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RPG - Ebook - Gigantes Mitologicos

RPG - Ebook - Gigantes Mitologicos

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Gigantes Mitológicos para RPG
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Gigantes Mitológicos para RPG

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02
AGRADECIMENTOS
- Aos meus pais, que sempre me incentivaram ao prazer da leitura e nunca condenaramminha curiosidade extrema...- Aos meus queridos Jogadores, que me aguentam como Mestre desde 1996 (em especial o Tico, o Rodrigo “Chuck Norris”, o Rafael “Feijão”, o Ruffles, o Dalton, o Renato, os primos Luiz,William e Gabriel e principalmente meu irmão César).- Às Musas que inspiraram Marcelo Del Debbio a criar um cenário tão vasto e rico, digno daadmiração de todo RPGista e leitor (que saiu ganhando com tantos contos derivados deste cená-rio).- À galera do Fórum da Editora Daemon, que sempre busca ajudar quem tem dúvidas quanto aocenário, e me deram inúmeras sugestões para este e os próximos Netbooks (em especial Padre Judas, Lobo, Murazor, Darkchet, Risingorion, Grigori Semjaza e O Satânico Dr. H).- A todos os artistas desconhecidos por mim que disponibilizaram as imagens pela Internet,imagens estas que eu peguei emprestadas para este Netbook.
Henrique “Morcego” dos Santos
- Agradeço a toda a minha família (em especial à minha mãe e minha avó; elas sempre me incenti-varam e nunca me criticaram pelas “loucuras” - para elas - que eu costumo ler e por jogar RPG), para minha amada Sil e meu Pai (Alonço), que também me incentivam muito.- À minha galera do RPG(e um monte de coisas mais). Em especial a: Deidy “DACS”, Thiago“Thyagus”(os que me incentivaram a jogar RPG quase 5 anos atrás), Jean “o-guardião-da-torre-da-sabedoria”, Mateus Matos “é a braba”, Jeferson “secão”, Ubaldo, Lincon “eu não consigoimaginar tanto”, Alex “tô sem Pvs” e a Léo “fale com a minha mão”(meu primo).- Ao grande Marcelo Del Debbio. Cara, que cenário! Não é à toa que é o melhor do mundo!!!!- A todo mundo do Fórum da Editora Daemon. O pessoal é fabuloso, eles estão sempre dandosuporte a todos que precisam e aos que nos ajudaram com o nosso net-book, tais como: Darkchet (ajudou muito neste Netbook), Lobo, Padre Judas, Murazor, Grigori Semjaza, Shaftiel, O Satânico Dr. H e Risingorion.”- E, para finalizar, a todos que nos ajudaram indiretamente e todos os metaleiros, jogadores de RPG e outros “alternativos”, que lutam pela liberdade de expressão no nosso país.
Péricles “Thieface” Vinicius
 
03
 Algo sobre ódio. A Lua jazia sobre o lago sagrado, YaciUaruá, iniciando assim mais uma noite de festividades entre as Icamiabas. Duas novasCendiras seriam testadas esst noite paramais tarde conseguirem o seu talismã protetor, mas, em frente à Yaci Uaruá, umhomem de tremenda altura estava preso por  fortes cordas mágicas, esperando o momento para ser caçado, enquanto observava obrilho do fogo sobre sua pele cor de bronze. Nada fizera para estar ali, mas estava. Hámuito havia partido de sua tribo paraexplorar a floresta e conhecer os seussegredos. Queria se tornar parte dela, queriadescobrir o segredo da vida, aprender a seunir ao espírito do mundo, porém, não foimuito longe. Sabia que aquilo era vingança,só que nunca havia entendido estesentimento. Ele só compreendia que o passado sempre mostra-se forte no presente – ele tratava de tomar cuidado com seu passado. À sua frente, as mulheres quasedespidas mergulhavam no lago e do fundodele traziam seus Muiraquitãs. Após otérmino dos rituais, uma Cunhetê levantou-se de seu trono e começou a gesticular de forma a indicar o início da caçada. Emseguida, falou: - Minhas irmãs; hoje há deser iniciada aqui uma caçada em busca dedefinir quem haverá de ser a nova guerreirade Yaci. Demonstrem a força de vossasalmas: quem trouxer a cabeça do monstroCuriguerê terá as bênçãos de Yaci. Sejamhonradas entre si, lembrem-se que Yaci há dever seus atos. Agora os olhos do gigante brilharamde forma intensa, pois ele sabia que aquilosignificava seu fim. Uma coisa que eleaprendeu era nunca ficar nervoso com coisasque não tinham jeito e apenas mantinha-seconcentrado de forma a tentar procurar ummeio de se defender. Logo, duas mulheresmuito fortes encostaram nele: uma portavaum escudo pequeno e uma espada em mãosenquanto nas costas carregava seu arco esuas flechas; a outra, usava duas espadas ecarregava da mesma forma que a primeiraseu arco e as flechas. Seus olhos encaravamos do gigante mas demonstravam medo,graças à frieza que o olhar dele passava.Falaram em um idioma que ele nãocompreendia, como se estivessemconcordando entre si sobre algo. Nomomento em que o soltaram, ele ergueu-se ferozmente, golpeando-as com muita força.Talvez o medo as tivesse distraído, e umadelas ainda assim conseguiu feri-lo no flancoesquerdo com um golpe de espadasimultâneo ao golpe que ela havia defendidocom o escudo. A outra tentou esquivar-se, porém, o braço do gigante foi mais rápido,acertando-a em cheio na barriga. A pancadaa fez chocar-se contra uma grande árvore àssuas costas, deixando-a desorientada. E então a caçada se iniciou. A primeira, que conseguira ferir o flanco do gigante, levantou-se e observou ogigante correr em direção ao coração da floresta, pensando “lá sim, um teste de valor se inicia”. Ela saca com muita velocidade edestreza seu arco, armando-o com a mesmaeficiência e atira. A flecha deslocou-sevelozmente até que o gigante desapareceu.“Agora só a aproximação poderia definir algo” pensou a guerreira. Havia algumastochas em partes da floresta que pertenciamàs Icamiabas, mas nada muito relevante, pois a noite na floresta era extremamentelúgubre. Porém, nada poderia ferir acoragem destas guerreiras: elas tinham a Lua para guiá-las e protegê-las. A mulher ergueu sua espada e seu escudo mais umavez, adentrando na floresta. A pouca luzvinda de Yaci era muito no coração daquelaguerreira e a deixava contente, pois elaconseguia saber que sua deusa estavaconsigo, observando cada movimento seu. Asentranhas da floresta eram ali, a parte densada mesma, “onde estava o monstro” ela se pensava.O gigante corria sem ser percebido, pois havia se distanciado o suficiente. Obarulho de uma cachoeira próxima era muito forte e o impedia de ser ouvido, “Um rio –ele pensava –, nada melhor poderiaacontecer”. De repente, quando seaproximava, ele escutou uma voz em suamente: “- Você me ajudará porque eu teajudarei; não te encontrarão, se você quiser. Não mais.”O gigante parou sem entender o queestava acontecendo e lembrou-se também da flecha em suas costas. Ele parou um pouco

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