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 ANO 3, N.º 10
ENCONTRO SOBREAGRICULTURA BIOLÓGICA
 
23 de Junho, sábadoLOCAL:
Salão Paroquial do Vilar
PROGRAMA
14.30—
Princípios da Agricultura Biológica. Porque é queos produtos biológicos são melhores? -
Engº José CarlosFerreira (Vice-presidente da AGROBIO)
 
15.30—
Testemunhos de empresas de agricultura biológica:BIOFRADE
(Casal Frade, Lourinhã) -
Eng.º Vítor Gomes
VALE POÇOS, SOC. AGRIC.
(Vila Nova, Vilar)
- Engº JoãoPedro Oliveira
16.30—
Partida para a visita à BIOFRADE.
Entrada livre.
Quem desejar participar na visita àBIOFRADE deve inscrever-se até dia 16 deJunho, na sede do MPI (edifício da Junta deFreguesia do Vilar ou pelo telefone 262 771060 para se organizar esquema de boleias.ESTE ENCONTRO DESTINA-SE AAGRICULTORES E A TODAS AS PESSOASINTERESSADAS.
Maio de 2007
 Editorial
 A agricultura biológicatem tido um crescimento progressivo considerável,devido a um interessecrescente por parte dosconsumidores cada vezmais preocupados com asua saúde e a defesa doambiente, e também auma mentalidade dife-rente dos principais acto-res, os agricultores.Mas há ainda muito a fazer para que a infor-mação chegue ao maiornúmero possível de pes-soas, razão pela qual oMPI voltou a apostar nadivulgação da Agricultu-ra Biológica, tendo esteano organizado umencontro que julgamosser do maior interesse para todos. Esperamosque aproveitem bem estaoportunidade. Presidente da DirecçãoHumberto Pereira Ger-mano
Nesta edição:
Boletim informativo
MPI—Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente
Assembleia Geral
Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) 
Plataforma Transgénicos Fora do Prato muda de nome 4 Impasse na gestão de resí- duos urbanos
Ambiente e Cidadania: 
Agricultura biológica
 
PÁGINA 2BOLETIM INFORMATIVO
ANO 3, N.º 10
Realizou-se no dia 18de Março, sábado, pelas 21.30,mais uma Assembleia-geraldo MPI.Este ano foi ano deeleições para os corpos sociais.Não houve mudanças signifi-cativas, no entanto entrou umnovo elemento, o Nuno Carva-lho, substituindo o lugar devogal da Direcção ocupado porGonçalo Rebelo de Andrade.
Corpos Sociais elei-tos para o triénio 2007-2009
- DIRECÇÃO
Presidente:
Humberto PereiraGermano
, data de nascimento:06/06/1957, professor, residenteno Vilar (freguesia do Vilar,concelho do Cadaval).Vice-presidente:
Maria Ale-xandra Santos de Azevedo
,data de nascimento:02/03/1967, médica veterinária,residente no Vilar (freguesia doVilar, concelho do Cadaval).Secretária
: Maria Salomé Aze-vedo de Oliveira Rodrigues
,data de nascimento:10/01/1957, professora, resi-dente no Vilar (freguesia doVilar, concelho do Cadaval).Tesoureiro
: Pedro RicardoJácome Fernandes
, data denascimento: 26/11/1956, pro-fessor, residente no Rodeio(freguesia Vila Verde do Fran-cos, concelho de Alenquer).
 
ASSEMBLEIA-GERAL
Foram eleitos novos corpos sociais e aprovados orelatório e contas de 2006 e o plano de actividadespara 2007
Vogais
: Carlos Alberto Fer-reira Pereira
, data de nasci-mento: 30/10/1955, empregadode Cerâmica, residente no OlhoPolido (freguesia de Outeiro daCabeça, concelho de TorresVedras).
Paulo José Reis Duarte
, datade nascimento: 05/12/1969,empresário, residente no Vilar(freguesia do Vilar, concelhodo Cadaval).
Nuno Alexandre da GraçaCarvalho
, data de nascimento:04/02/1980, técnico de redes,residente em Vale Cruzes(freguesia de Maxial, concelhode Torres Vedras).
- ASSEMBLEIA GERAL
Presidente:
Nuno Pereira Aze-vedo
, data de nascimento:12/10/1941, desenhador, resi-dente no Vilar (freguesia doVilar, concelho do Cadaval).Secretária:
Margarida IsabelRolim André Zoccoli
, data denascimento: 01/11/1964, biólo-ga e professora, residente emAlfragide (concelho , concelhode Lisboa).
- CONSELHO FISCAL
Presidente:
Carlos João Perei-ra Fonseca
, data de nascimen-to 13/12/1950, gerente comer-cial, residente Qta do Sangui-nhal (freguesia e concelho doBombarral).
 
