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UNIFESP/LP/Inglês-Francês
42.
O articulista, usando de humor,(A)felicita os supostos habitantes de Plutão pela decisão emseu favor, tomada na assembléia da UAI.(B)convida os supostos habitantes de Plutão a visitarem aTerra, nos próximos quarenta anos.(C)conclama seus eleitores a descobrirem se há ou não vidainteligente em Plutão.(D)imagina os sentimentos e reações dos supostos plutonea-nos diante do rebaixamento de seu sistema.(E)afirma que não deve haver mais do que quarenta habi-tantes no minúsculo Plutão.
43.
Assinale a alternativa que corresponde, em português, à ex-pressão sublinhada na fraseL’ennui, pour les manuels scolaires, c’est qu’il faut (…) rec-tifier le neuf en huit (…)(A)ele faz(B)é preciso(C)ela fez(D)faz falta(E)é facultativo
44.
Assinale a alternativa que corresponde ao singular da expres-são verbal sublinhada na fraseIls n’habitent plus une planète du système solaire.(A)Il n’habite plus(B)Il n’habitera plus(C)Il n’a plus habi(D)Il n’habitait plus(E)Elle n’habite plus
45.
Assinale a alternativa em Português que corresponde correta-mente à frase em Francês:Dorénavant, on considère la planète Pluton comme uneplanète naine!(A)Há algum tempo, o planeta Plutão deixou de ser consi-derado estrela-anã!(B)De agora em diante, o planeta Plutão será consideradoapenas um planeta medíocre!(C)De hoje em diante, o planeta Plutão passa a ser conside-rado um planeta anão!(D)De hoje em diante, o planeta Plutão tem de ser classifi-cado como um planeta simples!(E)De agora em diante, Plutão, o planeta, deixa de ser classi-ficado como planeta-anão!
REDAÇÃO
Leia os textos a seguir, auxiliares ao desenvolvimento de suaredação.T
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O jovem e a sexualidade
Flavio Gikovate
Sabemos que ainda é grande o número de moças que engra-vidam contra sua vontade apenas porque pensam que “com elasnada de mau irá acontecer”. Sabemos também que o nível de in-formação acerca das práticas sexuais poderia ser mais completonas classes sociais mais baixas. De todo o modo, os moços estãomuito mais bem informados do que quando eu comecei a traba-lhar o tema da sexualidade, isso ainda no fim dos anos 1960. Poroutro lado, se pensarmos na questão sexual, nas importantes dife-renças que existem entre os sexos, na homossexualidade, nas re-lações entre sexo e amor e principalmente nas questões relativasao amor, penso que o nível de ignorância é enorme. O mais graveé que a grande maioria dos adultos não dispõe de informaçãomínima a respeito, de modo que não podem sequer tentar orientaros moços sobre os quais teriam alguma influência. Assim, no quediz respeito às trocas de carícias, à liberdade com que elas sãoexercidas e como agir com o intuito de agradar e satisfazer oparceiro, temos caminhado bastante. Agora, sobre as relações entresexo e agressividade, sobre o jogo de poder que se estabeleceentre os sexos, sobre as questões amorosas e sobre a importânciada amizade entre homens e mulheres, ainda estamos engatinhando.O maior problema dos adolescentes, que hoje se iniciam se-xualmente antes mesmo dos 16 anos de idade, é que essa fase davida se caracteriza por uma onipotência difícil de ser quebrada,mas sobre a qual deveríamos agir o mais cedo possível. Nossos jovens devem ser esclarecidos desde cedo de que eles não sãocriaturas privilegiadas e que carregam uma estrela na testa quelhes protegeria contra as catástrofes ou todas as dores a que todosestamos sujeitos. Isso depende de uma educação responsável desdeos primeiros anos da infância, educação realista, pois as ilusões eas falsas idéias devem ser combatidas desde o início.(...)Um importante ingrediente da nossa sexualidade sempre sedeu de forma virtual. Não dispúnhamos dos equipamentos que hojeestão ao nosso alcance: sexo por telefone, sexo e internet, farturade material erótico e pornográfico para estimular a fantasia de jo-vens e adultos, etc. Não vejo como possamos ver qualquer malefí-cio associado ao sexo virtual, uma vez que o sexo sempre foi fun-dado antes de tudo em fantasias. Não prejudica e nem impede oestabelecimento de elos amorosos de boa qualidade, condição emque as trocas eróticas ganham um real significado interpessoal nãopor causa do sexo e sim por força do amor que une aquele par.
