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Nº 139, quinta-feira, 23 de julho de 2009
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 ISSN 1677-7042 
PROCURADORIA-GERALDA FAZENDA NACIONAL
PORTARIA CONJUNTA N
o
-
6, DE 22 DE JULHO DE 2009
Dispõe sobre pagamento e parcelamento dedébitos junto à Procuradoria-Geral da Fa-zendaNacionale àSecretariadaReceitaFederal do Brasil, de que tratam os arts. 1ºa 13da Lei nº 11.941,de 27 demaio de2009, e estabelece normas complementaresà Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 1, de 10de março de 2009, que dispõe sobre o par-celamento de débitos paracom a FazendaNacional, de que tratam os arts. 1º a 13 daMedida Provisória449,de 3de dezem-bro de 2008.O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EO SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - INTE-RINO, nouso das atribuiçõesque lhes conferemo art. 72do Re-gimento Internoda Procuradoria-Geralda FazendaNacional, apro-vado pela Portaria MF nº 257, de 23 de junho de 2009, e o inciso IIIdo art. 261 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal doBrasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009,respectivamente, e tendo em vista o disposto nos arts. 10 a 14-F daLei nº 10.522, de 19 de julho de 2002, e nos arts. 1º a 13 da Lei nº11.941, de 27 de maio de 2009, resolvem:CAPÍTULO IDOPAGAMENTOÀ VISTAOUDOPARCELAMENTODE DÍVIDAS NÃO PARCELADAS ANTERIORMENTESeção IDos Débitos Objeto de Parcelamento ou PagamentoArt. 1º Os débitos de qualquer natureza junto à Procuradoria-Geral da FazendaNacional (PGFN) ou à Secretariada Receita Fe-deral do Brasil (RFB), vencidos até 30 de novembro de 2008, que nãoestejam nem tenham sido parcelados ao dia anterior ao da pu-blicãoda Lei11.941, de27de maiode2009, podeoserexcepcionalmente pagosou parcelados,no âmbitode cadaum dosórgãos, na forma e condições previstas neste Capítulo.§ 1º Para os fins do disposto no caput, poderão ser pagos ouparcelados os débitos de pessoas físicas ou jurídicas, consolidados porsujeito passivo, constituídos ou não, com exigibilidade suspensa ounão, inscritos ou não em Dívida Ativa da União (DAU), mesmo queem fase de execução fiscal já ajuizada, considerados isoladamente:I- osbitos,no âmbitodaPGFN,decorrentes doapro-veitamento indevido de créditos do Imposto sobre Produtos Indus-trializados (IPI) oriundos da aquisição de matérias-primas, material deembalagem e produtos intermediários relacionados na Tabela de In-cidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi), aprovadapelo Decreto nº 6.006, de 28 de dezembro de 2006, com incidência dealíquota 0 (zero) ou como não-tributados;II - os débitos, no âmbitoda PGFN, decorrentes das con-tribuições sociais previstasnas alíneas "a", "b" e"c" do parágrafoúnicodoart.11 daLeinº8.212,de24de julhode1991,dascontribuições instituídas a título de substituição e das contribuiçõesdevidas a terceiros, assim entendidas outras entidades e fundos;III - os demais débitos administrados pela PGFN;IV -os débitos,no âmbitoda RFB,decorrentes doapro-veitamentoindevidodecréditosdo IPIoriundosdaaquisiçãodematérias-primas,material deembalageme produtosintermediáriosrelacionados na Tipi, aprovada pelo Decreto nº 6.006, de 2006, comincidência de alíquota 0 (zero) ou como não-tributados;V - os débitos, no âmbitoda RFB, decorrentes das con-tribuições sociais previstasnas alíneas "a", "b" e"c" do parágrafoúnico do art. 11 da Lei nº 8.212, de 1991, das contribuições ins-tituídas a título de substituição e das contribuições devidas a terceiros,assim entendidas outras entidades e fundos; eVI - os demais débitos administrados pela RFB.§Podeotambémser pagosouparcelados,naformaecondições previstas neste Capítulo, os débitos de Contribuição para oFinanciamento da Seguridade Social (Cofins) das sociedades civis deprestação de serviços profissionais, relativos ao exercício de profissãolegalmente regulamentada a que se referia o Decreto-Lei nº 2.397, de21 dedezembro de 1987,revogado pela Leinº 9.430, de27 dedezembro de 1996.§ 3ºO dispostoneste Capítulonão contemplaos débitosapurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação deTributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas dePequeno Porte(Simples Nacional) deque trata aLei Complementarnº 123, de 14 de dezembro de 2006.§ 4º Poderãoser ainda parcelados, naforma e condiçõesprevistas neste Capítulo, os débitos parcelados de acordo com a Leinº 10.522, de 19 de julhode 2002, cuja primeira solicitação deparcelamentotenha sidoefetuada apartirda publicaçãoda Lei11.941, de 2009.