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 Registo Parlamenta
 
 Paulo Pedroso
 
 Junho e Julho de 2009
Debate: os investimentos públicos nocontexto da crise
Uma iniciativa do Jornal do Barreiro em que participei, com Nuno Magalhães (CDS), Fernando Negrão (PSD), Bruno Dias (PCP) e Helena Neves (BE)
Para o bem-estar da próxima geração énecessária uma série deinvestimentos públicosporque são endividamentossaudáveis, o que investimosagora é para ganharmosdepois. Sairemos maisendividados? Sim, mastambém mais preparadospara pagar as dívidas. Adiaras obras públicas é perder uma oportunidadehistórica única. Os próprios economistas doFMI, que não são propriamente esquerdistas,recomendam que se mantenha e acelere o ritmodos investimentos. No nosso caso, acresce que aconjugação da construção da Terceira Travessiado Tejo com o novo aeroporto e o ArcoRibeirinho Sul dá uma oportunidade numageração de reequilíbrio da Área Metropolitana deLisboa.
Novo regime de acompanhamentofamiliar em internamentohospitalar
O grupo de trabalho quer coordenei, integrado por todos os partidos concluiu os seus trabalhos
O grupo de trabalho constituído na Comissão deSaúde apresentou as suas alterações ao projectoapresentado por Maria Rosário Carneiro eTeresa Venda, que consagra o direito aoacompanhamento familiar, ou por pessoadesignada pelo cidadão, em caso deinternamento hospitalar de criança ou pessoaem situação de dependência. O projecto foiaprovado por unanimidade na última sessão doPlenário.
 
 A questão do sigilo bancário: melhorou-seno caminho para a eficiência fiscal, masficaram passos por dar
 Declaração de voto sobre a Proposta de Lei nº 275/X/4ª, subscrita com José Vera Jardim, António José Seguro e Fátima Pimenta
Os signatários votaram favoravelmente aproposta do Governo, pois esta significa umnítido progresso, com vista a uma maiorcapacitação da administração tributária noacesso directo a informação bancária semnecessidade do consentimento do titular, e nãoexigindo, no geral, autorização judicial.Por outro lado fica aberta a possibilidade àsinstituições financeiras de fornecereminformação, embora não determinando o objectoe âmbito de tal informação, como entendiam ossignatários ser necessário. Defendiam estes acriação dum sistema, conforme com às melhorespráticas
 
europeias, de comunicação de saldosanuais de contas bancárias (pelo menos acima decerto montante) que possibilitem á A. Tributáriadetectar situações de claro aumento depatrimónio, em desconformidade com asdeclarações anuais de rendimentos.Entendem os signatários ser esta uma formaaltamente eficaz de combate á evasão fiscal, aoenriquecimento não fundamentado emrendimentos declarados e, naturalmente, apráticas criminosas que poderão estar associadasa tais situações de enriquecimento (corrupção, branqueamento de capitais, tráfico deinfluência).Sendo certo que foi acolhida a possibilidade deinformação pelas entidades bancárias deconteúdo não solicitado pela A. Fiscal, não se dáconteúdo nem se fixa o âmbito a este
 
poder emuito menos se constitui essa pratica num deverde cooperação com a A. Tributária, que decorraregular e periodicamente.O caminho que temos de percorrer, para atingirpatamares de eficiência fiscal correspondentes àsmelhores práticas europeias ficou mais curto,mas no nosso entender temos, está ainda porcompletar.Para aqueles que temem a invasão excessiva daesfera privada do contribuinte pelo Estado,deverá recordar-se que já é hoje dever dosistema financeiro, a comunicação dosrendimentos auferidos por depósitos ou outras
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