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ESTACAS FRANKI

ESTACAS FRANKI

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Published by gontijoengenharia
As estacas Franki são executadas através da cravação de um tubo por meio de sucessivos golpes de um
pilão em uma bucha seca de pedra e areia aderida ao tubo.
Atingida a cota de apoio, procede-se à expulsão da bucha, execução de base alargada, instalação da
armadura e execução do fuste de concreto apiloado com a simultânea retirada do revestimento.
A execução da estaca pode apresentar alternativas executivas em relação aos procedimentos da estaca
padrão como, por exemplo: perfuração interna (denominado “cravação à tração”), fuste pré-moldado; fuste
encamisado com tubo metálico perdido; fuste executado com concreto plástico vibrado ou sem execução
de base alargada.
As estacas Franki são executadas através da cravação de um tubo por meio de sucessivos golpes de um
pilão em uma bucha seca de pedra e areia aderida ao tubo.
Atingida a cota de apoio, procede-se à expulsão da bucha, execução de base alargada, instalação da
armadura e execução do fuste de concreto apiloado com a simultânea retirada do revestimento.
A execução da estaca pode apresentar alternativas executivas em relação aos procedimentos da estaca
padrão como, por exemplo: perfuração interna (denominado “cravação à tração”), fuste pré-moldado; fuste
encamisado com tubo metálico perdido; fuste executado com concreto plástico vibrado ou sem execução
de base alargada.

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Published by: gontijoengenharia on Aug 09, 2009
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05/13/2013

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ITENS DE REFER\u00caNCIA na NBR-6122
*Revis\u00e3o com base no texto completo e final de 17/11/2009.
3.7 Funda\u00e7\u00e3o profunda

Elemento de funda\u00e7\u00e3o que transmite a carga ao terreno ou pela base (resist\u00eancia de
ponta) ou por sua superf\u00edcie lateral (resist\u00eancia de fuste) ou por uma combina\u00e7\u00e3o das
duas, devendo sua ponta ou base estar assente em profundidade superior ao dobro de sua
menor dimens\u00e3o em planta, e no m\u00ednimo 3,0 m.
Neste tipo de funda\u00e7\u00e3o incluem-se as estacas e os tubul\u00f5es.

3.8 Estaca

Elemento de funda\u00e7\u00e3o profunda executado inteiramente por equipamentos ou
ferramentas, sem que em qualquer fase de sua execu\u00e7\u00e3o, haja descida de pessoas.
Os materiais empregados podem ser: madeira, a\u00e7o, concreto pr\u00e9-moldado, concreto
moldado in loco ou pela combina\u00e7\u00e3o dos anteriores.

3.18 Estaca Franki

Estaca moldada in loco executada pela crava\u00e7\u00e3o, por meio de sucessivos golpes de um
pil\u00e3o, de um tubo de ponta fechada por uma bucha seca constitu\u00edda de pedra e areia
previamente firmada na extremidade inferior do tubo por atrito.
Esta estaca possui base alargada e \u00e9 integralmente armada.

3.27 Carga admiss\u00edvel de uma estaca ou tubul\u00e3o

For\u00e7a adotada em projeto que aplicada sobre a estaca ou sobre o tubul\u00e3o isolados atende,
com coeficientes de seguran\u00e7a pr\u00e9-determinados, aos estados limites \u00faltimo (ruptura) e de
servi\u00e7o (recalques, vibra\u00e7\u00f5es, etc.).
Esta grandeza \u00e9 utilizada quando se trabalha com a\u00e7\u00f5es em valores caracter\u00edsticos.

3.28 Tens\u00e3o resistente de projeto
Tens\u00e3o de ruptura geot\u00e9cnica dividida pelo coeficiente de minora\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia \u00faltima.
Esta grandeza \u00e9 utilizada quando se trabalha com a\u00e7\u00f5es em valores de projeto.
3.29 Carga resistente de projeto
Carga de ruptura geot\u00e9cnica dividida pelo coeficiente de minora\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia \u00faltima.
Esta grandeza \u00e9 utilizada quando se trabalha com a\u00e7\u00f5es em valores de projeto.
3.30 Carga de trabalho de estacas
Carga efetivamente atuante na estaca em valores caracter\u00edsticos.
3.32 Efeito de grupo de estacas ou tubul\u00f5es
Processo de intera\u00e7\u00e3o entre as diversas estacas ou tubul\u00f5es constituintes de uma funda\u00e7\u00e3o
quando transmitem ao solo as cargas que lhes s\u00e3o aplicadas.
Estacas Franki
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3.47 Atrito negativo