§ 5º O requerimento de adesão ao parcelamento dos débitosde que trata o § 4º implicará desistência compulsória e definitiva doparcelamentoanterior, semrestabelecimentodos parcelamentosres-cindidoscasonão sejaefetuadoopagamentoda (primeira)pres-tação ou não sejam prestadas as informações na forma do art. 15.Seção IIDas Reduções e da Quantidade de PrestaçõesArt.Osbitosde quetrataesteCatulopodeoserpagos ou parcelados da seguinte forma:I - pagos à vista, com redução de 100% (cem por cento) dasmultas de mora e de ofício, de 40% (quarenta por cento) das multasisoladas, de 45% (quarenta e cinco por cento) dos juros de mora e de100% (cem por cento) sobre o valor do encargo legal;II -parcelados em até 30(trinta) prestações mensaise su-cessivas, comredução de90% (noventa porcento) dasmultas demorae deofício,de 35%(trintae cincoporcento) dasmultasisoladas, de 40% (quarenta por cento) dos juros de mora e de 100%(cem por cento) sobre o valor do encargo legal;III - parcelados em a60 (sessenta) prestações mensais esucessivas, comredução de80% (oitenta porcento) dasmultas demorae deofício,de 30%(trintapor cento)dasmultas isoladas,de35% (trinta e cinco por cento) dos juros de mora e de 100% (cem porcento) sobre o valor do encargo legal;IV - parcelados em até 120 (cento e vinte) prestações men-sais e sucessivas, com redução de 70% (setenta por cento) das multasde mora e deofício, de 25% (vinte e cincopor cento) das multasisoladas, de 30% (trinta por cento) dos juros de mora e de 100% (cempor cento) sobre o valor do encargo legal; ouV - parcelados em até 180 (cento e oitenta) prestações men-saisesucessivas, comreduçãode60%(sessenta porcento)dasmultas de mora e de ofício, de 20% (vinte por cento) das multasisoladas, de 25%(vinte e cinco porcento) dos juros demora e de100% (cem por cento) sobre o valor do encargo legal.Parágrafo único. O requerimento de parcelamento abrangerátodos os débitos indicados pelo sujeito passivo, no âmbito de cada umdos órgãos, na forma do art. 15.Seção IIIDas PrestaçõesArt. 3º No caso de opção pelo parcelamento de que trata esteCapítulo, a dívida consolidada serádividida pelo número de pres-taçõesqueforemindicadaspelo sujeitopassivo,opodendocadaprestação mensal, considerados isoladamente os parcelamentos re-feridos nos incisos I a VI do § 1º do art. 1º, ser inferior a:I - R$ 2.000,00 (dois mil reais), no caso de parcelamento dedébitos decorrentes do aproveitamento indevido de créditos do IPIoriundos da aquisição de matérias-primas, material de embalagem eprodutos intermediários relacionados na Tipi, aprovada pelo Decretonº 6.006, de 2006, com incidência de alíquota 0 (zero) ou como não-tributados, ainda que o parcelamento seja de responsabilidade depessoa física;II - R$ 50,00 (cinqüenta reais), no caso de pessoa física; eIII- R$100,00(cemreais), nocasodosdemais débitosdepessoa jurídica, ainda que o parcelamento seja de responsabilidade depessoa física.§ 1ºAté o mês anteriorao da consolidaçãodos parcela-mentos de que trata o art. 15, o devedor fica obrigado a pagar, a cadamês, prestação em valor não inferior ao estipulado neste artigo.§ 2º Após a consolidação, computadas as prestações pagas, ovalor das prestaçõesserá obtido mediante divisãodo montante dodébito consolidado pelo número de prestações restantes, observada aprestação mínima prevista neste artigo.§ 3º O valor de cadaprestação será acrescido de juros cor-respondentesàvariação mensaldataxareferencial doSistemaEs-pecial de Liquidaçãoe de Custódia (Selic) paratítulos federais apartirdos subsequenteaodaconsolidãoatéo santerioraodo pagamento e de 1% (um por cento) para o mês do pagamento.§ 4º As prestações vencerão no último dia útil de cada mês,devendo a 1ª (primeira) prestação ser paga no mês em que for for-malizado o pedido, observado o disposto no § 3º do art. 12.CAPÍTULO IIDOPAGAMENTOÀ VISTAOUDOPARCELAMENTODESALDO REMANESCENTEDO PROGRAMAREFIS EDOSPARCELAMENTOS PAES, PAEX E ORDINÁRIOSSeção IDos Débitos Objeto de Parcelamento ou PagamentoArt. 4ºPoderão ser pagos ouparcelados, na formae con-dições previstas neste Capítulo, os saldos remanescentes de débitosconsolidados no Programa de Recuperação Fiscal (Refis), de que trataa Leinº 9.964, de10 de abrilde 2000, noParcelamento Especial(Paes), deque trata a Leinº 10.684, de30 de maio de2003, noParcelamento Excepcional (Paex), de que trata a Medida Provisória nº303, de29 dejunho de2006, enos parcelamentosordinários pre-vistos no art. 38 da Lei nº 8.212, de 1991, e nos arts. 10 a 14-F da Lei10.522, de2002, mesmoquetenha havidorescisão ouexclusãodos respectivos programas ou parcelamentos.§Odispostono caputaplica-seaosbitosqueforamobjeto de parcelamentos concedidos até o dia anterior ao da pu-blicação da Lei nº 11.941, de 2009.