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Uma publicação da Aver Editora -
 
16 a 31 de Julho de 2009 - Ano I Nº 7 R$ 5,00
 Atrizes do grupo XIX de Teatro, durante a peça “Hysteria”, interpretam as vidas de mulheres internadas em asilos psiquiátricosPolítica também faz a cabeça de Be
 
iSérgio Brito (de óculos): o melhor ator 
Conheça amágica doscaracterizadoresde personagens
TÉCNICA
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15
Escola de Teatro daUFBA: um templo dahistória da arte baiana
FORMAÇÃO
A arte na visão do‘pernambucano’Ariano Suassuna
Nascido na Cidade da Parahyba- hoje João Pessoa (PB) - ArianoSuassuna é considerado o paraibanomais pernambucano que se conhecee um decifrador de brasilidades, quefaz da arte nordestina um ideal.
 VIDA E OBRARIO DE JANEIRO
Parabéns com muitamúsica e dança para oTheatro Municipal
Pág.
16
Pág.
21
Págs.
10 e 11
Págs.
6 e 7
Aos 56 anos, o ator Paulo Bettifala, em entrevista exclusiva ao
 Jornal do Teatro
, sobre sua vida, sobre sua carreira e sobre acoragem de sempre dar a cara atapa, seja nos palcos, nas telas ou,até mesmo, na política. Eclético,garante não ter medo de nada.Nem de se reinventar e voltar àsorigens, como fez durante a Flip(Festa Literária Internacionalde Paraty), quando andou pelasruas da cidade vestido de árvore,em encenação para a peça“Sonho de uma Noite de São João”, para alegria de seu lho, João Betti.
ENTREVISTAPRÊMIOS
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19
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12, 13 e 14
 A loucura em cena
Dizem que de loucos, todostemos um pouco. Com aclasse artística não é diferente.Anal, as artes, muitas vezes, semanifestam como o limiar entreloucura e razão. É o que acontece, por exemplo, no HospitalPsiquiátrico São Pedro, em PortoAlegre, onde, atrás da ocupaçãode espaços ociosos, artistasencenam montagens e promovemensaios e ocinas. É através de peças teatrais que a esquizofrenia,a bipolaridade, a psicose e outrasformas de insanidade mental sãoretratas, dando vida à personagensatormentadas, que gritam, chorame, por que não, emocionam. É noteatro que os dramas provocados pela loucura são mostrados,debatidos, encenados e... curados.
As muitashistóriasde Betti
 APTR premiaem 12 categorias
Os melhores do teatro, em 2008,foram premiados pela APTR (Associação dos Produtores deTeatro do Rio de Janeiro), dia 6 de julho. Destaque para “Inveja dosAnjos” (espetáculo e iluminador) eSérgio Brito (melhor ator).
O visual do elenco de “Hairspray” 
 d  al   b  et   oL  i  m a /  i   v  ul   g a ç ã  o
   D   i  v  u   l  g  a  ç   ã  o   A   P   T   R
 á  b i   o ol   e d  o
 
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16 a 31 de Julho de 2009Jornal de Teatro
 
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16 a 31 de Julho de 2009 Jornal de Teatro
 
EditorialÍndice
www.avereditora.com.br
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Redação:
Rodrigo Figueiredo (editor-chefe), RodrigohBueno (editor) e Fernando Pratti (chefe de reportagem)
Rio de Janeiro - 
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São Paulo - 
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Email Redação:
redacao@jornaldeteatro.com.br 
Arte: 
Ana Canto, Bruno Pacheco,Gabriela de Freitas e Valeska Gomes
Correspondência e Assinaturas:
Associação do Rio de Janeiro celebrou, em 12 categorias, os melhores doteatro em 2008 e homenageou Tônia Carrero pelos 60 anos de carreira
APTR
PRÊMIOS...........................................................
6 e 7
Programação dos eventos promove o intercâmbio cultural e delinguagens através das artes cênicasSaiba o que pensa e o que diz o homem que é considerado umdecifrador de brasilidades e apaixonado pelas artes nordestinas
Festlip, FIL e Porto Alegre em CenaAriano Suassuna
FESTIVAIS...................................................VIDA & OBRA..........................................................
17 e 1821
Montagens abordam a insanidade em suas mais distintas formas equestionam o conceito de loucura nos dias de hoje
A loucura em forma de arte
REPORTAGEM.............................................
12 a 14
O ator, símbolo de versatilidade nas artes cênicas, fala sobrepolítica, engajamento, ideologias e convicções no meio artístico
Paulo Betti
ENTREVISTA.............................................................
10
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Publicações da Aver Editora:
Jornal de Turismo - Aviação em Revista - JT Magazine - Jornal Informe do Empresário
Redação São Paulo:
Rua da Consolação,1992 - 10º andar - CEP: 01302-000 - São Paulo (SP)Fone/FAX: (11) 3257.0577
Administração:
 
Elisângela Delabilia(elis@avereditora.com.br)
Colaboradores:
Adriano Fanti eLuciana Chama
Rodrigoh Bueno
Editor do Jornal de Teatro
Inaugurado no dia 14 de julho de 1909,o Theatro Municipal comemorou seus100 anos com pompa e circunstância
 Pág.: 16 
 
Rio de Janeiro
Impressão:
F. Câmara Gráfica e Editora
       A    r    q    u      i    v    o
Briga de Meninas
No início de julho, uma polêmica envolvendo “Essas Meninas”e seus direitos autorais invadiu as páginas dos cadernos de culturados principais jornais do País. Ao estrear o espetáculo “Essas Me-ninas”, no Teatro Laura Alvim, no Rio de Janeiro, a autora da peça,Maitê Proença atiçou a fúria, ou melhor, a insatisfação da autoraoriginal do texto, a escritora Lygia Fagundes Telles, membro da Academia Brasileira de Letras.O título das obras é idêntico, mas o texto em si e o processoque os levou ao público é bastante distinto. A escritora confessouque pensou em levar a decisão para os tribunais quando soube danotícia – até por já estar em produção a representação do seu járeconhecido texto para o teatro, com adaptação de Maria Adelaide Amaral. Aliás, já havia até uma data para a estreia, outubro – comofoi divulgado durante a leitura do texto por Barbara Paz em SãoPaulo.Do outro lado da polêmica, há um espetáculo em cartaz comhistórias confessionais escritas pela atriz, que se comprometeu amudar o nome. Segundo revelou para jornalistas, Maitê trocou e-mails com Lygia provando que não conseguiu trocar o nome a tem-po, por questões que envolviam patrocínio. Ou seja, a cortesia en-cerra quando Maitê diz que não perderia o patrocínio, pois “EssasMeninas” trata-se de um nome muito genérico.Se assim fosse em todas as artes, o número de distorções emrelação à “nomes simples” seria absurdo. Na hora de nomear umaobra, os autores seriam prevenidos: “Evitem as formas simples, di-retas, objetivas e que se façam entender”. Surgiriam “O Grito” empop-art mostrando um Carnaval, ou “Chega de Saudade” contandoa história da Jamaica em um belo tango.Lygia abriu mão do processo, mas confessou que teve vontadede ir à estreia, subir no palco e chamar a atriz de ladra. Sem a açãojudicial, nada vai acontecer em favor dos direitos do verdadeiro au-tor. Prova da necessidade de reorganização em um tempo no quala ética e a propriedade na arte perdem espaço para as relações demídia e patrocínio.
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