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 ACABR
DE
 
SPORTO
3ª feira, 26 de Fevereiro de 2008
Manuel Oliveira destaca oprocesso de captação de jogadores e lamenta a faltade meios para aprática do basebol
 Ana Coelho Ângela Monteiro
 A nova época vai começar em Feve-reiro. Quais são as perspectivas e ob- jectivos da equipa?
Estamos a tentar construir uma equipacapaz de alcançar o título, mas tentandosempre integrar novos atletas.
No ano passado, não ganharam ne-nhum prémio, quando, ao longo dosanos, os têm ganho. O que falhou?
Falhámos como equipa em alguns mo-mentos–chave da época. Mais do que alcan-çar o título, o nosso objectivo principal eradar experiência aos novos jogadores e tentarchegar o mais longe possível. Conseguimoschegar às meias–finais, mas faltaram–nosalguns atletas, o que fez com que não fossepossível vencer a meia–final do campeona-to. Relativamente à Taça de Portugal, aequipa teve uma prestação bastante boa,mas outras equipas, com melhores reforços.Não foi falta de mérito nosso.
Estão num processo de captação de jogadores. Em que moldes é que estáa decorrer?
Estamos a abrir treinos para escalõesmais novos e a tentar arranjar melhores ho-rários para treiná–los. Desse modo, espera-mos conseguir ter uma equipa de formaçãode cadetes, o que é já uma exigência da par-te da federação e que dará continuidade àsecção. Queremos também criar uma equi-pa de “softball” feminino [parecida com o basebol, mas com regras diferentes]. Já te-mos algumas raparigas interessadas, esta-mos a começar com os treinos e esperamos,no futuro, conseguir criar a equipa femini-na.
Querem captar jogadores que já te-nham tido contacto com a modalida-de ou isso é indiferente?
 As sessões de treino estão abertas a quemquiser aparecer. Qualquer pessoa com qual-quer nível de experiência pode ir a um trei-no e experimentar. Não exigimos nada. Te-mos um técnico bastante experiente que dámuita atenção a quem chega.
Qual tem sido o feedback do processo?
Tem estado a correr bastante bem, têmaparecido jogadores novos. Temos a ajudade um professor de Educação Física que játinha trabalhado no desporto escolar e trou-xe algumas pessoas interessadas. Há tam- bém alguma publicidade espalhada pela ci-dade para que as pessoas possam tomar co-nhecimento, contactar e aparecer num trei-no para experimentar a modalidade.
Tendo em conta que a época está acomeçar, não acha que o processo decaptação veio tarde demais?
De facto é um pouco tardio, mas a verda-de é que não existem condições para a prá-tica do basebol. Não tendo outras condiçõesde trabalho, outro local de treino, é difícilfazer essa captação. Temos de a fazer no iní-cio de ano o que, para nós, coincide com oinício da época desportiva.
Quais são as vossas condições detreino?
 As condições são reduzidas e com poucaqualidade. Desde da Latada de 2006, que foirealizada no campo universitário, que dei-xámos de ter as condições mínimas para ostreinos. Temos que nos ir “ajeitando”. Sechove o campo fica impraticável e treinamosnum pavilhão com um espaço reduzido. Sãoas condições que temos, e temos que traba-lhar nelas. O campo tem sido arranjado aos bocadinhos, mas depois não continuam. Fa-lámos com a antiga Direcção–Geral da AACmas não chegámos a nenhuma conclusão.
 Acha que este processo também podeajudar na captação de espectadores?
Conseguir trazer praticantes mais jovensé também uma maneira de trazer especta-dores. Até agora só uma pessoa ou outra éque aparece, as bancadas estão despidas etorna–se triste jogar sem espectadores. Tal- vez, tendo outros escalões podemos cativaros mais novos a assistir aos jogos da equipasénior. Tê–los a participar é uma maneirade arranjar mais pessoas interessadas.
Esta falta de público está relaciona-da com um desconhecimento da mo-dalidade?
Não há grande promoção do desporto emPortugal. Aquilo que se vê na televisão é oque passa nos filmes. Uma imagem, uma jo-gada, o “home run” que toda a gente conhe-ce. Os canais de desporto podiam passarimagens, entrevistas, jogos em Portugal ouna América. Se não houver informação é di-fícil haver interesse.
Com que apoios é que a secção de basebol pode contar este ano?
O nosso patrocínio é da direcção–geral,não contamos com outros apoios. Pontual-mente, temos ajudas exteriores.
Para além do campo, quais são asprincipais carências da secção?
Estamos à espera do campo de SantaCruz, que desde há algum tempo, nos dizemque está quase pronto. Mas esse quase é um bocado relativo. Um campo de jogo seria umpasso importante. Tentamos fazer a nossaparte, a federação tem vindo a fazer algumacoisa. Tem um campo de basebol e está acriar uma academia para que possam havermais jogadores.
