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Reflexao da luz

Reflexao da luz

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06/04/2013

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Capítulo 6 Reflexão da Luz Física Professor Christian
Capítulo 6 – Reflexão da Luz
Princípios da Ótica Geométrica
A ótica geométrica é a parte da físicaque se preocupa em descrever os fenôme-nos luminosos de forma geométrica, semonsiderar o caráter ondulatório da luz.c 
Raio de Luz:
Reta orientada associada àdireção e ao sentido de propagação da Luz.
Feixe de Luz:
Conjunto de raios de Luzrovenientes do mesmo ponto.
 
p Feixe Divergente Feixe ConvergenteFeixe Paralelo (P no infinito)
Fonte de Luz:
É qualquer objeto que produ-za luz (fontes primárias) ou esteja refletindoluz (fontes secundárias). O Sol, lâmpadas efogo são fontes primárias. A Lua, o Christiano quadro-negro são fontes secundárias.e 
Meios de Propagação:
Existem três tipos demeios de propagação da luz. Transparente(que permite uma visão nítida dos objetos);Translúcido (não permite uma visão nítida);Opaco (não permite a propagação da luzatravés de si). Exemplos: ar (transparente),vidro (translúcido) e parede (opaco).Além das Leis da Refração e Reflexão,que veremos mais adiante, os seguintesprincípios fundamentam a base teórica daptica Geométrica:Ó 
Princípio da Propagação Retilínea da Luz
“Nos meios transparentes e homogêneos auz propaga-se em linha reta”. 
Princípio de Fermat
“Para se deslocar entre dois pontos distintos,a luz percorre o caminho de menor tempo.” 
Este fato serve de base para as leis daeflexão e refração.
 
Princípio da Independência dos Raios deLuz
“Quando dois raios se cruzam num ponto,continuam a ter, depois do cruzamento, asmesmas propriedades que teriam se nãoivesse havido o cruzamento.”  
Princípio da Reversibilidade dos Raios deLuz
“A trajetória dos raios de luz é reversível.” 
Leis da Reflexão
Consideremos uma fronteira (plana oucurva), delimitando dois meios 1 e 2. Admita-mos que a luz, provindo do meio 1, transpa-rente e homogêneo, atinja a fronteira. SejaR
1
um raio de luz incidente, I o ponto deincidência da luz, R
2
o correspondente raiode luz refletido e IN uma reta normal àronteira no ponto I. 
Física Termologia e Ótica 47
 
 
Capítulo 6 Reflexão da Luz Física Professor Christian
O ângulo i que o raio incidente formacom a normal é chamado de
ângulo deincidência
 O ângulo r que o raio refletido forma comnormal denomina-se
ângulo de reflexão
.a
 
1
a
Lei da Reflexão:
O raio de luz incidente(R 
1
 ), a reta normal no ponto de incidência(IN) e o raio de luz refletida (R 
 ) pertencemao mesmo plano.
a
Lei da Reflexão:
O ângulo de reflexão r éigual ao ângulo de incidência i.
Podemos ter dois tipos de reflexão, aspecular e a difusa:e 
Reflexão Especular:
Ocorre quando o feixeincidente encontra uma superfície lisa, polida,de tal forma que o feixe refletido é bem-efinido. Ex: reflexão nos espelhos.d
 
Reflexão Difusa:
Ocorre em superfíciesrugosas (cheias de irregularidades). Aqui aforma do pincel de luz é destruída depois dareflexão, ou seja, a luz acaba sendoespalhada para várias direções. Ex: reflexãono mar ondulado.
Velocidade da Luz
Sabemos hoje que a luz, quando sepropaga através de um meio, o faz comdeterminada velocidade constante. No vácuo,onde a velocidade de propagação é máxima,temos
v = 3x10
8
m/s
. Em um meio material, avelocidade da luz é menor do que no vácuo,como será visto no capítulo de Refração.
Exercício de Sala
01.
Duas varetas M eN estão fixadas verti-calmente ao solo,como se representa nafigura abaixo. Em umadeterminada hora dodia, suas sombrasmedem, respectivamente, 20cm e 60cm. Aaltura da vareta M é 30cm. Qual é a altura davareta N?
 Resolução:
Espelhos Planos
 
Uma superfície lisa e plana, que refleteespecularmente a luz é denominada espelhoplano.Considere um objeto O colocado emfrente a um espelho plano. A luz que sai doobjeto e incide no espelho é refletida. A figuraabaixo mostra alguns raios luminososincidentes no espelho, bem como os raiosrefletidos, sempre de acordo com as leis dareflexão.
Física Termologia e Ótica 48
 
 
Capítulo 6 Reflexão da Luz Física Professor Christian
Verificamos que esses raios refletidosformam um feixe divergente. Entretanto, osprolongamentos destes raios passam todospelo mesmo ponto I. Assim, a luz, após ser refletida pelo espelho plano, diverge como seestivesse sendo emitida do ponto I, situadoatrás do espelho. Desse modo, um observa-dor em frente ao espelho vê uma imagemdesse objeto, exatamente no ponto I. Essaimagem, por ser conjugada pelos prolonga-mentos dos raios refletidos é uma
imagemvirtual.
Posição da Imagem
 
Em um espelho plano, a imagem ésimétrica do objeto em relação ao espelho.Objeto e Imagem estão sob a mesmaperpendicular ao espelho, separados pelolano do espelho e eqüidistantes deste.p 
Note que para conjugar a imagem sãonecessários apenas 2 raios.
Campo visual
Campo Visual é a região do espaço quedeterminado observador pode enxergar por reflexão.A demarcação do campo pode ser feitade forma simples. Dada a posição doobservador O, determina-se a posiçãosimétrica O’ em relação ao espelho. A regiãodo espaço visível por reflexão é determinadaligando-se o ponto O’ às extremidades doespelho.
* Rotação de um Espelho Plano
Se um espelho plano for girado em tornode um eixo paralelo à sua superfície, de umângulo
α
, sua imagem girará de um ânguloigual a 2
α
.
T
 
ranslação de um Espelho Plano
Um deslocamento do espelho em dire-ção ao objeto desloca a posição da imagem.Ao se deslocar o espelho por uma distânciad, na direção do objeto, a imagem se deslocapor uma distância 2d, também na direção doobjeto. Desse modo, se o espelho estiver sedeslocando com velocidade v constante, aimagem estará se deslocando com velocida-de 2v. 
Imagens Múltiplas
Quando usamos mais de um espelhoplano para formar a imagem de um objeto,poderemos obter múltiplas imagens a partir de um único objeto. O número de imagensdepende do ângulo entre os espelhos e édada por:
=
360 N1
α
 
Física Termologia e Ótica 49
 

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Um raio de luz propagando-se horizontalmente, incide em um espelho plano E1 formando um ângulo de 55° com sua superfície. Após a reflexão em E1, o raio de luz incide em outro espelho plano E2 que forma um ângulo de 60° com E1, como mostra a figura abaixo.
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