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 As Institutas
ouTratado da Religião Cristã vol. 4
 Edição clássica (latim)
João Calvino
 
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Í N D I C E
EM TERMOS DOS TÍTULOS DOS CAPÍTULOS E CABEÇALHOSÀS SEÇÕES DE CADA CAPÍTULO
CAPÍTULO IDA VERDADEIRA IGREJA, COM A QUAL SE NOS IMPÕE CULTIVAR A UNIDADE, PORQUANTO ÉMÃE DE TODOS OS PIEDOSOS1. Breve referência à necessidade e função da Igreja e aos aspectos que devem ser considerados nesta exposição 002. A Igreja como objeto do crer no artigo do Credo Apostólico; fundamentada na eleição divina; sua unidade euniversalidade ................................................................................................................................................. 003. A Igreja como a comunhão dos santos ............................................................................................................ 004. A Igreja visível, mãe dos fiéis ......................................................................................................................... 005. A função pedagógica da Igreja, mercê de seu ministério, liturgia e santuário ................................................. 006. O ministério eclesiástico no ensino da Escritura: instrumento de Deus cuja eficiência reside no poder do Espí-rito a operar nele ............................................................................................................................................... 007. Duplo aspecto da Igreja: invisível, integrada só dos santos; e visível, constituída até mesmo de não-eleitos,portanto imperfeita e terrena ........................................................................................................................... 008. Só Deus sabe realmente quais são, de fato, santos e eleitos seus ...................................................................... 009. As marcas distintivas da Igreja, universal na extensão, local na expressão, pessoal na constituição ............... 0010. Igreja genuína é toda aquela que proclama a Palavra fielmente e ministra os sacramentos dignamente. Abandoná-la constitui falta mui grave ............................................................................................................................ 0011. Necessidade de manter-se e o constante perigo de deturpar-se tanto a fiel pregação da Palavra quanto a puraobservância dos Sacramentos, sem as quais a Igreja não subsiste .................................................................. 0012. Divergências em pontos secundários de doutrina não justificam violar-se a unidade da Igreja separando-sedela ................................................................................................................................................................ 0013. Não se pode esperar perfeição plena na vida da Igreja, visto que estará sempre sujeita a imperfeiçõeshumanas ........................................................................................................................................................ 0014. Temos em Corinto o exemplo de Igreja eivada de imperfeições, ainda assim sendo reconhecida como Igrejagenuína ......................................................................................................................................................... 0015. É indispensável manter-se a pureza da Igreja com todo zelo, e é lamentável quando nela se tolera lassidão decostumes, contudo nem com isso sua comunhão deva ser renunciada, bem como a participação da Ceia doSenhor ........................................................................................................................................................... 0016. O zelo dos puristas extremados provém de falsa opinião de perfeição pessoal, de espírito contencioso, de sensodefeituoso da disciplina eclesiástica, da noção deficiente da comunhão e unidade da Igreja ....................... 0017. A Igreja é santa, contudo não significa que seus membros tenham a santidade absoluta e perfeita .............. 0018. Os profetas, embora denunciassem com inusitada veemência as transgressões de Israel, nem por isso rompiamcom a comunidade execrada, a Igreja de então .............................................................................................. 0019. A atitude de abandonar a Igreja em razão das falhas e transgressões de seus membros não prova ser a atitude deCristo e dos apóstolos ..................................................................................................................................... 0020. A Igreja, longe de ser perfeita, se fundamenta e se sustenta no constante perdão dos pecados ...................... 00A Igreja, cujo acesso é pelo perdão dos pecados, é também a constante depositária desse perdão ....................... 0022. A Igreja exerce o poder das chaves ministrando a remissão dos pecados ..................................................... 0023. Uma vez que o crente continua sendo pecador, é preciso buscar continuamente o perdão de pecados ............ 0024. Os patriarcas e o Israel de outrora, a despeito de serem o povo de Deus, pecando mesmo que seja gravementealcançam o perdão divino ............................................................................................................................. 0025. Também os profestas estão saturados de promessas de perdão divino ao povo pecador ............................... 00
 