O atrito lateral \u00e9 considerado negativo quando o recalque do solo \u00e9 maior que o recalque
da estaca ou tubul\u00e3o.
Esse fen\u00f4meno ocorre no caso de o solo estar em processo de adensamento, provocado
pelo seu peso pr\u00f3prio, por sobrecargas lan\u00e7adas na superf\u00edcie, por rebaixamento do len\u00e7ol
fre\u00e1tico, pelo amolgamento da camada mole compress\u00edvel decorrente de execu\u00e7\u00e3o de
estaqueamento, etc.

8.6.3: Estacas de concreto moldadas in loco

As estacas quando solicitadas a cargas de compress\u00e3o e tens\u00f5es limitadas aos valores da
tabela 8.6.1, podem ser executadas em concreto n\u00e3o armado, exceto quanto \u00e0 armadura
de liga\u00e7\u00e3o com o bloco.
Estacas com solicita\u00e7\u00f5es que resultem em tens\u00f5es superiores \u00e0s indicadas em 8.6.1,
devem ser dotadas de armadura que deve ser dimensionada de acordo com a ABNT NBR
6118.
\u00c0 resist\u00eancia caracter\u00edstica do concretofck deve ser aplicado um fator redutor de 0,85,
para levar em conta a diferen\u00e7a entre os resultados de ensaios r\u00e1pidos de laborat\u00f3rio e a
resist\u00eancia sob a a\u00e7\u00e3o de cargas de longa dura\u00e7\u00e3o.

Tabela 4: Estacas moldadas in loco: crit\u00e9rio de dimensionamento
Tipo de
Estaca
Fck(4)
m\u00e1ximo
de
projeto
(MPa)
\u03b3F \u03b3C \u03b3S

Comprimento m\u00ednimo
(incluindo trecho de liga\u00e7\u00e3o
com o bloco) e (%) de
armadura m\u00ednima

Tens\u00e3o m\u00e9dia
atuante abaixo
da qual n\u00e3o \u00e9
necess\u00e1rio
armar (exceto

liga\u00e7\u00e3o com o
bloco) Mpa
%
armadura
comprimento
(m)

H\u00e9lice e
H\u00e9lice de
Deslocamento
(1)

20
1,4 1,81,1
5
0,5
4,0
6,0
Escavadas
sem Fluido
15
1,4 1,81,1
5
0,5
2,0
5,0
Escavadas
com Fluido
20
1,4 1,81,1
5
0,5
4,0
6,0
Strauss (2)
15
1,4 1,81,1
5
0,5
2,0
5,0
Franki (2)
20
1,4 1,81,1
5
0,5
Armadura
Integral
-
Tubul\u00f5es n\u00e3o
encamisados
15
1,4 1,81,1
5
0,5
3,0
5,0
Raiz (2) (3)
20
1,4 1,81,1
5
0,5
Armadura
Integral
-
Micro-estacas
(2) (3)
20
1,4 1,81,1
5
0,5
Armadura
Integral
-

Estaca Trado
Vazado
Segmentado

20
1,4 1,81,1
5
0,5
Armadura
Integral
-
1) Neste tipo de estaca o comprimento da armadura \u00e9 limitado devido ao processo
executivo.
2) Nestes tipos de estaca o di\u00e2metro a ser considerado no dimensionamento \u00e9 o
di\u00e2metro do revestimento.

3) No caso de estacas tipo raiz deve-se observar que quando for utilizado a\u00e7o com
resist\u00eancia at\u00e9 500 MPa e a percentagem de a\u00e7o \u22646% da sec\u00e7\u00e3o da estaca, a estaca deve
ser dimensionada como pilar de concreto armado. Quando for utilizado a\u00e7o com resist\u00eancia
500 MPa ou a percentagem de a\u00e7o for \u22656% da sec\u00e7\u00e3o real, toda carga deve ser resistida
pelo a\u00e7o.

4) O fck m\u00e1ximo de projeto desta tabela \u00e9 o que deve ser empregado no
dimensionamento estrutural da pe\u00e7a. O concreto especificado para obra deve ter fck
compat\u00edvel com o tra\u00e7o de cada tipo de funda\u00e7\u00e3o de acordo com os Anexos Normativos.