§ 2º Constituirão parcelamentos distintos:I- osbitos,no âmbitodaPGFN,decorrentes dascon-tribuições sociais previstasnas alíneas "a", "b" e"c" do parágrafoúnico do art. 11 da Lei nº 8.212, de 1991, das contribuições ins-tituídas a título de substituição e das contribuições devidas a terceiros,assim entendidas outras entidades e fundos;II - os demais débitos administrados pela PGFN;III- osbitos,no âmbitodaRFB,decorrentes dascon-tribuições sociais previstasnas alíneas "a", "b" e"c" do parágrafoúnico do art. 11 da Lei nº 8.212, de 1991, das contribuições ins-tituídas a título de substituição e das contribuições devidas a terceiros,assim entendidas outras entidades e fundos; eIV - os demais débitos administrados pela RFB.Art. 5º Computadas as prestações pagas, os débitos que com-põem os saldos remanescentes dos parcelamentos referidos no art. 4ºserão restabelecidos à data da solicitação do novo parcelamento, comos acréscimos legais devidos na forma da legislação aplicável à épocada ocorrência dos respectivos fatos geradores.Parágrafo único. A dívida objeto de reparcelamento, apuradanaformadeste artigo,seráconsolidadanadata dorequerimentodonovo parcelamento ou do pagamento à vista de que trata este Ca-pítulo.Seção IIDas Reduções e da Quantidade de PrestaçõesArt.Osbitosde quetrataesteCatulopodeoserpagos à vista com as reduções previstas no inciso I do art. 2º.Art. 7º O parcelamento de que trata este Capítulo poderá serconcedidoematé 180(centoeoitenta)prestações mensaisesu-cessivas, observado o disposto no art. 9º.Art.Serãoobservadas asseguintesreduções parapar-celamento dos débitos que trata o art. 4º:I - os débitos anteriormente incluídos no Refis terão reduçãode 40% (quarenta por cento) das multas de mora e de ofício, de 40%(quarenta por cento)das multas isoladas, de 25% (vintee cinco porcento) dos juros de mora e de 100% (cem por cento) sobre o valor doencargo legal;II - os débitos anteriormente incluídos no Paes terão reduçãode 70% (setenta por cento) das multas de mora e de ofício, de 40%(quarenta por cento) das multas isoladas, de 30% (trinta por cento)dos jurosde mora ede 100% (cem porcento) sobre ovalor doencargo legal;III - os débitos anteriormente incluídos no Paex terão re-dução de 80% (oitenta por cento) das multas de mora e de ofício, de40% (quarenta por cento) das multas isoladas, de 35% (trinta e cincopor cento)dos jurosde morae de100% (cempor cento)sobre ovalor do encargo legal; eIV - os débitos anteriormente incluídos no parcelamento pre-visto no art. 38 da Lei nº 8.212, de 1991, e do parcelamento previstonos arts. 10 a 14-F da Lei nº 10.522, de 2002, terão redução de 100%(cem por cento) das multas de mora e de ofício, de 40% (quarenta porcento) das multas isoladas, de 40% (quarenta por cento) dos juros demora e de 100% (cem por cento) sobre o valor do encargo legal.§ 1º Na hipótese em que o mesmo débito tenha sido objetode parcelamento na forma do Refis, Paes ou Paex, para aplicação dasreduções previstas neste artigo, será considerado o 1º (primeiro) des-ses parcelamentos especiais.§2º Odispostono§ 1ºaplica-seinclusiveaos débitosquetenham sido anterior ou posteriormente parcelados na forma dos par-celamentos ordinários.Seção IIIDas PrestaçõesArt.9º Paraapuraçãodo valordasprestações relativasaosparcelamentosprevistos nesteCapítulo, seráobservado odispostoneste artigo.§Emrelaçãoaos bitosobjetodosparcelamentosre-feridos no art. 4º que estejam ativos no mês anterior ao da publicaçãoda Medida Provisória nº 449, de 3 de dezembro de 2008, e sejam:I - provenientes do Programa Refis, a prestação mínima seráo equivalentea 85% (oitentae cinco porcento) da médiadas pres-taçõesdevidasentre osmesesdedezembrode2007 anovembrode2008; eII - provenientes dos demais parcelamentos, a prestação mí-nima será o equivalente a 85% (oitenta e cinco por cento) do valor daprestação devida no mês de novembro de 2008.§ 2ºNo caso de débitosjá parcelados noprograma Refis,cuja exclusão do programa tenha ocorrido no período compreendidoentre os meses de dezembro de 2007 a novembro de 2008, a pres-tação mínima será o equivalente a 85% (oitenta e cinco por cento) damédia das prestações devidas no Programa nesse período.§Nocasode bitosprovenientes demaisde umpar-celamento, a prestação mínima será equivalente ao somatório dasprestações mínimas definidas nos §§ 1º e 2º.§ 4º Os casos que não se enquadrem nas hipóteses previstasnos §§ 1º e 2º deverão observar a prestação mínima estipulada no art.3º.§ 5º Após a consolidação, computadas as prestações pagas, ovalor das prestaçõesserá obtido mediante divisãodo montante dodébito consolidado pelo número de prestações restantes, observada asprestações mínimas previstas nos §§ 1º a 4º.§ 6º O valor mínimo, previsto nos §§ 1º e 2º, será divididoproporcionalmente àdívida perante cada órgão,conforme dispostonos incisos I a IV do § 2º do art. 4º, e será observado mesmo que osujeito passivo não inclua no parcelamento de que trata este Capítulotodosos débitosque compõemo saldoremanescente dosparce-lamentos referidos no art. 4º.§Emnenhumahitese ovalordaprestaçãopodeserinferior ao estipulado no art. 3º.§ 8º O valor de cadaprestação será acrescido de juros cor-respondentes àvariação mensalda taxa Selicpara títulosfederais apartirdos subsequenteaodaconsolidãoatéo santerioraodo pagamento e de 1% (um por cento) para o mês do pagamento.§ 9º As prestações vencerão no último dia útil de cada mês,devendo a 1ª (primeira) prestação ser paga no mês em que for for-malizado o pedido, observado o § 3º do art. 12.§10. Atéos anterioraodaconsolidão dosparce-lamentos de que tratao art. 15, o devedor ficaobrigado a pagar, acadas,prestação emvaloroinferiorao estipuladonestear-tigo.