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26. Aos crentes sob a nova aliança, em Cristo, não menos facultado é o perdão dos pecados ............................ 0027. Às igrejas dos tempos apostólicos é também assegurado o perdão misericordioso de Deus .......................... 0028. Mesmo os chamados pecados voluntários, não devidos a fraqueza ou ignorância, são suscetíveis de perdãodivino ............................................................................................................................................................... 0029. O rigorismo quanto aos pecados graves na Igreja primitiva, em contraste com os leves, facilmente perdoáveisporque eram tidos como resultantes da fraqueza humana, longe de implicar que Deus dificilmente os perdoe 00CAPÍTULO IICOMPARAÇÃO DA FALSA IGREJA COM A VERDADEIRA1. Critério para se distinguir a falsa da verdadeira Igreja: erro doutrinário e ministração incorreta dos sacramentos 002. O romanismo, uma vez que viola esses cânones, longe está de ser a verdadeira igreja, a despeito de suas preten-sões falazes, principalmente a proclamada sucessão apostólica ...................................................................... 003. O que caracteriza a verdadeira Igreja não é a sucessão apostólica e fantasias afins, templo e cerimonialismo, mas apregação correta da Palavra e a obediência a sua doutrina e verdade ................................................................. 004. O romanismo, alardeando tais exterioridades, pretende ser a Igreja de Cristo, entretanto sem obedecer a suaPalavra, deixando assim de fazer jus a tal título ............................................................................................... 005. Improcedência da alcunha de heresia e cisma que os romanistas lançam contra os de Cristo, visto serem fiéis àPalavra de Deus ................................................................................................................................................ 006. A unidade da Igreja que Cipriano também sustenta se enfeixa no senhorio de Cristo, em conformidade com aPalavra da Escritura ......................................................................................................................................... 007. A Igreja papal se assemelha a Israel de outrora, denunciado pelos profetas em decorrência de seus desvios doscaminhos do Senhor ......................................................................................................................................... 008. A Igreja persiste em Israel, mesmo nos períodos de maior idolatria e decadência espiritual, contudo corrupta edegradada, como o evidencia a era dos reis ..................................................................................................... 009. A igreja papal, tão corrupta quanto Israel dos tempos de Jeroboão, e até mais idólatra, da qual não se podeassociar ao culto sem incorrer em profanação ................................................................................................. 0010. Tampouco podem os fiéis de Cristo, obedientes à Palavra de Deus, conferir a sua igreja a autoridade, honra esoberania que os romanistas reivindicam, como no-lo mostra o exemplo dos profetas de outrora ............... 0011. Como entre os judeus de outrora, a despeito de seus desvios, permaneciam sinais do pacto divino, subsistem noromanismo vestígios de igreja, apesar de seus crassos erros .......................................................................... 0012. No romanismo subsistem resquícios da Igreja, porém, regido que é pelo papa, corifeu do reino do Anticristo,longe está de ser a verdadeira Igreja .............................................................................................................. 00CAPÍTULO IIIDOS MESTRES E MINISTROS DA IGREJA SUA ELEIÇÃO E OFÍCIO1. Deus confiou ao ministério dos homens o governo de sua Igreja, expressão da consideração em que os tem,instrumento conveniente para infundir humildade e meio para fomentar o amor e a unidade entre os fiéis ...... 002. O sagrado ministério, instrumento divino, base vital para gerir e nortear a Igreja ........................................... 003. Dignidade e excelência do ministério da Palavra no próprio ensino da Escritura ............................................. 004. Os diversos ofícios exclesiásticos da Igreja primitiva, segundo Efésios 4.11, e sua natureza ............................. 005. Relação entre mestres e profetas, e entre pastores e apóstolos ......................................................................... 006. As funções que se atribuem aos pastores são as mesmas atribuídas aos apóstolos e devem ser desempenhadascom zelo idêntico ............................................................................................................................................ 007. Cada pastor deve atuar especificamente na área ou Igreja para a qual foi designado ...................................... 008. Títulos e função do ministro da Palavra em distinção de outros cargos ou ofícios na Igreja ............................. 009. O cuidado dos pobres é ofício dos diáconos, dos quais havia duas classes na Igreja primitiva .......................... 0010. Nos ofícios eclesiásticos, o elemento primário é a vocação divina ................................................................ 0011. Dupla vocação ministerial: interior e exterior ............................................................................................... 0012. Que pessoas devem ser admitidas ao ministério e oficialato da Igreja e como fazê-lo ..................................... 0013. A vocação ou indicação dos ministros é função de Deus, não propriamente dos homens ................................ 0014. A vocação divina não impede nem exclui a designação ou escolha por parte da Igreja ................................. 0015. A eleição ou escolha dos ministros deve ser por seus pares, assistidos dos presbíteros ou anciãos, com aprova-
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