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- ocorre uma diminuição nas receitas da reciclagem (os recicláveis recolhidosna área da influência da RESIOESTE vão ser pagos como tipologia 3 e nãotipologia 2, o que reduz as receitas)Em relação aos custos, o Estudo omite diversas situações, como é o caso dastaxas de gestão de resíduos, dos custos de tratamento das cinzas volantes(resíduo perigoso) ou ainda das receitas indevidas com a venda de metaisprovenientes da incineraçãoO estudo ignora a nova situação que será criada na RESIOESTE se o Estudode Impacte Ambiental do Aterro do Cadaval for aprovado, pelo que não fazuma comparação correcta dos cenários em jogo.
c) Aspectos sócio-políticos
O Estudo prevê que os municípios do Oeste deixem de ter qualquer poder deinfluenciarem a gestão dos seus resíduos.O Estudo esquece o problema político que vai ser levantado se, como previstona proposta de fusão, as Câmaras de Cascais, Oeiras, Sintra e Mafra deixaremde poder enviar parte dos seus resíduos para a VALORSUL.
2. RECICLAGEM: O PLANO É ILEGAL
Quando se confrontam os valores estimados no plano para 2018 com asvárias metas de reciclagem, nomeadamente de embalagens, chega-se àdramática conclusão que o plano é ilegal.
Ano 2018
Metas directivaembalagens para 2011(Directiva: 2004/12/CE)Previsto no plano para2018
Percentagemdecumprimento(%)
mil toneladas
Embalagens
115 80,8 70,4
- Plástico
18 7,6 41,7
- Papel/Cartão
39 26,9 68,7
Por exemplo, em 2018 não é cumprida a meta de reciclagem deembalagens de 2011, nomeadamente para o plástico que, passados 7 anos do
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