 
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Seção IVDaDesistênciade ParcelamentosAnteriormenteConcedi-dosArt. 10. A adesão ao parcelamento de que trata este Capítuloimportará desistência compulsóriae definitiva do Refis,do Paes, doPaexe dosparcelamentosprevistos noart.38 daLeinº 8.212,de1991, e nos arts. 10 a 14-F da Lei nº 10.522, de 2002, que foremobjeto do requerimento.§ 1º O sujeito passivo que desejar pagar à vista ou parcelarossaldos remanescentesdo Refis,doPaes, doPaex, dosparce-lamentos previstos no art. 38 da Lei nº 8.212, de 1991, ou nos arts. 10a14-FdaLei10.522, de2002,deveformalizaradesistênciadessasmodalidadesexclusivamente nossítiosdaPGFN oudaRFBna Internet, conforme ocaso, nos endereços <http://www.pgfn.fa-zenda.gov.br> ou <http://www.receita.fazenda.gov.br>, observado oprazo previsto no art. 12.§ 2º A desistência dos parcelamentos anteriormente con-cedidos implicará imediata rescisão destes, considerando-se o sujeitopassivo optante notificado das respectivas extinções, dispensada qual-quer outra formalidade.§Afaltade pagamentoda(primeira)prestaçãonaforma do art. 9º, que deverá ocorrer até o último dia útil do mês emque for realizado o pedido, ou a falta de apresentação de informaçõesparaa conclusãodaconsolidação naforma enoprazo previstosnoart.15,tornará opedidosemefeitoeo seorestabelecidososparcelamentos rescindidos em virtude do requerimento de adesão.Art. 11. Osujeito passivo poderá optarpela modalidade deparcelamento da qual pretende desistir.§ 1º A desistência deveser efetuada isoladamente em re-lação ao:I - Refis;II - Paes referente a débitos previdenciários;III - Paes referente aos demais débitos;IV - Paex referente a débitos previdenciários;V- Paexreferente aosdemais débitos,no âmbitodaPGFN;VI- Paexreferente aosdemais bitos,no âmbitodaRFB;VII -parcelamento ordinário previsto noart. 38 daLei nº8.212, de 1991;VIII - parcelamento ordinário previsto nos arts. 10 a 14-F daLei nº 10.522, de 2002, no âmbito da PGFN; ouIX -parcelamento ordinário previsto nosarts. 10 a14-F daLei nº 10.522, de 2002, no âmbito da RFB.§ 2º A desistência do parcelamento, em uma das moda-lidadescitadasno §1º,abrange,obrigatoriamente, todososdébitosconsolidados na respectiva modalidade de parcelamento.CAPÍTULO IIIDAS DISPOSIÇÕES COMUNSSeção IDo Pedido de ParcelamentoArt.12. Osrequerimentos deadesãoaos parcelamentosdeque trataesta Portaria ou aopagamento à vista comutilização deprejuízos fiscais e de bases de cálculo negativas da CSLL, na formado art. 28, deverão serprotocolados exclusivamente nos sítios daPGFN ou da RFB na Internet, conforme o caso, a partir do dia 17 deagosto de 2009 até as 20 (vinte) horas (horário de Brasília) do dia 30de novembro de 2009, ressalvado o disposto no art. 29.§ 1º Os débitos a serem parcelados junto à PGFN ou à RFBdeverão serindicados pelo sujeitopassivo no momentoda conso-lidação do parcelamento.§Emsetratando depessoajudica,orequerimentodeadesão deverá ser formulado em nome do estabelecimento matriz,pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica(CNPJ).§Somenteproduzirão efeitososrequerimentosformu-lados com o correspondente pagamento da 1ª (primeira) prestação, emvalornão inferioraoestipulado nosarts.e9º,conforme ocaso,quedeveserefetuado aoúltimodiaútildo mêsemqueforprotocolado o requerimento de adesão.§ 4º Não havendo o pagamento da 1ª (primeira) prestação, naforma do § 3º, o sujeitopassivo que pretender aderir aos parce-lamentos de que trata esta Portaria deverá efetuar novo requerimentoaté 30 de novembro de 2009.§ 5º Não produzirão efeitos os requerimentos formalizadosque não se enquadrem nas condições regulamentadas nesta Portaria.§ 6º O requerimento de adesão ao parcelamento:I - implicará confissão irrevogável e irretratável dos débitosabrangidos peloparcelamento emnome dosujeito passivo,na con-dição de contribuinte ouresponsável, configurará confissão extra- judicial nos termos dos arts. 348, 353 e 354 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de1973 - Códigode ProcessoCivil (CPC) esujeitará orequerente à aceitação plena eirretratável de todas as condiçõesestabelecidas nesta Portaria; eII - implicará expresso consentimento do sujeito passivo, nostermosdo §do art.23do Decreto70.235, de6de marçode1972, quanto à implementação, pela RFB, de endereço eletrônico paraenviode comunicaçõesaoseu domicíliotributário,com provaderecebimento.§ 7º Para fins da comunicação de que trata o inciso II do §6º, considera-se domicílio tributário do sujeito passivo o endereçoeletrônico a ele atribuído pela RFB.§8º Considera-sefeita acomunicaçãopor meioeletrônico15 (quinze) dias após a data registrada no comprovante de entrega nodomicílio tributário do sujeito passivo.§9º Oacessoao enderoeletnicodar-sepor meiodedigodeacesso, aserobtidonos sítiosdaPGFNou daRFBnaInternet, ou mediante certificado digital válido.§ 10. A comunicação por meio de endereço eletrônico nãoimpede a utilização das outras formas de intimação previstas no art.23 do Decreto nº 70.235, de 1972, a critério da PGFN ou RFB.§11. Osparcelamentos requeridosnaforma econdiçõesdesta Portaria:I -não dependemde apresentaçãode garantiaou dear-rolamento de bens, mantidos aqueles já formalizados antes da adesãoaos parcelamentos de que trata esta Portaria, inclusive os decorrentesde débitos transferidos de outras modalidades de parcelamento ou deexecução fiscal; eII - no caso de débito inscrito em DAU, abrangerão inclusiveos encargoslegais ehonorários devidosnas execuçõesfiscais dosdébitos previdenciários.Seção IIDos Débitos com Exigibilidade SuspensaArt. 