Vice-presidente:
AdelinoManuel Casimiro Serieiro
,data de nascimento:31/12/1959, mecânico, residen-te no Outeiro da Cabeça(freguesia de Outeiro da Cabe-ça, concelho de Torres Vedras)Secretário:
Humberto Rodri-gues Pereira
, data de nasci-mento: 21/08/1969, bancário,residente no Vilar (freguesia doVilar, concelho do Cadaval).
Relativamente às Con-tas, devido ao facto do MPI tersuportado duas custas de tri-bunal referentes à providênciacautelar apresentada porhabitantes da freguesia de Vila Verde dos Francos no tri-bunal de Alenquer e a um pro-cesso interposto no Tribunal Administrativo de Lisboa porvários habitantes do Vilar,perfazendo um total de2.586,38 euros, por se enten-der o MPI ter a“responsabilidade moral”sobre estas despesas. Apesardo subsídio da Câmara Muni-cipal do Cadaval de 1.500euros, a situação financeira doMPI tem um saldo negativoque é suportado por umempréstimo do Presidente,Humberto Germano.O Relatório de activi-dades e Contas de 2006 e oPlano de Actividades para2007 foram aprovados porunanimidade. *
 
PÁGINA 3BOLETIM INFORMATIVO
ANO 3, N.º 10
Na sequência dos últimos acon-tecimentos relacionados com oNovo Aeroporto de Lisboa e doalmoço de representantes deOrganizações Não Governamen-tais de Ambiente (ONGA) com oMinistro da Obras Públicas nopassado dia 24 de Abril, a Con-federação Portuguesa das Asso-ciações de Defesa do Ambiente(CPADA)
*
, que subscreve o pre-sente comunicado, vem:
1.
 
Criticar a irreversibilidadeque tem caracterizado a decisãoda construção do Novo Aeropor-to de Lisboa (NAL) na Ota, emzona húmida classificada peloPROT-AML como “Área Nuclearpara a Conservação da Nature-za” e “Corredor Ecológico”, antesde ter sido iniciado o procedi-mento de Avaliação de ImpacteAmbiental, cuja decisão – Decla-ração de Impacte Ambiental(DIA) – tem carácter vinculativo
,
com o objectivo de salvaguardar
o primado dos valores ambien- tais.
)A comprovar esta postura detomar como certa a construçãodo NAL na Ota está o projectodaquilo que será uma megacidade aeroportuária na órbitada Ota, a ser desenvolvido pelaconsultora Augusto Mateus eAssociados, numa área total de1700 ha e que passará pelareclassificação de solos agrícolasem solos industriais.
Exigimos, portanto, rigor eisenção no Estudo de ImpacteAmbiental que só agora se ini-cia e que tem, por lei, carácter
Novo Aeroporto de Lisboa (NAL)
Muito se tem ouvido falar sobre o processo do Novo Aeroporto de Lisboa e pensa-mos que será interessante conhecer alguns contornos deste complexo processo,assim transcrevemos excertos do comunicado recentemente divulgado pela CPADA(Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente) da qual o MPI fazparte.
vinculativo para a viabilida-de do projecto. É ainda damaior importância que esteestudo avalie os impactescumulativos das diversascomponentes do projecto(acessibilidades, logística,regularização de rio e ribei-ras, etc.)
 2.
Relembrar que a escolhada localização do NAL na Otafoi feita por comparação únicae insuficiente com a alternati-va de Rio Frio, quando inicial-mente nos anos 90 foramapresentadas doze alternativaspossíveis para a localização doNAL, entre as quais a amplia-ção do aeroporto da Portela, e,
subversivamente, na hora datomada de decisão foramapresentados apenas doisEstudos Preliminares deImpacte Ambiental (EPIA) – oda Ota e de Rio Frio
. Destemodo, e de acordo com ocomunicado por Elisa Ferreira,ex-Ministra do Ambiente dogoverno de António Guterres,em artigo publicado no Jornalde Notícias no passado dia 25de Março, “
alegar a localiza-ção da Ota como a única pos-sível por motivos ambientaisnão corresponde à verdade
,pois que o despacho (por siexarado) no fim dos anosnoventa se limitava a confir-mar o facto óbvio de que, comos dados disponíveis à época eperante as duas únicas opçõesde localização apresentadas(Ota e Rio Frio), a primeiragerava menores danos ambien-tais”.Mais se recorda que a Comis-são de Avaliação de ImpacteAmbiental considerou que
asconclusões constantes nosEPIA não são suficientes ouválidas como elementos debase para a tomada de deci-são
, porque muitos descritores(como os recursos hídricos, ris-co de colisão de aeronaves comaves, ruído, qualidade do ar,etc) tiveram uma abordagemdeficiente e que deveriam tersido objecto de estudos maisadequados à fase de selecçãode alternativas.Considerou ainda que
as alter-nativas de localização pro-postas apresentam impactesnegativos significativos
. Noentanto, a localização do NAL na Ota é menos desfavorávelque em Rio Frio (orientação E/O e N/S), por esta apresentargraves condicionantes quepodem pôr em causa a suasustentabilidade ambiental.”Lisboa, 30 de Abril de 2007
 
A
Confederação Portuguesadas Associações de Defesa doAmbiente
foi criada em 1991 eé a organização ambientalistacom mais representatividade nonosso País, integrando cerca de110 ADA/ONGA (Associações deDefesa do Ambiente/Organizações Não Governamen-tais de Ambiente) de âmbitosNacional, Regional e Local, espa-lhadas no Continente e RegiõesAutónomas, que representam,no seu todo, muitas dezenas demilhar de associados. É membrodo European EnvironmentalBureau, federação de organiza-ções ambientalistas da Europa
*
 
“I
RREVERSIBILIDADE
 
E
S
UBVERSÃO
 
NO
 
CASO
 
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