simplesmente por Meier ter riscado o filme com um alfinete.
O Sr. Rees concordou em dar respaldo a suas palavras e se dispôs em replicar uma das fotosdos OVNIs de Meier e o segmento de vídeo, o qual devia ser o mais fácil de duplicar, porqueera o único que não tinha outro objeto com o qual comparar o OVNI. O Sr. Rees alegava queele já possuía uma câmara fotográfica de 35mm e sabia onde adquirir uma câmara de video de8 mm. Não se exigiu que seu trabalho fosse preciso até o último detalhe, apenas que fosseconvincentemente comparável a mesma qualidade de Meier.
Depois de dois mêses o Sr. Rees fracassou em apresentar qualquer coisa que respaldassesuas asserções e, em Maio de 2001, lhe foi sugerido que usasse qualquer tipo de equipamentode alta tecnologia a sua disposição, por exemplo: computadores, efeitos especiais, programade desenho gráfico Photoshop, etc., para que cumprisse com seu acordo. Lhe foi sugeridotambém que, se desejasse ser mais justo, que se utilizasse de apenas um braço, já que Meiertem apenas um único braço.
Os Resultados
Dois anos depois, em uma conferência sobre ÓVNIS, em Fevereiro de 2003, o Sr. Rees teveque confrontar o seu fracasso em cumprir o desafio. Ele respondeu que ele ainda não tinhaacesso a um laboratório fotográfico, do qual o próprio Meier nunca se utilizou, já que eleenviava todos os seus filmes a uma casa local para que os revelassem. Foi lembrado ao Sr.Rees que ele poderia utilizar, e talvez já houvesse se utilizado, de qualquer tipo de altatecnologia a sua disposição. Em um período comparável de dois anos, o Sr. Meier, com uma
ÚNICA MÃO,
havía produzido centenas de fotos, enquanto o Sr. Rees,sendo físicamentesaudável e sendo hábil com a tecnologia, não havía produzidoNENHUMA SEQUER. Até agora
á se passaram TRÊS anos e o Sr. Rees, contudo, não apresentounem sequer uma única fotoou filme que respalde suas asserções.
Em um período de três anos, Meier havia tirado quase1.000 fotografíase num período de umano fez pelo menos meia dúzia de filmes de 8mm, e ele fez tudo isso com
uma ÚNICA MÃO
!Um número e uma qualidade comparável de filmes desse tipo seria muito respeitável para umindividuo perito em efeitos especiais durante os anos 1970 (e talvez em outros períodos detempo), mas uma busca pela Internet indica que tais realizações cinematográficas,profissionais ou de outro tipo,NÃO EXISTEM.
Esta pode ser a primeira e mais importante vez na história que os céticos se propuseram emprovar uma suposta falsificação e terminaram provando a sua autenticidade. E neste caso, oque eles provaram é sem sombra de dúvidas a realidade do mais importante evento na históriada humanidade, a existência e o contato com extraterrestres.
O Que Exige a Integridade
Os céticos profissionais do caso Meier idealizaram todos os tipos de conjecturas e teorias decomo Meier falsifica as evidências. Mas quando são desafiados para que provem as suasasserções, eles respondem repetidamente que não é trabalho deles duplicar as evidências,mesmo que seguissem o método científico, deveriam fazê-lo. Seu tempo de atacar, livre eirresponsavelmente, a Méier, chegou ao fim quando o Sr. Rees e a CFI West falharamredondamente em cumprir o desafio que haviam aceitado. Fazendo isso, eles provaramefetivamente que os OVNIs de Meier são reais e suas próprias asserções são insubstanciadase difamatórias.
Página 2 de 21michael horn1/12/2006file://C:\BKP JOSÉ\HTML\michaelhorn.htm
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