13. Paraaproveitar das condições deque trata estaPortaria emrelação aosdébitos quese encontramcom exigibilidadesuspensa, o sujeito passivo deverá desistir, expressamente e de formairrevogável, da impugnação ou do recurso administrativos ou da ação judicial proposta e, cumulativamente, renunciar a quaisquer alegaçõesde direito sobre as quais se fundam os processos administrativos e asõesjudiciais, noprazode a30(trinta) diasapósa ciênciadodeferimento do requerimentode adesão ao parcelamentoou da datado pagamento à vista.§A desistênciadeãojudicial aplica-setambémaosprocessos em que o sujeito passivo requer a sua inclusão, o res-tabelecimento de suaopção ou a sua reinclusãoem outros parce-lamentos.§ 2ºNo casode desistênciade açõesjudiciais, osujeitopassivopoderá serintimado, aqualquer tempo,a comprovarqueprotocolou tempestivamente requerimento de extinção dos processos,com resolução do mérito, nos termos do inciso V do art. 269 do CPC,mediante apresentação da 2ª (segunda) via da correspondente petiçãode desistência oude certidão do Cartório que atestea situação dasrespectivas ações.§ 3º A desistência de impugnação ou recurso administrativosdeverá ser efetuada mediante petição dirigida ao Delegado da ReceitaFederal de Julgamento ou ao Presidente do Conselho Administrativode Recursos Fiscais, conforme o caso, devidamente protocolada naunidade da RFB do domicílio tributário do sujeito passivo, no prazoprevisto no caput, na forma do Anexo I.§ 4ºSomente seráconsiderada adesistência parcialde im-pugnação e de recurso administrativos interpostos ou de ação judicial,se o débito objeto de desistência for passível de distinção dos demaisdébitos discutidos na ação judicial ou no processo administrativo.§ 5º Havendo desistência parcial de ações judiciais, o sujeitopassivo deverá apresentar, nas unidades da PGFN ou da RFB, con-forme o órgão responsável pela administração do débito, 2ª (segunda)viadacorrespondentepetiçãode desistência,noprazoprevistonocaput,ediscriminar comexatidãoospeodosde apurãoeosdébitos objeto da desistência parcial.§Casoexistadesito vinculadoàãojudicial,àim-pugnação ou aorecurso administrativo, o sujeitopassivo deverá re-querer a sua conversão em renda da União ou transformação empagamento definitivo, na forma definida no art. 32.Seção IIIDa ConsolidaçãoArt.14.Avidaseconsolidadanadatadorequerimentodo parcelamento ou do pagamento à vista.Art. 15. Após a formalização do requerimento de adesão aosparcelamentos, será divulgado, por meio de ato conjunto e nos sítiosda PGFNe daRFB na Internet,o prazo paraque osujeito passivoapresenteas informaçõesnecessárias àconsolidação doparcelamen-to.§ 1º Somente poderá ser realizada a consolidação dos débitosdo sujeito passivo que tiver cumprido as seguintes condições:I -efetuado o pagamento da1ª (primeira) prestaçãoaté oúltimo dia útil do mês do requerimento; eII - efetuado o pagamento de todas as prestações previstas no§ 1º do art. 3º e no § 10 do art. 9º até a data da consolidação.§ 2ºNo momento daconsolidação, o sujeitopassivo queaderiu aos parcelamentos previstos nesta Portaria deverá indicar osdébitos a serem parcelados, o número de prestações e os montantes deprejzofiscal ede basede cálculonegativa daCSLL aseremutilizados para liquidação de valores correspondentes a multas, demora ou de ofício, e a juros moratórios.§Osujeito passivoque aderiuaos parcelamentospre-vistos nesta Portaria que não apresentar as informações necessárias àconsolidação, no prazo estipulado em ato conjunto referido no caput,terá o pedido de parcelamento cancelado, sem o restabelecimento dosparcelamentosrescindidos, emdecorrênciado requerimentoefetua-do.Art. 16. A consolidação dos débitos terá por base o mês emque for efetuado o pagamento à vista ou o requerimento de adesão aoparcelamento e resultará da soma:I - do principal;II - das multas;III - dos juros de mora;IV - dos encargos previstos noDecreto-Lei nº 1.025, de 21de outubro de 1969, quando se tratar de débito inscrito em DAU; eV- honoráriosdevidos nasexecuçõesfiscais dosdébitosprevidenciários.Parágrafoúnico. Paraos finsdaconsolidação dosdébitos,serão aplicados os percentuais de redução previstos nos arts. 2º, 6º e8º.Seção IVDa Antecipação de PrestaçõesArt. 17. O sujeito passivo que mantiver ativos os parce-lamentos deque trataesta Portaria poderáamortizar seusaldo de-vedor, com as reduções de que trata o inciso I do art. 2º, mediante aantecipação do pagamento de prestações.§ 1ºO montante decada amortizaçãode que tratao caputdeveserequivalente, nomínimo, ao valorde 12(doze) presta-ções.§ 2ºA amortizaçãode quetrata ocaput implicaráreduçãoproporcional da quantidade de prestações vincendas, com amortizaçãodas últimas, mantendo-seo valor da prestaçãoapurado na conso-lidação.§ 3ºPara obtera redução deque tratao caput,o sujeitopassivo primeiramente deverá quitar eventuais prestações vencidas atéa data do pagamento da antecipação.§ 4ºPara efeitos do dispostono § 1º, asprestações pagasapós o vencimento não serão consideradas.SeçãoVDa Migraçãodos PedidosEfetuadosna FormadaMedida Provisória nº 449, de 2008Art. 18. O sujeito passivo que optou pelas modalidades pre-vistasnos arts.a 13daMedida Provisória449, de2008,regulamentadapelaPortariaConjuntaPGFN/RFB 1,de10demarço de2009, poderápagar àvista ouoptar pelasmodalidades deparcelamento de que trata esta Portaria, observada a forma e o prazoprevistos no art. 12, conforme o caso.