apresentou apropriadamente.Dona Celestina é a personificação da “Mãe Milho” e “Mulher Dragão”. Eu encontrei nelaferocidade e competência vindo juntas. Entre sua área de destreza energética era longevidade esabedoria, praticas de energia sexual, e antídoto poderoso bruxo. Durante minha continuidade emsua casa em San Luis Rio Colorado, Sonora, eu trabalhei diariamente para manter-me, enquantoainda era hóspede. Ela não tolerava nada. No começo de nosso relacionamento eu esfregava osazulejos, móveis e piso, até brilharem, lavava roupas à mão. À tarde, passava roupas e mais emais até que as rugas alisassem impecavelmente e então limpava os azulejos até que pudessecomer no chão. Finalmente, tendo dominado todas as tarefas, me juntei a um pequeno grupo degarotas aprendizes de costura a maquina. Juntas, nós finalizávamos roupas para ser vendidas nomercado, todas seguindo a experiência efetiva e sob seu escrutínio bruxo. Eu nunca comecei aperceber que algumas de nós tomando a si mesmas como aprendizes. Era assunto desobrevivência.À noite, quando as sombras esgueiravam-se e as jovens garotas iam para a cama, DonaCelestina e eu íamos ao seu quarto escuro aprender “trabalhinhos”. Este era seu altar deconhecimento e aconselhamento. Era proibido entrar nele sem seu acompanhamento, e nunca nosatrevemos a quebrar esta regra. Na primeira hora do crepúsculo nós jantávamos em sua velhaazulejada cozinha, um simples, mas poderoso jantar – milho, abóbora, feijão, pimentas e tortillas,acompanhadas por café forte. Nós deixávamos os pratos de molho, e desfrutávamos as mudançasna luz e brisa do pátio interno da casa. À noite, como duas sombras vagantes, entravamos em seuquarto esfumaçado e sentávamos em sua rústica mesa. O quarto espaçoso tinha e ainda agorasempre brilhava somente à luz de velas e toda a energia concebível podia ser encontrada dentrodele.Nós sempre discutíamos e trabalhávamos bem à noite. Algumas das coisas que aprendicom Dona Celestina foram terrificantes, mas ela ensinava naturalmente o que ela fez parasobreviver, bem como o depoimento sobre a Mãe Terra no tempo das mudanças terrenas. Onúcleo de seus ensinamentos encontrava-se no corpo da energia sexual espiritualizada praticadascom conhecimento antigo. Aquelas foram as áreas que focalizei minhas descrições.Com este núcleo, eu também compartilhei mais do que energia sexual e praticas de sonhocom meus outros mestres Don Juan e Chon Yakil. Assim, esta foi uma profunda conexão entreenergia sexual e sonho, especialmente o sonho xamânico. Algumas iniciações foram descritas emmeu primeiro livro “Medicine Dream”, onde reconto como fui introduzida no mundo dos xamãs erituais de cura e sonhar o “duplo” desenvolvido. As instruções de Dona Celestina e suasperspectivas são completamente novas nas circunstâncias deste livro atual.O foco presente no meu trabalho nesta área, com Chon Yakil nos seus 86 anos depraticante da vertente tolteca maia do nagualismo, foi agora envolvido. O que ele solicitava euestive aplicando nos tratados da comunidade médica, com psiquiatras, no numeroso grupo dexamanismo, medicina alternativa e medicina tradicional nativa. Em detalhamento às atuais praticasde sonhar prescritas para cura, baseia-se em ver energia diretamente, eu consegui demonstrar nasenfermidades e outros males espirituais e energéticos, antes de fisicamente manifestados.Todo este conhecimento, combinado com o que tenho aprendido com Don Juan e seuverdadeiro e autentico fogo interior energético através de praticas até o momento da morte,compreende novos aspectos descobertos no antigo nagualismo xamânico e contem peças valiosasno quebra-cabeças espiritual e metafísico. Eu tenho encontrado, em adição ao tolteca, nahua emaia, algumas culturas indígenas que tem o nagual, o Shapershifter Sun ou Fire Being (Uay Kinna linguagem maia) e tenho começado a ter conhecimento do fogo interior. Os Q’erro,descendentes dos Incas são um exemplo. Os Yaqui, Yuma e Dineh, ancestrais culturais doMississipi são outros. Nagualismo tem sido encontrado suas raízes em alguns conhecimentos prétibetanos e siberianos e começou muito antes destes, durante a travessia transcontinental dosxamãs talvez 40.000 anos atrás.
Leave a Comment