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ANSÃO
 
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EDUÇÃO
 
DA
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ULTURA
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Fé 
para 
Hoje 
um tempo que cada vez mais se presencia umaconspiração contra a verdade, o ministério da Editora FIELprocura mostrar que quando a fidelidade se torna mais difícil,é ainda mais necessária. Como outros projetos da FIEL - asconferências e os livros -
É 
ARA
OJE 
é mais um passo defé cujo propósito é semear o glorioso evangelho de Cristo.O conteúdo desta revista representa uma cuidadosaseleção de artigos, escritos por homens que têm mantido
fé que foi entregue aos santos 
. Os artigos são em quatroáreas: Expositiva e Teológica, Prática, Histórica e Tópica.Devido ao pequeno espaço, nem sempre é possível abordartodas estas áreas em um único número. Seguindo umafilosofia bem definida de difusão da fé reformada, a revistaprocura encorajar o leitor a pregar fielmente a Palavra daCruz. Ainda que esta mensagem continue sendo loucurapara este mundo, ela é o poder de Deus para a salvação dealmas perdidas. Portanto, um dos cuidados permanentes éde que a publicação não perca o objetivo de sua missão.
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OJE 
 
é oferecida gratuitamente aos pastores eseminaristas. Não oferecemos assinaturas, porém, quemdesejar receber 5, 10, 15 ou mais revistas do mesmo número,poderá recebê-las pelo correio, ao preço de R$ 5,00 (cincoreais) cada pacote de 5 unidades.
Envie-nos sua correspondência:
Editora FielCaixa Postal 160112230-990 - São José dos Campos, SPCorreio eletrônico: fiel@netdata.com.br
 
Conteúdo
Uma Lição de Spurgeon Acerca do Evangelismo
..
1
Thomas Ascol 
Como Encontrar os Eleitos
..........................
7
 Kenneth D. Johns
Fidelidade na Evangelização
.........................
9
Gilson Carlos de S. Santos
Guia de Baxter para Avaliar um Livro
...........
18
 Richard Baxter 
Uma Palavra aos Não-convertidos
.................
19
Charles H. Spurgeon
Quanto ao Vir a Cristo
...............................
21
 Ernest Reisinger 
Seis Regras para Jovens Cristãos
.................
32
 Brownlow North
 
U
MA
L
IÇÃO
 
DE
... E
VANGELISMO
1
Uma Lição de SpurgeonAcerca do Evangelismo
Thomas Ascol
harles Spurgeon tem sidoadequadamente descrito como um daqueles pregadores que apa-rece uma vez a cada 100 anos,em quem todos os poderosos donsque são úteis ao ministério estãodepositados.
1
Sua vida e obra permanecem hoje, mais de 100 anosapós sua morte, encorajando edesafiando ministros do evange-lho que estão diante do terceiromilênio.Qualquer estudo do minis-tério de Spurgeon revela imedia-tamente um homem obsediado peloevangelismo. Desde o momentode sua conversão até o dia de suamorte, Spurgeon manteve umaintensa preocupação pelas almas.Era fanático quanto ao assunto em todas as formas corretas. Como pastor, levou muito a sério o con-selho apostólico para fazer otrabalho de um evangelista. Ediligentemente procurou desper-tar uma preocupação evangelísticanos membros de sua igreja e emseus colegas pregadores.Este fato confunde algunsestudiosos da vida de Spurgeon, pois, junto com esse fervor evan-gelístico (e, poderíamos dizer, adespeito das afirmações contem- porâneas em contrário), ele jamaisse afastou do profundo compro-misso com as doutrinas da Graça.Entendeu com clareza, creu pes-soalmente e proclamou com podero que, em linguagem popular, échamado de calvinismo. Ele ofez não por qualquer tipo dedevoção a um homem ou a umsistema filosófico, mas por estarconvencido de que todas as verda-des que historicamente sempreestiveram debaixo dessa bandeiranão eram outra coisa senão ocristianismo bíblico.
2
Foi estacompreensão que o capacitou a pregar a Cristo de forma tão simplese persuasiva.Alguns que discordam dateologia de Spurgeon, mas apre-ciam seu evangelismo, têm difi-culdade em conciliar as crenças e a prática dele. Tais pessoas nor-malmente evocam mais ou menoso seguinte: Sim, Spurgeon era um calvinista; todavia, apesardisso, era evangelístico. Talanálise, entretanto, não é correta.Seria melhor dizer: É claro queSpurgeon era um calvinista e, portanto, era evangelístico. Suadevoção brotou de sua doutrina, esua crença orientou a sua prática.
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