§ 1º Caso o sujeito passivonão realize a opção pelos par-celamentos ou pagamento previstos nesta Portaria, na forma do caput,nemsemanifeste nostermosdo§,os pedidosdeparcelamentoefetuadosnaforma daPortariaConjuntaPGFN/RFB1,de2009,serão automaticamente migrados para as modalidades compatíveis deque trata esta Portaria.§ 2ºO sujeitopassivo quepretender efetuaro pagamentoàvistaprevistonesta Portaria,deverárealizar,até30 denovembrode2009, opagamento dos valoresdevidos, observando odisposto noparágrafo único do art. 30.§ 3º Na hipótese do § 2º, o sujeito passivo deverá indicar osbitosaosquais seoalocadososvalorespagosa tulodean-tecipação,na formadaPortaria ConjuntaPGFN/RFB1,de2009.§ 4º O sujeito passivo que tenha optado pelos parcelamentosprevistos naPortaria ConjuntaPGFN/RFB 1, de2009, eque nãopretenda optar pelas modalidades previstas nesta Portaria, deverá ma-nifestar-se,porescrito,naunidadeda PGFNoudaRFBdeseudomicílio tributário, até 30 de novembro de 2009.§ 5º Na hipótese do § 1º, o pedido de parcelamento efetuadonaforma daPortaria ConjuntaPGFN/RFB nº1, de2009, secon-siderado sem efeito, caso não sejam prestadas as informações ne-cessárias à consolidação do parcelamento.§ 6º Os pagamentos efetuados na forma da Portaria ConjuntaPGFN/RFB1,de2009, seoaproveitadosnaamortizãodosdébitos consolidados nos parcelamentos previstos nesta Portaria.§ 7º Para efeito de verificação de existência de parcelamentoanteriormente concedido, para fins de utilização das modalidades deque trata estaPortaria, não serão consideradas asopções pelos par-celamentosprevistos nosarts. 1ºa 13da MedidaProvisória nº449,de 2008.Seção VIDo Deferimento do ParcelamentoArt. 19. Considera-se deferido o pedido de parcelamento nadataemque osujeitopassivoconcluira apresentãodasinfor-mações necessárias à consolidação de que trata o art. 15.Parágrafo único. Os efeitos do deferimento retroagem à datado requerimento de adesão.Seção VIIDas CompetênciasArt. 20.Relativamente aos pagamentos eparcelamentos deque trata esta Portaria, compete ao titular da unidade da PGFN ou daRFBdodomicíliotributáriodo sujeitopassivo,conformeoóroresponsável pela administração do débito, entre outros atos:I - apreciar pedido de:a)inclusão, exclusãoou retificaçãodedébitos referenteàconsolidação do parcelamento;b) desistência dos parcelamentos previstos nesta Portaria;II - excluir optantes.
 
Nº 139, quinta-feira, 23 de julho de 2009
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 ISSN 1677-7042 
Seção VIIIDa Rescisão do ParcelamentoArt.21. Implicarárescisão doparcelamentoe remessadodébito para inscrição em DAU ou prosseguimento da execução, con-forme o caso, a falta de pagamento:I-de3(ts) prestões,consecutivasouo,desdequevencidas em prazo superior a 30 (trinta) dias; ouII - de, pelo menos, 1 (uma) prestação, estando pagas todasas demais.§ 1º A prestação paga com até 30 (trinta) dias de atraso nãoconfigura inadimplência para os fins previstos neste artigo.§ 2º A rescisão implicará:I - exigibilidade imediata da totalidade do débito confessadoe ainda não pago;II - cancelamento dos benefícios concedidos, inclusive sobreo valor já pago ou liquidado mediante utilização de prejuízo fiscal ebase de cálculo negativa da CSLL; eIII - automática execução da garantia prestada, quando exis-tente.§ 3º Ocorrendo a rescisão do parcelamento:I -será efetuadaa apuraçãodo valororiginal dodébito,restabelecendo-se os acréscimos legais na forma da legislação apli-cável à época da ocorrência dos respectivos fatos geradores até a datada rescisão;II-seodeduzidasdo valorreferidonoincisoIdesteparágrafoasprestações pagas,comacréscimoslegaisaté adatadarescisão.§Osujeitopassivo secomunicadoda exclusãodoparcelamento por meio eletrônico, com prova de recebimento, nostermos dos §§ 7º a 10 do art. 12.§Adesistênciado parcelamento,apedidodosujeitopassivo,produz osmesmos efeitosdarescisão deque trataesteartigo, não sendo cabível o recurso previsto nos arts. 23 a 26.Art. 22. A rescisão de que trata o art. 21 produzirá efeitos no1º (primeiro) dia subsequente aotérmino do prazo para interposiçãode recurso de que tratam os arts. 23 a 26.§ 1º A liquidação integral do débito consolidado, desde queefetuada antesdo prazo paraprodução dos efeitosa que serefere ocaput, prejudica a rescisão.§Nocasodos parcelamentosdequetrataestaPortaria,aplica-se o disposto no art. 17.Seção IXDo Recurso AdministrativoArt. 23. É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 10 (dez)dias,contadosda datadaciênciadaexclusão dosparcelamentosdeque trata esta Portaria, apresentar recurso administrativo.§ 1ºNo âmbitoda PGFN,o recursoserá apreciadopeloProcurador-Regional,Procurador-Chefeou ProcuradorSeccionaldaFazenda Nacional do domicílio tributário do sujeito passivo.§ 2º No âmbito da RFB, o recurso será apreciado pelo titularda Delegacia da Receita Federal do Brasil, da Delegacia da ReceitaFederaldoBrasil deAdministraçãoTributáriaou daDelegaciaEs-pecial de Instituições Financeiras do domicílio tributário do sujeitopassivo.Art. 24. O recurso administrativo terá efeito suspensivo.§ 1ºEnquanto o recursoestiver pendente deapreciação, osujeito passivo deverá continuar a recolher as prestações devidas.§ 2º Os pagamentos efetuados após a ciência da exclusão nãoregularizam oinadimplemento anteriora esta,exceto nahipótese deque trata o § 1º do art. 22.Art.25.Osujeitopassivo secientificadodadecioemrecurso administrativo, nos termos dos §§ 7º a 10 do art. 12.Parágrafo único. A exclusão produzirá efeitos a partir do diaseguinte à ciência da decisão que julgar improcedente o recursoapresentado pelo sujeito passivo, observando-se o disposto no art.21.Art. 26.A decisãode que tratao art.23 sedefinitiva naesfera administrativa.Seção XDa Liquidação de Multas e Juros com Créditos Decorrentesde Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa de CSLLArt. 