela abaixo:
123456789ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVXYWZ
Usando o nome EVALDO PRADO como exemplo, temos:a)
E
=5+
V
=4+
A
=1+
L
=3+
D
=4+
O
=6+
P
=7+
R
=9+
A
=1+
D
=4+
O
=6=50;b) 5+0= 5 ( 5 é o Número do Equilíbrio).
Segundo Passo:
veja as características de seu nome e siga as orientações para aperfeiçoar-se.
NÚMEROS DO EQUILÍBRIO:
Número 1:
personalidade versátil e ao mesmo tempo independente. Na maior parte dasvezes, seus objetivos são sempre elevados e aparentemente exagerados para os outros, masnão para você, que precisa sentir o desafio para se motivar.
Número 2:
tem uma relação muito forte com a paz, a lei, a ordem e a justiça, às quais defendecom unhas e dentes e nas quais pauta a sua vida. Preocupa-se com o próximo e não raroanula a própria vida em benefício da família ou de terceiros.
Número 3
: tem preocupações e envolvimentos eminentemente sociais, precisando estarsempre cercado de gente, seja em função da família, do trabalho ou das amizades. Aimpaciência pode ser um defeito, mas a emotividade torna você sempre muito popular.
Número 4:
a tensão e o nervosismo nos negócios tira todo o seu senso prático. Superandoesse pequeno defeito consegue sucesso, pois tem um faro insuperável para realizar bonsnegócios.
Número 5:
a intelectualidade e a personalidade magnética tornam você muito bem sucedidana vida ou na carreira profissional, onde normalmente sonha alto e atinge seus objetivos.
Número 6:
com certeza é um pouco teimosa e dominadora, mas, ao mesmo tempo, amorosae bondosa, comunicando-se com facilidade e tendo uma habilidade nata para ensinar, orientar,coordenar e educar pessoas, principalmente as mais jovens.
Número 7:
não deve ser exigente demais consigo mesma e aprender a confiar mais em seupotencial, em seu conhecimento e em suas habilidades. Pode se sentir insegura diante de suaintuição ou de seu potencial psíquico, pois isso a assusta inicialmente.
Número 8:
deve evitar ao máximo sua tendência em se apegar às coisas do passado, pois ofuturo que a espera é sempre muito bom, onde as necessidades materiais serão facilmentesuperadas, graças a sua incrível capacidade de trabalho.
Número 9:
a determinação é uma de suas principais virtudes, galga facilmente postos dechefia e prefere trabalhar sozinha, embora isso não afete seu relacionamento com as pessoasnem sua capacidade de expressar sua emoção e seus sentimentos.