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Manuel Oliveira, presidente da Secção de Basebol da AAC
”As bancadas estão despidas e torna-se triste jogar sem espectadores” 
 ANA COELHO
 
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Hóquei em Patins
Campeonato Nacionalde Seniores Masculinos3ª divisão Zona BPesVouga 1 – 5 AAC A Académica deslocou–se, sábado, 23,a Sever do Vouga onde venceu a equipalocal por cinco bolas a uma. A AAC estáno terceiro lugar com 31 pontos. A jorna-da seguinte vai ser disputada no próximosábado, 1 de Março, com a Escola Livre,de Oliveira de Azeméis.Campeonato Nacional de Seniores Fe-mininosRoller Lagos CP 2 – 1 AAC As academistas foram a Lagos finalizaro campeonato e foram derrotadas porduas bolas a uma. Deste modo, a equipaconimbricense desceu do 6º para o 7º lu-gar do Campeonato Nacional, tendo ago-ra 18 pontos.
Basquetebol
 V Campeonato ProLi-ga, Seniores Masculinos AAC 105 – 76 MaiaBasket A equipa sénior masculina de basque-tebol da AAC recebeu e venceu, em casa,o Maia Basket por 105 pontos contra 76.Os academistas defrontam no próximosábado, 1, em Coimbra, o Atléti-co/Slimcei, de Lisboa. Os atletas de Nor- berto Alves estão em sétimo lugar da ta- bela classificativa com 32 pontos.
 Andebol
Campeonato Nacional2ª divisão, 1ª fase,Séniores Masculinos AAC 27 – 30 1º de Maio A formação academista perdeu em ca-sa, na 19ª jornada, contra o 1º de Maio,da Marinha Grande, por 27 a 30. Apesarde faltarem três jornadas para o fim docampeonato, a equipa conimbricense jo-ga só mais duas vezes, uma vez que folgana próxima jornada (o campeonato temum número ímpar de equipas). O próxi-mo jogo é a 8 de Março contra a Associa-ção Desportiva do Monte, de Aveiro. A  AAC está no último lugar.
DesportosMotorizados
Campeonato Nacionalde Navegação 4x4 A primeira prova do campeonato co-meçou, no fim–de–semana 23/24, e aformação de Coimbra ficou em sexto lu-gar, no total de 40 equipas. A próximaprova realiza–se em Pinhel, perto daGuarda, sábado, 1 de Março.
Por Helder Almeida
 
Bela é a vila cuja fortaleza foipalco da decisão de pôr termoà eterna estória de amor dePedro e Inês. A CABRA foidescobrir o que está entre a‘cidade dos estudantes’ e a‘rainha da Costa de Prata’
Texto e foto por Ana Coelho
 Ao chegar à localidade pela EN111, depa-ramo–nos com o esplendoroso castelo no al-to do monte. A subida é íngreme, mas o es-forço vale a pena pela visita. O castelo, ape-sar da idade, goza de um bom estado de con-servação. Existem referências documentaisrelativas a ele desde do século IX. Ao entrar,percorre–se um corredor com chão calceta-do, ladeado por muralhas e árvores até che-gar a um largo repleto de cor verde, umenorme jardim com algumas árvores. À di-reita, a Igreja de Santa Maria da Alcáçovaespreita o pôr–do–sol todos os fins de tarde.É a predilecta de muitos enamorados paradarem o nó. Um edifício de estilo góticoamarelo que necessita de um retoque napintura.No jardim, muitos são os visitantes queaproveitam para tirar umas fotografias paramais tarde recordar. Junto às muralhas, dolado da vila, deslumbra–se a paisagem doscampos de arroz, onde o rio Mondego é rei.Outrora, o rio “velho” teve de ser extinto efoi construído um novo troço mais largo,pois as cheias eram uma constante e inva-diam as casas. Os terrenos, também afecta-dos pelas cheias, eram e continuam a ser osustento desta pacata vila. Ali, naqueles ter-renos cultiva–se arroz e milho. As terras doMondego estendem–se a perder de vista, sóas pequenas povoações e o rio rompem amancha de arrozais e restantes terrenos decultivo.Olhando para o centro de Montemor–o-–Velho, a vila emana uma movimentaçãosemelhante aos dias em que há feira. Mas,hoje não é um desses dias. A curiosidadedesperta, descemos pelo mesmo caminhoque nos levou ao cume, percorremos as rue-las renovadas da vila. Passamos por um con- vento, uma igreja, chegamos ao MercadoMunicipal. Somos recebidos por uma enor-me agitação, o olfacto desperta o apetite.Mais atentamente, percebemos que há umafestividade, o Festival do Arroz e da Lam-preia, que já vai na sua sexta edição.Entramos no recinto que habitualmenterecebe a feira quinzenal e a Feira do Ano,quando se comemoram as festas da vila. São21 as tasquinhas onde podemos petiscar oque a gastronomia do Baixo Mondego temde melhor. Do arroz carolino à lampreia,mote do festival, mas também a doçaria con- ventual está presente: as barrigas de freira,as queijadas de Pereira, os papos de anjo deMontemor. Outros atractivos culturais le- vam–nos a percorrer o resto do certame.Depois de saborear as iguarias, saímos dorecinto e vamos até ao Centro Equestre.Quem gosta destes animais, não pode deixarde passar por lá. Por altura das Festas da Vi-la, são realizadas muitas as actividades rela-cionadas com cavalos. Desde compra e ven-da destes animais, a competições que todospodem assistir. Despedimo–nos de Monte-mor–o–Velho, até breve.
