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seguinte, o apóstolo aconselhouTimóteo a estudar a Palavra emanejá-la bem (2 Tm 2.15). E, nocapítulo 3, Paulo o aconselhava a proclamá-la. Deste modo, todo oministério de um pastor fiel gira emtorno da Palavra de Deus manter,estudar e proclamar.Em Colossenses, Paulo, aodescrever sua própria filosofia deministério, escreveu: Da qual metornei ministro de acordo com adispensação da par-te de Deus, que mefoi confiada a vossofavor,
para dar ple-no cumprimento à palavra de Deus
(Cl 1.25 ênfaseacrescentada). Em1 Coríntios, ele foi um passo além, a-afirmando: Eu, irmãos, quando fuiter convosco, anunciando-vos otestemunho de Deus, não o fiz comostentação de linguagem ou desabedoria. Porque decidi nada saberentre vós, senão a Jesus Cristo e estecrucificado (1 Co 2.1-2). Em outras palavras, seu objetivo como pregadornão era entreter as pessoas com umestilo retórico ou diverti-las comesperteza, humor, novos pontos devistas ou metodologia sofisticada; oapóstolo simplesmente pregou aCristo.A pregação e o ensino fiel daPalavra de Deus têm de ser o âmagode nossa filosofia de ministério. Qual-quer outra filosofia de ministériosubstitui a voz de Deus pela sabedoriahumana. Filosofia, política, psico-logia, conselhos despretensiosos,opiniões humanas jamais são capazesde fazer o que a Palavra de Deus faz.Essas coisas podem ser interessantes,informativas, entreter as pessoas e,às vezes, serem úteis, mas elas nãoconstituem o objetivo da igreja. Atarefa do pregador não é ser um canal para a sabedoria humana; ele é a vozde Deus para a igreja. Nenhumamensagem humana tem o selo daautoridade divina somente a Pa-lavra de Deus. Como ousa qualquer pregador substituí-la por outra men-sagem? Sincera-mente, não entendoos pregadores queestão dispostos aabdicarem destesolene privilégio.Por que devemos proclamar a sabe-doria dos homens,quando temos o pri-vilégio de pregar a Palavra de Deus?
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Nossa tarefa nunca se acaba. Nãoapenas temos de pregar a Palavra deDeus, mas também precisamos fazê-lo apesar das opiniões divergentesque nos rodeiam. Somos ordenadosa nos mostrarmos fiéis quando essetipo de pregação for tolerado e quan-do não o for.Encaremos esse fato: pregar aPalavra agora não é oportuno. Afilosofia de ministério norteada pormarketing, que está em voga no presente, afirma claramente que proclamar as verdades bíblicas estáfora de moda. Exposição bíblica eteologia são vistas como antiquadase irrelevantes. Essa filosofia de mi-
O pregador pode ser popular, mas não é necessariamente poderoso.
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