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"O sistema, a ciência e a religião se combinaram para deixarbilhões cansados de viver, mas ao mesmo tempo com medo demorrer."
O PLANETA X... E Outras HistóriasParte 5
A PURIFICAÇÃO PLANETÁRIA
O nosso planeta, devido ao grau de poluição e de devastação quealcançou, graças aos desmandos de sua humanidade, atingiu umponto considerado irreversível, de modo que a Terra terá que passarnecessariamente por uma purificação global para a suarecuperação, devendo ser expurgadas as foas involutivas ereequilibrados os níveis materiais.Contribuíram para a situação atual em que a Terra se encontra adissolução da camada de ozônio da atmosfera, camada protetora davida na superfície terrestre; a poluão química; a elevão datemperatura do planeta e conseqüente subida dos mares; asenfermidades desconhecidas; as guerras; a superpopulação; a faltade alimentos e de água; a radiação nuclear. Pelas leis naturais, emdado momento não será mais possível a sobrevivência, e até lá,cada vez maior será o sofrimento da humanidade. Nos próximosmomentos da transição, quando o caos se tornar global, o serhumano contará com a assistência mais efetiva e aberta de energiasque fluirão dos níveis sutis da vida.Contará ainda mais do que hoje com a ajuda das naves de origemextraterrestre e intraterrena, com a intervenção positiva de reinosparalelos ao humano, tais como o vico e o elemental e,sobretudo, com a inspiração oriunda dos seus próprios cleosinternos. A Terra sofrerá ainda modificações na conformação doscontinentes, que fazem parte das atualizações pelas quais o planetaciclicamente passa.
A FASE DE TRANSIÇÃO
Em "Aquárius, a Nova Era Chegou", o padre Lauro Trevisan ressaltaque a passagem de um ciclo para o outro não significa o fim domundo, com mortes e destruão, hecatombes, terremotos emaremotos. "Sim, momentos de sofrimentos podem ocorrer, porqueAquárius não é realidade no coração de todos os seres humanos" -assinala o religioso. Nostradamus, profetas bíblicos e o próprio filhode Deus, nosso mestre Jesus, previram a alteração do eixo da terra;
 
e a série de catástrofes decorrentes. Segundo Nostradamus, "serãotão acentuadas as mudanças, que se acreditará que a força dagravidade da Terra tenha perdido sua função natural". O profetaIsaías, na Bíblia, cita: "A Terra é feita em pedaços, estala, fende-se,é sacudida, cambaleia como um homem embriagado e balaacomo uma rede". (Isaías 24, 19-20). Jesus foi claro: "O Solescurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e asponcias do u seo abaladas" (Mateus, 24, 29). o Joãotambém cita no Apocalipse: "O Sol se escureceu como um tecido decrina, a Lua tornou-se toda vermelha como sangue, e as estrelas dou caíram na Terra como frutos verdes que caem da figueiraagitada por forte ventania. O céu desapareceu como um pedaço depapiro que se enrola, e todos os montes e ilhas foram tirados deseus lugares" (Apocalipse 6, 12-14).O Livro Juízo Final, de autoria de Roselis von Sass, (editado pelaordem do Graal) cita a vinda de um grande cometa, que causará amudança da órbita da Terra. Embora não de forma explícita, estasprevisões têm preocupado nossos cientistas, principalmente depoisde julho de 1994, quando o cometa Shoemaker-Levy 9 se chocoucom piter. Mais de 20 fragmentos atingiram aquele planeta,elevando até a estratosfera nuvens de gás e poeira com milhares dequilômetros de diâmetro. Se a Terra tivesse sido alvo doShoemaker-Levy 9, o impacto teria efeitos devastadores em todo oplaneta. Segundo o cientista William K. Hartmann, do Instituto deCiência Planetária, dos Estados Unidos, "nosso sistema solar estárepleto de corpos de todos os tamanhos. A maioria não oferecequalquer tipo de ameaça à Terra. Ou por serem muito pequenos oupor se encontrarem a uma grande distância. Todo o risco corre porconta