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Nos países nórdicos, a prática de sauna é tão natural como respirar. Só na Finlândia, paísde onde é originária, existem 2 milhões de saunas para 5,2 milhões de habitantes. Em Por-tugal, porém, trata–se de um “dado adquirido há poucas décadas”, como explica o direc-tor–técnico do Centroactivo Health Club de Coimbra, Paulo Barreto. Quanto aos portugue-ses, ainda não se habituaram à nudez que para os finlandeses é natural e quase obrigató-ria; por outro lado, também não aguentam temperaturas tão elevadas como as que se po-dem sentir no interior de uma sauna nórdica.Mas sauna não é o mesmo que banho turco. Ao contrário da primeira, que consiste na li- bertação de vapores secos, o banho turco tem que ver com calores húmidos, aos quais, nor-malmente, se podem juntar essências.Os benefícios são muitos e variados; desde a resolução de problemas respiratórios, à eli-minação de toxinas, aumento da circulação sanguínea, combate ao stress, entre outros. Noentanto, a quem está a passar por uma fase de gravidez ou que costuma ter quebras de ten-são, não é aconselhável a prática de sauna. Além disso, o seu uso em demasia pode criar al-guns constrangimentos físicos. Assim, para quem esteja a começar, o recomendável é “fa-zer cinco, dez minutos com algum acompanhamento, e não em temperaturas não muitoelevadas”, aponta Marlene Loureiro, da gerência do Hotel Quinta das Lágrimas, um dos lo-cais onde se pode praticar sauna, em Coimbra.Hoje em dia, e apesar de recente, a sauna parece estar a conquistar cada vez mais adep-tos entre os portugueses, alguns dos quais já dispõem do serviço nas próprias habitações.
Liliana Figueira
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 ACABR
VIAGENS
3ª feira, 11 de Março de 2008
Qual foi a viagem mais marcante que já realizou?
Uma das mais importantes que fiz foi em 2002 a Timor–Leste e foi exactamente por convi-te da administração timorense para independência do país. Foi uma viagem inesquecível.
E que viagem gostaria de fazer no futuro?
Talvez à Irlanda, não por ser muito longe, mas tem a ver com uma série de coisas; com a ori-gem de uma série de pessoas que escreveram e que pertencem ao meu universo.
Que espectáculo gostaria de ver fora de Portugal?
Gostaria de ter estado num dos espectáculos que o Grotwoski fez em Opole na Polónia, noseu Teatro das Treze Filas, assim chamado porque tinha 13 filas e poucos espectadores.
E que museu iria visitar?
Provavelmente na Holanda, o museu Van Gogh. É um dos que eu nunca visitei e gostava deter visitado. Hoje, poderia revisitar o Museu Picasso, em Paris, que é um museu pequeninoe muito interessante e onde as pessoas se sentem bem.
 A narração favorita de uma viagem num livro?
Gosto muito das narrações que fez o Bruce Chatwin das suas viagens à Patagónia. O feitioespecial de viajante, de anotador, de observador, interessa–me no Bruce Chatwin. Seria ou-tra viagem que eu gostaria de fazer, é realmente um mundo de mundos.
João Miranda
 Viagens num minuto
 
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Universidade de Coimbra eEscola Superior de Educaçãode Coimbra promovemprogramas de apoio a alunosque pretendem estudar etrabalhar na instituiçãoque frequentam
 Por 
 Ana CoelhoJoão Luzio Andreia Pereira
Os projectos são vários, mas têm todos amesma finalidade: proporcionar a quem es-tuda no ensino superior trabalhar na insti-tuição onde se está inscrito. Muitostrabalham por necessidade, outros para con-seguir rendimentos extra. A Universidade de Coimbra (UC) dispõe demais do que um projecto para estes casos, namaioria prestados pelos Serviços de AcçãoSocial da UC (SASUC). Os programas, ape-sar de não serem divulgados oficialmente,são conhecidos entre a comunidade e procu-rados por muitos.Há 44 anos que António Luzio Vaz, admi-nistrador dos SASUC, tenta responder aospedidos de trabalho dos estudantes. Poste-riormente, surgiu nos serviços o projecto“Apoio a Alunos por Alunos” com o objectivode permitir que estudantes da UC possamobter rendimentos extra. “É uma forma deestarem em contacto com o mundo do traba-lho”.Os estudantes podem-se inscrever nos Ser- viços de Alimentação ou directamente nosSASUC. “Há sempre trabalho. Nem que nãosejam muito precisos, tentamos pô-los sem-pre em algum lado”, avança. “Nas cantinasrecebem-se três euros e cinquenta cêntimospor hora”, adianta. Também podem receberem senhas de refeição, mas de forma opcio-nal. Na origem das verbas está o Fundo de Apoio ao Aluno.
