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Vida
Sempre a indesencorajada alma dohomemresoluta indo à luta.(Os contingentes anterioresfalharam?Pois mandaremos novos contingentese outros mais novos.)Sempre o cerrado mistériode todas as idades deste mundoantigas ou recentes;Apoesiaéigualàvidasemapoesianãoexistevida,semvidanãoexisteaHumanidade,poisnóssomosahumanidade,omundosemavidaseriavagoefrio.Avidaéumalutatalsempre os vos oos, urras,palmasde boas-vindas, o ruidoso aplauso;sempre a alma insatisfeita,curiosa e por fim não convencida,lutando hoje como sempre,batalhando como sempre.comoaumanae.
 
Cântico de Humanidade
Hinos aos deuses, não.Os homens é que merecemQue se lhes cante a virtude.Bichos que lavram no chão,Actuam como parecem,Sem um disfarce que os mude.Apenas se os deuses queremSer homens, nós os cantemos.E à soga do mesmo carro,Apoesiaexisteemtodoolado.Oshinosexistemparaaumentarasexpectativasdahumanidadeeaféaosdeuses.Ocânticodanossaalmaécomoosbichosquelavramnochão,anossaalmanemsemrenosom os agues que nos erem,Nós também lhes demonstremosQue são mortais e de barro.apercebemosdasuapresença.

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