27. A pessoa jurídica que optar pelo pagamento à vistaoupelo parcelamentonostermos destaPortariapoderá liquidarva-lorescorrespondentes amultas,demora oudeofício,e ajurosmoratórios, inclusive relativos a débitos inscritos em DAU, com uti-lização de créditos decorrentes de prejuízo fiscal e de base de cálculonegativa da CSLL próprios.§ 1ºO valor do créditoa ser utilizadoserá determinadomediante a aplicação sobre o montante do prejuízo fiscal e da base decálculonegativa daCSLLdas alíquotasde 25%(vintee cincoporcento) e de 9% (nove por cento), respectivamente.§ 2º Para os fins de utilização de prejuízo fiscal e de base decálculo negativa da CSLL nos termos desta Portaria, não se aplica olimite de 30% (trinta por cento) do lucro líquido ajustado, previsto noart. 42 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, e no art. 15 da Leinº 9.065, de 20 de junho de 1995.§3º Somentepoderão serutilizadosmontantes deprejuízofiscal e de base de cálculonegativa da CSLL próprios da pessoa jurídica, passíveis de compensação, na forma da legislação vigente,relativos aos períodos de apuração encerrados até a publicação da Leinº 11.941, de 2009, devidamente declarados à RFB.§ 4º No momento daconsolidação dos débitos, a pessoa jurídica deverá informar,por meio de solicitaçãoexpressa e irre-tratável, a ser protocolada exclusivamente nos sítios da PGFN ou daRFB na Internet, no prazo que for definido no ato a que se refere oart. 15:I - os montantes de prejuízo fiscal, decorrentes da atividadegeral ou da atividade rural, e de base de cálculo negativa da CSLLexistentes até apublicação da Lei nº 11.941, de2009 e disponíveispara utilização;II -os montantes de prejuízofiscal e da basede cálculonegativa da CSLLa serem utilizados em cadamodalidade de par-celamento ou nos débitos indicados para pagamento à vista.§ 5º Os valores informados para liquidação de multas e jurosserão verificados pela RFB após a recepção das correspondentes De-clarações de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica(DIPJ).§6ºOs montantesdequetrata oincisoIIdo §4ºnãopoderãoserutilizados, sobqualquerformaoua qualquertempo,nacompensação com a base de cálculo do Imposto de Renda da PessoaJurídica (IRPJ)ou da CSLL,salvo nocaso de rescisãodo par-celamento ou da não efetivação do integral pagamento à vista.§ 7º Na hipótese de constatação pela RFB de irregularidadequantoaosmontantes declaradosdeprejzofiscalou debasedecálculo negativa da CSLL que implique redução, total ou parcial, dosvalores utilizados, será observado o seguinte:I - as multas e os juros indevidamente liquidados serãorestabelecidos e recalculados os débitos indevidamente amortizados;II- tratando-sede débitosincluídosem parcelamentoativo,as prestações anteriormente liquidadas pelos valores declarados serãorestabelecidas em cobrança;III -caso apessoa jurídicanão regularizeas prestaçõesdevedoras decorrentes da recomposição dos débitos indevidamenteamortizados, noprazo de30 (trinta) diascontados daciência darecomposição, o parcelamento serárescindido, observados os requi-sitos previstos no art. 21;IV- nahitesede pagamentoàvista,secanceladaaliquidação realizada mediante a utilização de prejuízo fiscal e base decálculo negativa da CSLL, e os débitos serão recalculados e cobradoscom os acréscimos legais.§ 8º Odisposto no § 7º não excluia responsabilidade dapessoa jurídica relativamente aos tributos devidos, inclusive quanto àssanções e demais acréscimos aplicáveis, em decorrência da cons-tatação de irregularidade.§ 9º A pessoa jurídica que utilizar a liquidação prevista nesteartigodevemanter, durantetodoopeodode vinciadopar-celamento, os livros e documentos exigidos pela legislação fiscal,comprobariosdomontantedoprejzo fiscalebasedelculonegativadaCSLL, epromoverabaixados valoresnosrespectivoslivros fiscais.Art. 28. A pessoa jurídica que pretender realizar pagamentoà vista dos débitos e utilizar a liquidação de que trata o art. 27 deveráindicar essaopção, naforma do art.12, observadasas seguintescondições:I - pagar integralmente o principal dos débitos, a multaisolada e oshonorários devidos nas execuçõesfiscais de débitosprevidenciários; eII -pagar o saldodos jurosque não foiliquidado commontantes de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL.§ 1º Os pagamentos referidos nos incisos I e II deverão serrealizados em único Documento de Arrecadação de Receitas Federais(Darf),até 30denovembrode 2009,nodigode arrecadaçãodi-vulgadopela RFBpara essafinalidade, nostermos docaput doart.30.§ 2º Na hipótese deste artigo,a consolidação se dará porórgão, consideradosseparadamente os débitos previdenciáriose osdemais débitos.Seção XIDa Possibilidade de Parcelamento de Débitos da Pessoa Ju-rídica pela Pessoa FísicaArt. 29. A pessoa física responsabilizada pelo não pagamentoou nãorecolhimento de tributosdevidos pela pessoajurídica poderáefetuar, nos mesmos termos e condições previstos nesta Portaria, emrelação à totalidade ou à parte determinada dos débitos:I - pagamento à vista; ouII -parcelamento, desde quecom anuência dapessoa ju-rídica.§Nahitese depagamento àvista, aGuia daPre-vidência Social (GPS) ou o Darf deverá ser preenchido com o códigode que trata o parágrafo único do art. 30 e com o número de inscriçãoda pessoa jurídica no CNPJ.