Os rostos do projecto
Taliton Valentim é estudante de Direito naUniversidade de Coimbra pelo programaErasmus e trabalha no “Sandwich-Bar”, junto às Cantinas Amarelas, pelos SASUC.Taliton era frequentador assíduo do bar e alitomou conhecimento do projecto de que hojefaz parte. A informação do programa é trans-mitida “de boca em boca”, diz. O estudanterevela que procurou os serviços de alimenta-ção para trabalhar “de forma a não atrapa-lhar o horário dos estudos”, pois o horário deexpediente é flexível. Taliton vê vantagens noserviço, pois dessa forma pode aplicar o di-nheiro extra “sem sobrecarregar” os pais.Também a aluna Carla Marques, de Enge-nharia Geológica e de Minas na Faculdade deCiências e Tecnologias da UC, trabalha no“Sandwich-Bar”. “Os meus pais não mepodem pagar as propinas e para o resto dasdespesas”, justifica.Euclides Cassamá é outro dos que optoupelo programa. “Trabalho dois dias, umamédia de 10/12 horas por semana”, conta.Fala numa boa relação entre colegas e sente-se agradado por “conciliar o trabalho, flexí- vel, com os estudos”.
Outros serviços na UC
Para além desta modalidade, os Serviçosde Acção Social da UC implementaram oapoio em residências universitárias. Quemtem mais dificuldades, paga o alojamentocom trabalho, refere Luzio Vaz. Ao todo sãocerca de 20 os alunos envolvidos.Também o Gabinete de Comunicação eIdentidade da Universidade de Coimbra abrea possibilidade de captar alunos da institui-ção. Pedro Nunes, estudante de Mestrado emRelações Internacionais, colabora no pro- jecto de captação de potenciais futuros alu-nos, em várias escolas do País. Para isso, teve“um dia de formação oferecido pela Reitoria,em que são explicadas algumas técnicas deabordagem e pontos importantes a focar”.Pedro Nunes, além de trabalhar na capta-ção de estudantes, colabora no Teatro Aca-démico de Gil Vicente como assistente desala. Também por questões financeiras deci-diu inscrever-se no teatro para trabalhar.Para o estudante, o trabalho “interfere dequalquer forma nos estudos”. “Contudo,nada que me pareça incontornável”, salva-guarda.
ESEC com programa semelhante
Tal como na Universidade de Coimbra, aEscola Superior de Educação de Coimbra(ESEC) criou em 2005 um projecto para em-pregar os alunos na instituição, o “ESEC Su-porte”. A vice-presidente do conselhodirectivo da escola, Cristina Faria, explicaque o principal objectivo é, à semelhança dosSASUC, ajudar os alunos.Os estudantes são informados via e-mail eatravés do Núcleo de Apoio ao Aluno, quecoordena o projecto. Segundo Cristina Faria,neste projecto não há contratos, pois os alu-nos trabalham como voluntários.Quando são precisos para trabalhar nas
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 A CABRA 
ENSINO SUPERIOR
3ª feira, 15 de Abril de 2008
Instituições de ensino ajudam alunosatravés de ‘part-times’
O “Sandwich-Bar” é um dos serviços dos SASUC mais procurados pelos estudantes para trabalhar em ‘part-time’ 
Números
50112012
 Alunos da UC trabalhampara os SASUC.Estudantes empregados no“Sandwich-Bar”, através dosSASUC. Alunos trabalham nas resi-dências. Alunos da ESEC trabalhampara a escola, distribuídos pelassalas de informática e pelo Cen-tro de Meios Áudio Visuais.salas de informática e no Centro de Meios Áudio Visuais, “contactamos o núcleo”. Porisso mesmo, os horários são feitos para que“não sejam nunca coincidentes com as aulas”.O pagamento e a distribuição das pessoasficam a cargo da associação de estudantes. A  vice-presidente do conselho directivo reco-nhece que o serviço ganharia vantagens se “anível legal e de financiamento fosse permi-tido contratar directamente os alunos” semisso se reflectir na atribuição de bolsas.
BRUNA GUERREIRO
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