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Memoria analytica acerca do comércio de escravos

Memoria analytica acerca do comércio de escravos

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BURLAMAQUI, Frederico Leopoldo Cesar (1837) — Memória analítica àcerca do comércio de escravos e àcerca dos males da escravidão doméstica. Rio de Janeiro: Typografia Commercial Fluminense.
BURLAMAQUI, Frederico Leopoldo Cesar (1837) — Memória analítica àcerca do comércio de escravos e àcerca dos males da escravidão doméstica. Rio de Janeiro: Typografia Commercial Fluminense.

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Published by: Maria do Rosário Monteiro on Nov 11, 2013
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05/29/2014

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MEMORIA
ANAL
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A.
CERCA.
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DA.
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Le
mot traite de nêgre1 ne 1igniiie
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au
jourd hui qui eeci:
A.
qui
reetera
I
Ame·
riq11e
á
1,
A.friqt.te
ou
'bl'l a
á
1
Ameri· -
qae?
Tout
oarpilon
de
aêgrea,
traDipOrtN
ea
Amerique,
equivaut
a
une
carpieon de
poodre destinee a
embraeer
I
e
~ay1
011
bieo
á
celle
d aoimau;
prétl a
la
~YO·
ror.
--·--
RIO
DE
JANEIRO,
t.rYPOGRAPBIA
COMMERCIA.L
FLUMINENS:I.
183 r.
\.
\
 
 
i
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l
.
r
~
r
i
I
\
ODVCJG O.
,
A
Sociedade
Defeoaora
~
Liberdade e lndepeadea-eia Naeiollal
no
Rio de Janeiro, publicou hum procra
ma
que
poz
a
coucui'IO,
debaixo
du
seguintes
baze
: 1.• Mostrar a
odiosi~ade
toda
do
Commereio
de
-
cravos,
refutando
s
sopbi maa
com
que
ud.o defeodel·o
os
seus
apologistas;
~
Espender
os
meios
por
1
quaes
a iotrodueflo
dos
escravos Africanos pôde
ser supprida, quer
man•
dando vir
coloDos
p·or
conta
de
particulares.
~uer a~mit•
tindo machinu que simplifiquem e facilitem
os
pro•
greiSOI
da agricultura e
mioeraç o,
quer melhorando a .eondip:o
doa
escravos
existentes, e procurando indirectamente
removêl-oa
das
Cidades para
os
Campos
; 3.• Notar detalhadamente
as
vantagens
que
tem
o ·serviço
de
homens
livres sobre o
que
pódem
r•r
braços
eati
vos,
forçados
ao.
trabalho ;
4.o
Fazer vêr a
nociva iDftoeocia.que
a iDtrodueçio de
escravos Africanos
exerce
em
no•oa
costumes,
civili·
aa9'1o,
e .liberdade.· .
Desejaodcr
tratar hum
assumpto
tão importante
de que jultto depende o
íot~ro
destino
do
DOMO
paiz, e que ·
nos
colloeará
no
numero
das
Nac;Gea
eivilisadu,
ou
eotte
as
hordas
barbaru;
_sem.
consultar o
que.
realmente podia,
ou·zei
diacutir
buma
m·ateria
aiaciltralJQeole
de•
·
 
 
..
IY
batida por homens abalisados,
com
quem nem por ima·
ginaçAo
atrevo a compar•r-me, e a appreseotar a)gumu idéas
mal.
expressas, na verdade, porém que s o filhas de bons desejos,
~
da
intima
eolivicçft:o·
em
que estou, de que
com
a praga
dos
escravos o Brasil nunca poderá prosperar, e que
as
suas instituições estio ameaçadas
a
cada
passo,
e talvez
mesmo
a sua existencia
como
Na·
ção.
Confe•so
que, na
conCeição
da·
presente Memoria , obrigado
a
consultar muitos Tratados, oem huma destas ·
I
obras
mQ
pare~c:m
mais
.forte
.
nem mais bem
eseri
pta .
que·o Tratado
de
Legislação
do
~elebre
Charles Comte ;
uenbu~a
me
convenceu mais intimamelàte, a mim
que
.desejo convencer
os
outros. . ,
·De
·todas as suas idéas me aproveitei, huma vez que tivessem
relaçAo com
~·nosso
estado de eousas; e
m uitas
vez~
nlo
po en~
usar de termos mais acertados nem
mais
energicb8, por 'mais torturas que
d~sse
a imagina-4âo,
-fui
antes
seu·
copista qoe seu commentador:
·mu
tiRe sempre
.o
.cuidado de citai· o ;
e
espero
que
esta
in
genua
eonfiaslo
apart., de mim toda a aceusaçlo
de
plagiato. •
r
A Sociedade ·Defensora faria hum serviço •relevante• aoJ3rasi1, e que serviria como de complemento a tantoa outros 'prestados.
á
noasa
Patria desde a
auà
in ta~lo,
-1e
maQdasae
tradusir e vulgarisar o
4.o
volume
do
Tra.
~ado
de
LegislaçAo
d'este profundo
publicis~
que a meu vêr
he
o.Dr.a.
uDica
no
seu
genero.
As
q uatr~
condições·ou \lazes
do
pregramma
form.lo
materia para outros tantos C a pituloa ;
mas
eu.
julguei dever alterar a ·sua ordem para
melh.Gr
ligaçlo
du
icléaa.
tal
COJDO
eoaoelti
.o
plano
ela
me.aoria,
auito
•i• •
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...
Jl
.
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