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Trabalho realizado por:Diogo CostaNº 98º DPara a disciplina:e-portuguêsPara a docente:Rosalina Simão Nunes
 
VIDASempre a indesencorajada alma do homemresoluta indo à luta.(Os contingentes anteriores falharam?Pois mandaremos novos contingentese ouros mas novos.Sempre o cerrado mistériode todas as idades deste mundoantigas ou recentes;sempre os ávidos olhos, hurras, palmasde boas-vindas, o ruidoso aplauso;sempre a alma insatisfeita,curiosa e por fim não convencida,lutando hoje como sempre,batalhando como sempre.
Sem Poesia não há Humanidade. É ela mais profunda e a mais etérea manifestação da nossa alma 
, porque neste poema o escritordemonstra o que está a sentir em relação àvida de pessoas variadas
 
Amigos infelizesAndamos nus, apenas revestidosDa música inocente dos sentidos.Como nuvens ou pássaros passamosEntre o arvoredo, sem tocar nos ramos.No entanto, em nós, o canto é quase mudo.aa pemos. ecusamos uo.Nunca para vingar as próprias doresTiramos sangue ao mundo ou vida às flores.E a noite chega! Ao longe, morre o dia...A Pátria é o Céu. E o Céu, a Poesia...E há mãos que vêm poisar em nossos ombrosE somos o silêncio dos escombros.Ó meus irmãos! em todos os países,Rezai elos amios infelizes!
Sem Poesia não há Humanidade. É ela a mais profunda e a mais etérea manifestação da nossa alma 
, porque nopoema o escritor relaciona coisas reaiscom a poesia.

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