• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • 2
    CommentGo Back
Download
 
Direitos exclusivos para língua portuguesa:
Copyright © 2007 L P BaçanPérola — PR —
Brasil
Edição do Autor. Autorizadas a reprodução e distribuição gratuita
desde que sejam preservadas as características originais da obra.
 
 RESUMO 
De onde viera aquela imagem de mulher que se fixara em sua mente e o perseguia diaapós dia? Talvez de alguma revista, de algum filme, Carlos não sabia ao certo. Via-a sempredeitada na areia, com os cabelos presos dentro do chapéu, o sol tornando-a dourada efascinante. Talvez tivesse tirado a idéia de alguma história lida. Alguém chegava numa praia ese encontrava com uma pessoa, iniciando algo maravilhoso e excitante. Tudo a seu tempo.Sem pressa, apenas deixando as coisas acontecerem.Aquela imagem de mulher era sua obsessão e ele procurava sem saber ao certo ondeencontrá-la. Era sua companhia nas viagens solitárias pelas estradas desertas. Sabia que umdia a encontraria, mas só não tinha noção de que poderia não reconhecê-la, a menos que elalhe surgisse da forma como a imaginava: deitada numa toalha, na areia escaldante da praia.Sônia tinha um sonho: deixar de ser apenas uma adorável garota de beira de estrada paraser a mulher dos sonhos de Carlos. Rejeitada, planejou sua vingança, decidida a jogar um jogoperigoso e brincar com os segredos dele. No fundo, porém, não tinha muita certeza do quepretendia fazer. Não sabia o que aconteceria, quando se visse frente a frente com ele. Teriaque ser muito forte para não pôr tudo a perder. E só havia uma forma de descobrir isso. 
CAPÍTULO 1
 Era sempre verão e aquele corpo feminino jazia ao sol. Carlos sempre a via daquelamaneira: deitada sobre uma toalha, na areia escaldante, oferecendo o colo, o ventre e ascoxas aos beijos dos raios solares. Usava um chapéu, um daqueles enormes chapéus depraia, que tornava desnecessários os óculos escuros. Formas perfeitas ao alcance dos olhos;segredos estonteantes protegidos pelo biquíni. Um dos joelhos se flexionava com graça eoscilava, enquanto ela acompanhava o ritmo da música no rádio portátil. Perto deles, o marrugia e as ondas estouravam, borrifando espuma.Carlos se aproximava dela, jogando sua sombra sobre aquele corpo que conhecia tão beme, ao mesmo tempo, desconhecia totalmente. Ele a olharia longamente, até que ela voltasse acabeça, erguendo ligeiramente a aba do chapéu. Ao notar a presença de Carlos, ela ficariacuriosa.
 
Isso estaria estampado no rosto dela, tornando-o mais adorável. A testa se franziria, elatorceria os lábios para o lado, realçando uma das maçãs do rosto. Depois, lentamente, seuslábios retornariam àquele estado natural cheio de sensualidade. Ela não usava batom. Seriaabominável isso. Então, como num convite e num consentimento, ela sorriria. Duas covinhasdeliciosas se formariam em suas faces. Seus olhos brilhariam intensamente.Carlos sorriria em resposta, sem perder a naturalidade e nem o fascínio másculo queesperava ostentar. Ambos se sentariam juntos e conversariam. Seria fantástico!Carlos Magalhães pisou vagarosamente no pedal do freio e torceu o volante para oacostamento, até estacionar diante do restaurante do velho Chico. Desceu do veiculo,enxugando o suor que lhe escorria do rosto. Olhou o céu. Começava a escurecer lentamente.Ele caminhou para a entrada do restaurante. Um cheiro de comida quente encheu-lhe asnarinas, fazendo-o antegozar o prazer daquela refeição. Chegava no horário. Um pouco antese nada estaria pronto; um pouco depois e não encontraria lugar.O restaurante do velho era conhecido por toda a estrada. Motoristas de caminhão,principalmente, tornariam, dentro em pouco, pequeno o salão para abrigá-los. Ele foi ao fundodo salão, tirou o paletó e o colocou sobre o espaldar de uma cadeira, marcando seu lugar.Sônia, a garçonete, gritou alguma coisa para o pessoal da cozinha e depois fincou oscotovelos sobre o balcão, esperando que Carlos saísse do banheiro.Ele voltou logo depois, abotoando as mangas da camisa que dobrara para cima ao se lavar.Sorriu para Sônia.— Olá, Carlos! — disse ela, apoiando o queixo nas costas das mãos, olhando-o com olhossonhadores.— Sônia, que prazer revê-la! — exclamou ele, aproximando-se do balcão sorridente eencantado.O velho Chico entrou pela porta da frente, cumprimentou Carlos rapidamente e sumiu pelaporta da cozinha. Alguns caminhões estacionavam lá fora.— Já sei, uma cachacinha — falou ela, servindo-o.— Sim, para abrir o apetite. Vejo que não esqueceu. Está quente, não? — comentou ele,enxugando a testa com o lenço.— Vamos ter uma tempestade.
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...

Noís sumo amsim, sapia, chamata gostozona

é, os ome sonhamm kom muué te corpom fiolão, tresentos quilos te cilicone na punta e nas teta

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...