9.2.2.1 Quantidade de provas de carga

\u00c9 obrigat\u00f3ria a execu\u00e7\u00e3o de provas de carga est\u00e1tica em obras que tiverem um n\u00famero de
estacas superior ao valor especificado na coluna (B) da Tabela 6.
Quando o n\u00famero total de estacas for superior ao valor da coluna (B) da Tabela 6, deve
ser executado um n\u00famero de provas de carga igual a no m\u00ednimo 1% da quantidade total
de estacas, arredondando-se sempre para mais.
\u00c9 necess\u00e1ria a execu\u00e7\u00e3o de prova de carga, qualquer que seja o n\u00famero de estacas da
obra, se elas forem empregadas para tens\u00f5es m\u00e9dias (em termos de valores admiss\u00edveis)
superiores aos indicados na coluna (A) Tabela 6.

Tabela 6: Quantidade de provas de carga
Tipo de Estaca
A
B

Tens\u00e3o (admiss\u00edvel) m\u00e1xima
abaixo da qual n\u00e3o ser\u00e3o
obrigat\u00f3rias provas de carga
desde que o n\u00famero de estacas
da obra seja inferior \u00e0 coluna
(B), em MPa

N\u00famero total de estacas da
obra a partir do qual ser\u00e3o
obrigat\u00f3rias provas de carga

H\u00e9lice e h\u00e9lice de
deslocamento
(monitoradas)

5
75

1. Os crit\u00e9rios acima s\u00e3o v\u00e1lidos para as seguintes condi\u00e7\u00f5es:
- \u00c1reas onde haja experi\u00eancia pr\u00e9via com o tipo de estaca empregado.
- Onde n\u00e3o houver particularidades geol\u00f3gico-geot\u00e9cnicas.
- Quando n\u00e3o houver varia\u00e7\u00e3o do processo executivo padr\u00e3o.
- Quando n\u00e3o houver d\u00favida quanto ao desempenho das estacas.
2. Quando as condi\u00e7\u00f5es acima n\u00e3o ocorrerem devem ser feitas provas de carga em no
m\u00ednimo 1% das estacas, observando-se um m\u00ednimo de uma prova de carga qualquer que
seja o n\u00famero de estacas.
3. As provas de carga executadas exclusivamente para avalia\u00e7\u00e3o de desempenho devem ser
levadas at\u00e9 que se atinja pelo menos 1.6 vezes a carga admiss\u00edvel ou at\u00e9 que se observe
um deslocamento que caracterize ruptura.

4.\u03a6 = Di\u00e2metro final da perfura\u00e7\u00e3o que serve como designa\u00e7\u00e3o para projeto de funda\u00e7\u00e3o.
9.2.2.2 Interpreta\u00e7\u00e3o da prova de carga
O desempenho \u00e9 considerado satisfat\u00f3rio quando sejam simultaneamente verificadas as
seguintes condi\u00e7\u00f5es:
a) fator de seguran\u00e7a no m\u00ednimo igual a 2.0 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carga de ruptura obtida

na prova de carga ou por sua extrapola\u00e7\u00e3o. Se esse valor n\u00e3o for obtido, a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados da(s) prova(s) de carga dever\u00e1 ser feito pelo projetista, de acordo com o especificado no item 6.

b) recalque na carga de trabalho seja admiss\u00edvel pela estrutura.

Caso uma prova de carga tenha apresentado resultado insatisfat\u00f3rio, deve-se elaborar um
programa de provas de carga adicionais que permita o reexame dos valores de cargas
admiss\u00edveis (ou resistentes de projeto), visando o aceite dos servi\u00e7os sob condi\u00e7\u00f5es
especiais previamente definidas ou a readequa\u00e7\u00e3o da funda\u00e7\u00e3o e seu eventual refor\u00e7o.

9.2.2.3 Quantidade de ensaios din\u00e2micos

Para comprova\u00e7\u00e3o de desempenho as provas de carga est\u00e1ticas podem ser substitu\u00eddas por ensaios din\u00e2micos na propor\u00e7\u00e3o de tr\u00eas ensaios din\u00e2micos para cada prova de carga est\u00e1tica.

9.2.2.4 Casos particulares
Para estacas com carga admiss\u00edvel superiores a 3.000 kN podem-se executar duas provas
de carga sobre estacas de mesmo tipo, por\u00e9m de menor di\u00e2metro.

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