§ 2º O parcelamento de que trata este artigo somente poderáser efetuado pelas pessoas físicas definidas como responsáveis naforma dos arts. 124 e 135 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966-Código TributárioNacional (CTN),inclusive sócio,sócio-gerente,diretor ou qualquer outra pessoa física vinculada ao fato gerador.§ 3º O requerimento, a ser efetuado na forma do Anexo II, eos demaisatos relativosao parcelamento deque trataeste artigodeverão serprotocolados naunidade daPGFN ouda RFBdo do-micílio tributário da pessoa jurídica, acompanhados:I - da cópia do Darfcorrespondente ao pagamento da 1ª(primeira) prestação, preenchido com o código de que trata o caput doart. 30 e com o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas(CPF) da pessoa física responsabilizada; eII - de cópia de contrato social, estatuto, suas alterações, oudocumentos que comprovem aresponsabilidade por vinculação aofato gerador.§ 4º Na hipótese de parcelamento:I - a pessoa física passará a ser solidariamente responsávelcom a pessoa jurídica, em relação à dívida parcelada;II - ficasuspensa a exigibilidade docrédito, aplicando-se odisposto no art. 125 combinado com o inciso IV do parágrafo únicodo art. 174, ambos do CTN;III - é suspenso o julgamento na esfera administrativa.§Nahitesede rescisãodoparcelamento, apessoa jurídicaserá intimadaapagar osaldoremanescente calculadonaforma do § 3º do art. 21.§ 6ºA pessoa jurídicaque possua débitosparcelados porpessoasica naforma desteartigoo poderáter suainscriçãobaixada no CNPJ enquanto não quitado o parcelamento.§ 7º No caso de parcelamento, os débitos da pessoa jurídicaserão consolidados em nome da pessoa física, mantida a respon-sabilidade da pessoa jurídica.§ 8º Para pagamento ou parcelamento na forma deste artigo,não poderão ser utilizados os montantes referentes ao prejuízo fiscale à base de cálculo negativa da CSLL na liquidação dos débitos.§ 9ºO parcelamento de quetrata este artigoterá comoprestação mínima a estipulada para pessoas jurídicas, nos termos dosarts. 3º e 9º.§ 10. Nahipótese de haver mais de umapessoa física res-ponsabilizada pelo parcelamento de que trata este artigo, cada pessoafísica deverá observar a prestação mínima a que se refere o § 9º.§ 11. Para pessoa física queparcelar débitos de sua titu-laridade e depessoa jurídica, a prestaçãomínima corresponderá aovalor equivalente ao somatório das prestações mínimas devidas re-lativamente às pessoasfísicas e às pessoasjurídicas, conforme amodalidade de parcelamento escolhida;§ 12. Aplicam-se à pessoa física as demais normas relativasaos parcelamentosde quetrata esta Portaria,inclusive quantoà im-plementação do endereço eletrônico.§ 13. O disposto no art. 32 não se aplica ao parcelamento epagamentode quetrata esteartigo,somente sendopossível ole-vantamento do depósito após a quitação integral dos débitos.Seção XIIDos Códigos para Parcelamento ou PagamentoArt. 30. Para o pagamento das prestações dos parcelamentosdeque trataestaPortaria, bemcomo opagamentoà vistacomutilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL paraliquidação de multas e juros de que trata o § 7º do art. 1º da Lei nº11.941, de2009, deverão serutilizados, no preenchimentodo Darf,códigosde receitaespecíficos paracada modalidade,estabelecidospela RFB.Parágrafoúnico. Nosdemais casosdepagamento àvista,serãoutilizados,no preenchimentodoDarfouda GPS,conformeocaso,os respectivoscódigoscorrespondentes acadaum dosdébitosobjeto do pagamento.CAPÍTULO IVDAS DISPOSIÇÕES FINAISArt. 31.As reduções de quetrata esta Portarianão serãocumulativascom outrasreduções previstasem leie serãoaplicadassomente em relação aos débitos pagos à vista ou parcelados.Parágrafoúnico. Nahipótese deanteriorconcessão dere-dução de multas, de juros de mora ou de encargos legais previstos emoutras legislações, prevalecerão os percentuais de redução constantesnesta Portaria, aplicados sobre os respectivos valores originais.Art.32.Nocasodosbitos queforempagosàvistaouparceladosnos termosdosarts. e estaremgarantidos porde-sitoadministrativooujudicial,a vidaseconsolidadacomasreduções previstasnesta Portaria e,após a consolidação,o depósitoserá convertidoem rendada Uniãoou transformadoem pagamentodefinitivo, conforme o caso.Parágrafoúnico. Nahipótese emqueo valordepositadoexceder ovalor totaldos débitosa serempagos ouparcelados, osujeito passivo poderá requerer o levantamento do saldo remanes-cente.Art. 33. Ainclusão de débitos nosparcelamentos de quetrata esta Portaria não implica novação de dívida.Art. 34. Évedado ao sujeito passivoutilizar-se de com-pensação para extinção dos débitos com as reduções de que trata estaPortaria.Art. 35. Os débitos que tenham sido parcelados em mo-dalidade diversa das especificadas no art. 4º, inclusive os que foramrenegociadospela Lei11.775,de 17desetembrode 2008,opoderão ser pagos ou parcelados na forma desta Portaria.Art. 36. Aos parcelamentos de que trata esta Portaria:I - aplica-se o disposto nos arts. 10 a 13, no caput e nos §§1º e 3º do art. 14-A e no art. 14-B da Lei nº 10.522, de 2002;II -não se aplica odisposto no § 1ºdo art. 3º daLei nº9.964, de 2000, no art. 14 e no § 2º do art. 14-A da Lei nº 10.522, de2002, e no § 10 do art. 1º da Lei nº 10.684, de 2003.Art. 37.Esta Portaria entra emvigor na data desua pu-blicação.LUIS INÁCIO LUCENA ADAMSProcurador-Geral da Fazenda NacionalOTACÍLIO DANTAS CARTAXOSecretário da Receita Federal do BrasilInterino
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