dos asteróides e cometas. Quando um deles atravessa aatmosfera terrestre, ganha o nome de meteoro. Se atinge asuperfície, passa a se chamar meteorito". Por isso, foi instalado namontanha de Kitt Peaik, próximo à Tucson, Arizona, nos EstadosUnidos, o telescópio de vigincia espacial Spacewatch. Nesteobservario, a equipe liderada pelo astrônomo Tom Gehrels,identificou quase dois teos dos corpos descobertos nasproximidades da atmosfera terrestre.Outro programa de busca é desenvolvido em Pasadena, Califórnia,também nos EUA, pelo laboratório Near-Earth Asteroid Tracking(NEAT). Em apenas um s, o NEAT descobriu quatro novosasteróides e um cometa veloz que poderão cruzar a órbita da Terra.'Estas descobertas sugerem certamente que poderíamos vir a terum encontro-surpresa com um objeto de grandes proporções, queaté então, nem sabíamos que existia" - observa a pesquisadora-chefe Eleanor Helin. Os asteróides são corpos rochosos ou metálicosde tamanhos variados: podem ser simples partículas ou pequenosplanetas com até 900 quilômetros de diâmetro. A maioria transita
 
em torno do Sol dentro de um cinturão principal de asteróides,situado entre Marte e Júpiter, ali se mantém devido à tremendaforça gravitacional deste último planeta. De tempos em tempos,dois asteides em órbita, neste cinturão colidem, produzidofragmentos que são lançados para o interior do sistema solar epodem acabar atravessando a órbita da Terra.Os cometas são formados de rocha e poeira, que permanecem juntas graças a ação do gelo. O gelo vira vapor, a medida que ocometa se aproxima do Sol, produzindo uma longa e linda cauda. Ocleo do cometa pode ter até 200 quilômetros de diâmetro,embora a maioria não tenha mais do que 15 quilômetros. Algunscometas m a sua órbita em torno do Sol situada na faixadenominada de Kuiper, logo depois do planeta Netuno. Outros ficamna nebulosa Oort, fora do sistema solar. A cada ano, diversoscometas desconhecidos, como o Hyakutake, em 1996, alcançam ointerior do sistema solar, impelidos talvez pelas forças gravitacionaisde estrelas próximas. Até 1996, os astrônomos descobriram maisde 300 corpos celestes que poderiam atravessar a órbita da Terra.Felizmente, os objetos maiores raramente atingiram a superfícieterrestre. Os fragmentos de um asteróide com menos de algunsmetros de diâmetros são pulverizados ao entrar na atmosfera denosso planeta. Entretanto, um fragmento de dimensões maiorespoderia explodir antes de colidir e danificar a superfície da Terracom sua onda de choque. Os cientistas estimam que corpos commedidas entre 450 metros e 4.500 metros possam atingir a Terra acada período superior a 1.000 anos. Se um corpo com diâmetro deaproximadamente dois quilômetros atingir a Terra, o impactocriariam uma cratera com 4,5 quilômetros, trazendo destruição auma área de 6.500 quilômetros ao redor. Se a colisão acontecesseem São Paulo, o número de vítimas poderia chegar a 25 milhões."Os corpos maiores, com mais de dois quilômetros de diâmetro,embora sejam relativamente raros, ameaçam todo o planeta com oseu potencial destruidor" - afirma o cientista Gregory Canavan, doLaboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México, à jornalistaDana Desonie, da revista Seleções. Segundo notícia divulgada pelo jornal inglês "The Sunday Times", em sua edição do dia 14 dedezembro de 1997 - o próprio Vaticano vai instalar no deserto doArizona, nos Estados Unidos, um dos mais poderosos observatóriosastronômicos do planeta Terra.O observatório tedois possantes telescópios, capazes deidentificar gases e poeira cósmica em torno das estrelas e sistemasplanetários. No entanto, uma recente descoberta sobressaltou acomunidade científica, causando, como era de esperar, divisões nomeio. A possibilidade de colio de um asteide de grandes
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