cedimento cautelar.
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.2- PROC.
N.º 209/2000 -
Contra RESIOESTE e a Associação de Municípios do Oeste(AMO), vários residentes no concelho de Torres Vedras, freguesias do Maxial e Outeiro da Cabeça,pediram também a suspensão do processo do ASO ao abrigo da Lei de Acção Popular, no TribunalJudicial da Comarca de Torres Vedras, no ano de 2000, o advogado foi o Dr. Nuno Pinto Coelho deFaria. A decisão do tribunal foi o indeferimento liminar, apesar de ter considerado que não era com-petente para a apreciação da legalidade de qualquer acto administrativo e sem ter ouvido qualquertestemunha, tendo o juiz discordado das razões para o pedido da providência cautelar.Perante esta decisão foi
apresentado recurso -
PROC. N.º 7873/00
, no Tribunal da Relação deLisboa por se considerar que houve
i
ncumprimento/violação de normativos substantivos(constitucionais) e processuais, dado que a decisão ignorou a motivação da pretensão formulada redu-zindo-a a mera manifestação de repúdio por uma solução, tecendo mesmo considerações sobre a even-tual justeza da mesma, fazendo uma análise que está excluída dum indeferimento liminar.Este
Tribunal mantém a decisão que indeferiu liminarmente a petição, por incompetência doTribunal Judicial da Comarca de Torres Vedras.Na sequência desta decisão do Tribunal da Relação de Lisboa foi apresentado requerimento noSupremo Tribunal Administrativo, em 22/12/2000, a fim de ser fixado o Tribunal Competente paraconhecer da causa -
PROC. N.º 372.
O Procurador-Geral-Adjunto emitiu douto parecer julgando improcedente o recurso, devemdeclarar-se competentes os tribunais administrativos e em 11/12/2001 o Supremo Tribunal Adminis-trativo atribuiu a jurisdição aos tribunais administrativos.
1.3- PROC.
N.º 102/00 -
Contra RESIOESTE, vários residentes no concelho de Alenquer, fre-guesia de Vila Verde dos Francos, pediram também a suspensão do processo do ASO ao abrigo da Leide Acção Popular, no Tribunal Judicial da Comarca de Alenquer, no ano de 2000, o advogado foi o Dr.Nuno Pinto Coelho de Faria.Estando pendente igual providência no Tribunal de Torres Vedras é impossível a repetição deuma causa (n.º 1, art.º 497º do C.P.C.), de facto os pedidos são os mesmos, por outro lado, a jurisdiçãocompetente é a administrativa, pelo que a decisão foi o indeferimento liminar.
1.4- PROC. N.º 173/00 -
Contra a RESIOESTE, vários representantes da população do conce-lho do Cadaval, vieram mais uma vez pedir a suspensão do processo do ASO, no
Tribunal Judicial daComarca do Cadaval, no ano 2000, o advogado foi o Dr. Nuno Pinto Coelho de Faria.Em 21/12/2000 o Tribunal Judicial da Comarca do Cadaval decidiu que era incompetente, oTribunal competente é o Tribunal Administrativo e absolve a RESIOESTE.Foi apresentado recurso de agravo desta decisão -
PROC. N.º 6100/01 – 8ª Secção
, ao Tribu-nal da Relação de Lisboa, que em 28/6/2001 concedeu provimento ao agravo revogando a decisãorecorrida e determina a respectiva produção de provas.Mas a RESIOESTE apresenta um agravo desta decisão do Tribunal da Relação ao SupremoTribunal de Justiça -
PROC. N.º 3241/01-1
, tendo em 28/01/2002 deu provimento ao agravo e assimrevoga a decisão recorrida, confirmando-se o decidido em primeira instância.
2- INTIMAÇÕES PARA UM COMPORTAMENTO2.1- PROC. N.º 958/00 da 4ª secção
- Contra a RESIOESTE foi pedido por Gonçalo Rebelo de Andrade e outros, todos residentes no Vilar – Cadaval, que a RESIOESTE se abstenha de continuaras obras do aterro
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