(www.psicopedagogia.com.br/entrevistas/entrevista. Adaptado.)
 
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 Deixa ele dormir em casa?
Dormir com o namorado no mesmo quarto pode parecer pri-vilégio de pessoas mais velhas, independentes, que moram sozi-nhas. Mas não é. Muitos adolescentes já conquistaram esse direi-to e levam seus namorados e namoradas para dormir na casa dospais.No começo, quartos separados. Depois de algum tempo, quan-do os pais se acostumam com o novo “membro” da família, libe-ram o casal para dormir no mesmo quarto.A primeira vez pode ser por acaso. André (nome fictício), 18,por exemplo, pediu para sua mãe deixar sua namorada dormir emcasa numa noite em que o casal estava voltando tarde de umafesta. A garota percebeu que tinha esquecido a chave de casa.“Perguntei para minha mãe se ela poderia ficar em casa e elatopou.”Naquela noite, eles dormiram em quartos separados. Hoje,no entanto, dormem juntos. “Quando minha mãe pegou confian-ça e viu que o namoro era para valer, ela liberou”, diz André, quenamora há um ano e nove meses.(...)Já Ana Paula, 45, mãe de Ana Carolina, 16, não encarou tãonuma boa quando a filha resolveu dormir com o namorado,Gabriel, em casa. “Fui vencida pelo cansaço. No começo, pediapara eles dormirem em quartos separados, mas, quando acordava,via os dois saindo juntos do mesmo quarto. Tentei resistir, maschegou uma hora em que não tinha mais o que fazer e eu tive queliberar. Se ela já tem vida sexual ativa, melhor que seja em casa,com segurança, sem correr riscos”, diz a mãe.
(Folhateen,
Folha de S.Paulo
, 04.09.06. Adaptado.)
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 A sexualidade do adolescente
Na ética adolescente,
 ficar 
significa não ficar, não ter com-promisso com amanhã, não criar vínculos definitivos. É, pois,não ficando quando
 ficam
, que eles ensaiam, descobrem, experi-mentam, conhecem sensações, sem os ‘pudores’ de outras gera-ções. Em pesquisa com estudantes dos diversos cursos, identifi-camos vários sentidos para o
 ficar 
: ora ele representa uma marcado tempo, como a superficialização típica da pós modernidade,ora pode significar um caminho de conhecimento para se chegarao namoro, ora pode representar um exercício de liberdade, ouainda é algo visto como muito relativo por deixar quase sempreuma experiência de vazio depois da ficada. O que se observou éque o
 ficar 
expressa uma nova forma de relação, uma ética paraos relacionamentos provisórios, típicos dos tempos de rapidez.Faz parte da regra, que nada fique depois do
 ficar 
.
(
Cadernos, juventude saúde e desenvolvimento
, v.1. Ministério da Saúde.Adaptado.)
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 Amor e Sexo
Amor é um livro – Sexo é esporteSexo é escolha – Amor é sorteAmor é pensamento, teoremaAmor é novela – Sexo é cinemaSexo é imaginação, fantasiaAmor é prosa – Sexo é poesiaO amor nos torna patéticosSexo é uma selva de epiléticosAmor é cristão – Sexo é pagãoAmor é latifúndio – Sexo é invasãoAmor é divino – Sexo é animalAmor é bossa nova – Sexo é carnavalAmor é para sempre – Sexo tambémSexo é do bom – Amor é do bemAmor sem sexo é amizadeSexo sem amor é vontadeAmor é um – Sexo é doisSexo antes – Amor depoisSexo vem dos outros e vai emboraAmor vem de nós e demoraAmor é isso – Sexo é aquiloE coisa e tal – E tal e coisa...
(Rita Lee, Roberto de Carvalho, Arnaldo Jabor.In www.ritalee.com.br. Adaptado.)
A partir das informações apresentadas, de outras de seu co-nhecimento e das múltiplas implicações da sexualidade navida dos jovens, elabore um texto dissertativo, em prosa, ana-lisando e discutindo criticamente:
A
QUESODASEXUALIDADEPARAOJOVEMMODERNO

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