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Uma publicação da Aver Editora -
 
16 a 31 de Maio de 2009 - Ano I Nº 3 R$ 5,00
Charme, belezae talento querendem prêmiosMagia das salasneoclássicasainda impressiona
Santander e oapoio à culturaElias Andreatomostra a sua paixão pela arte
Célia Helena:ensino ‘de berço’
Luciana Chamae as novidadesde Los AngelesA arte londrinasob o olhar deAdriano Fanti
Patrícia Selonk e IsabelTeixeira falam sobre suascarreiras e a emoção deganhar o Prêmio Shell
Em entrevista ao
 Jornal deTeatro
, sentada no mesmosofá em que foi gravado ocurta “Tapa da Pantera”,sucesso na internet que aapresentou para um vasto público, a atriz revela seus pensamentos sobre temascomo velhice, drogas e,claro, teatro. Neste último,ela fala sobre a montagemde “As Três Velhas”, textodo chileno Alejandro Jodorowsky.
Perto dos 50 anos de carreira, Maria Alice Vergueiro dá um tapa na hipocrisia e falao que pensa, acredita e defende: “Não tenho que provar mais nada a ninguém.”
Pág.
11
Florianópolisrecebe teatrode animação
Camareirasrevelam os seussegredos
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16
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18
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6 e 7
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17
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8 a 10
HISTÓRIAMARKETINGREPORTAGEM VIDA & OBRAFORMAÇÃO
Ballet Nacional deCuba comemora60 anos com turnê pelo Brasil
Douglas de Barros / JTLuciana Chama
t   e /   ot   o :  q ui   v  o e s  s  o al  
   F  o   t  o  s  :   A  r  g  o  s   f  o   t  o
Boal se foi, massua obra ca para a eternidade
Págs.
12 a 14COLUNAS
 
   F  o   t  o  s  :   A  r  g  o  s   f  o   t
Retratos da vida
   D   i  v  u   l  g  a  ç   ã  o
 
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16 a 31 de Maio de 2009Jornal de Teatro
 
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16 a 31 de Maio de 2009 Jornal de Teatro
EditorialÍndice
www.avereditora.com.br
Presidente:
Cláudio Magnavita Castromagnavita@avereditora.com.br
 Vice-presidentes:
Helcio Estrellahelcio@avereditora.com.brAnderson Espinosaa.espinosa@avereditora.com.br
Presidente:
Cláudio Magnavita
Diretores:
Jarbas Homem de Mello, AndersonEspinosa e Fernando Nogueira
Redação:
Rodrigo Figueiredo (editor-chefe), RodrigohBueno (editor) e Fernando Pratti (chefe de reportagem)
Rio de Janeiro - 
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São Paulo - 
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Brasília -
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Porto Alegre - 
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Salvador - 
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Arte: 
Ana Canto, Bruno Pacheco, Gabrielade Freitas e Keila Casarin.
Correspondência e Assinaturas:
De Eça de Queiroz, o espetáculo - dirigido por Dan Rosseto- estréia de 5 de julho, no Teatro Brigadeiro, em São Paulo
O Primo Basílio - O Musical
BASTIDORES....................................................
4 e 5
Banco que mais patrocinou o teatro, em 2008, cria oSantander Cultural, destinado a gerir e gerenciar a arteTécnica relativamente nova no Brasil é utilizada por atorese atrizes como ferramenta da aprimoramento profissional
Grupo Santander BrasilCoaching
MARKETING.............................................................TÉCNICA.................................................................
1718
Cidade do interior gaúcho sediará, de 18 a 21 de junho, oFestival Internacional de Teatro de Bonecos
Bonecos invadirão Canela
FESTIVAIS...............................................................
16
Centro Cultural Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, virareferência para grupos de teatro, de dança e de música
Usina das Artes
POLÍTICA CULTURAL................................................
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Publicações da Aver Editora:
Jornal de Turismo - Aviação em Revista - JT Magazine - Jornal Informe do Empresário
Redação São Paulo:
Rua da Consolação,1992 - 10º andar - CEP: 01302-000 - São Paulo (SP)Fone/FAX: (11) 3257.0577
Administração:
 
Elisângela Delabilia(elisangela@avereditora.com.br)
Circulação:
 
Davi Machado Lopes(davi@avereditora.com.br)
Qual a função social de umespetáculo de teatro?
Na hora de buscar um patrocínio para determinado espetáculo é co-mum os produtores apresentarem para a empresa a contrapartida queos
nanciadores terão: o valor implícito em divulgação de marca e asso-ciação do produto. Quando essa marca é associada a espetáculos “ousa-dos” algumas adaptações são necessárias. Dois nomes presentes nessaedição do Jornal de Teatro mostram que é possível traçar um caminhoparalelo (para não dizer alternativo), na hora de produzir montagenscom uma preocupação maior em conteúdo do que em forma. AugustoBoal é a prova viva (sim, muito viva) de que o teatro tem um papel socialmuito além do comercial. Seu pensamento revolucionou as artes cênicasmundiais, sem falar nas pessoas bene
ciadas com a distribuição de arte,oras gratuita, ora
nanciada. O seu Teatro do Oprimido sempre priori-zou o ensino através da palavra, do texto, e do conteúdo já presente na vida de cada um. Presente, mas muitas vezes desconhecido pelo próprioator. O trabalho de Boal mostrou ao público que é possível pensar e sermais crítico do que o chamado senso comum. Se estes conceitos sãoimportantes no teatro, imagina quando levados às escolas, prisões e pro-jetos sociais. O espectador é o grande protagonista de um espetáculo,envolvido com a trama da sua própria existência e, principalmente, comos condicionantes sócio-econômicos da sua situação.“Sem público é muito difícil você se interessar pelo que você está fazen-do” disse nossa outra representante de um teatro vivo, orgânico, presentenessa edição, Maria Alice Vergueiro. A ousadia da atriz “brechtiniana”revela a di
culdade que às vezes encontra para levar aos palcos as idéiasque defende. E defende há mais de 40 anos de sucesso e reconhecimentode toda a classe artística. A senhora de 74 anos revela que gostaria de levarseu espetáculo “As Três Velhas” para escolas da periferia, para motivar umpensamento crítico nos alunos. Sem preparar o público, ela quer colocarsua arte no palco e sentir a resposta dos espectadores. Aliás, você vai conferir nas próximas páginas uma entrevista comLígia Cortez, coordenadora da Escola de Teatro que leva o nome de suamãe, Célia Helena. Em suas palavras também estão presentes a preocu-pação com o papel social do ator, “o poder transformador que o teatrotem na pessoa e na sociedade”.Faz-se teatro para agradar ou criticar o público? Boal e Maria Alicemostram que há um grande aprendizado na dúvida. Quando alguém épressionado a decidir um ponto de vista, analisa todos os possíveis eassim cria novos conceitos pessoais. O êxtase do ator no palco é pessoal,mas quando o público se envolve e re
ete sobre cada palavra escolhidaminuciosamente, a emoção passa a ser coletiva. Essa é a função socialde um espetáculo. Atingir em cheio um grupo de dez pessoas que presti-giam um espetáculo ou encontrar um representante – entre uma platéiade mais 300 – que leve consigo um pouco mais que os conceitos quetrazia antes de entrar no teatro.
Rodrigoh Bueno
Editor do Jornal de Teatro
“Já fiz drama, tragédia, comé-dia... Tudo é um prazer quandose gosta do que se faz.” AssimElias Andreato resume sua vida
 Pág.: 21
Reportagem
Impressão:
F. Câmara Gráfica e Editora
      D      i    v    u       l    g    a    ç      ã    o
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