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Como Ressuscitar Os Mortos_Spurgeon

Como Ressuscitar Os Mortos_Spurgeon

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Como Ressuscitar os Mortos
por
Charles Haddon Spurgeon
 
UMA PALESTRADADA AOS PROFESSORES DE ESCOLA DOMINICALNA SUA REUNIÃO ANUAL DE ORAÇÃO,
Realizada no Tabernáculo Metropolitano,na Manhã de Segunda-feira, 28 de Janeiro de 1867.
Colegas de serviço na vinha do Senhor, permitam-me chamar a sua atenção paraum milagre dos mais instrutivos realizado pelo profeta Eliseu, conforme vemregistrado no capítulo quatro do segundo livro de Reis. A hospitalidade da
 
sunanita fora recompensada com a dádiva de um filho. Entretanto, todas asbênçãos terrenais são de possessão incerta; depois de alguns dias o menino caiuenfermo e morreu.A mãe angustiada, mas confiante, apressou-se a recorrer ao homem de Deus. Pormeio dele Deus lhe fizera uma promessa que atendeu aos anelos do seu coração,e assim ela resolveu pleitear sua causa com ele para que a depusesse diante doseu Mestre e obtivesse para ela uma resposta de paz. A ação de Eliseu estáregistrada nos seguintes versículos:
 
“Disse o profeta a Geazi: Cinge os lombos, toma o meu bordão contigo e vai. Seencontrares alguém, não o saúdes, e, se alguém te saudar, não lhe respondas;põe o meu bordão sobre o rosto do menino. Porém disse a mãe do menino: Tãocerto como vive o SENHOR e vive a tua alma, não te deixarei. Então, ele selevantou e a seguiu. Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto domenino; porém não houve nele voz nem sinal de vida; então, voltou a encontrar-se com Eliseu, e lhe deu aviso, e disse: O menino não despertou. Tendo o profetachegado à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama. Então, entrou,fechou a porta sobre eles ambos e orou ao SENHOR. Subiu à cama, deitou-sesobre o menino e, pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre osolhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carnedo menino aqueceu. Então, se levantou, e andou no quarto uma vez de lá paracá, e tornou a subir, e se estendeu sobre o menino; este espirrou sete vezes eabriu os olhos. Então, chamou a Geazi e disse: Chama a sunamita. Ele a chamou,e, apresentando-se ela ao profeta, este lhe disse: Toma o teu filho. Ela entrou,lançou-se aos pés dele e prostrou-se em terra; tomou o seu filho e saiu” (2 Reis4:29-37 .A posição de Eliseu neste caso é exatamente a sua, irmãos, quanto ao seutrabalho por Cristo. Eliseu teve que lidar com
um menino morto
. É certo que nocaso em foco tratava-se de morte natural. Mas a morte com a qual vocês terãoque relacionar-se não é menos verdadeira por ser espiritual. Os rapazes e moçasdas suas classes, bem como os adultos, estão “mortos em delitos e pecados”.Queira Deus que nenhum de vocês deixe de compreender inteiramente o estadonatural dos seres humanos! Se não tiverem claro senso da completa ruína e damorte espiritual dos seus meninos, não poderão ser uma bênção para eles.Aproximem-se deles não como se estivessem apenas dormindo, e como se por suaprópria capacidade os pudessem despertar; mas sim como de cadáveresespirituais que só podem ser vivificados pelo poder divino. O grande objetivo deEliseu não era purificar o corpo do defunto, ou embalsamá-lo com especiarias, ouenvolvê-lo em linho fino, ou colocá-lo em postura própria, e depois deixá-lo,cadáver ainda. Visava a nada menos que a devolução da vida ao menino. Carosmestres, oxalá jamais se satisfaçam com propósitos que se restrinjam a oferecerapenas benefícios secundários, nem mesmo com a sua concretização. Lutem pelamaior finalidade de todas: a salvação de almas imortais! Sua ocupação não econsiste
 
simplesmente em ensinar as crianças a lerem a Bíblia, nem tampouco
 
em inculcar-lhes os deveres morais, nem ainda em instruí-las na simples letra doevangelho. A sublime vocação de vocês é a de serem os meios, nas mãos de Deus,para trazer do céu a vida espiritual às almas mortas.
 
O ensino que ministram no dia do Senhor será um fracasso se os alunoscontinuarem mortos no pecado. No caso do professor secular, o bomaproveitamento demonstrado pela criança quanto aos conhecimentos prova que oprofessor não se esforçou em vão. Mas quanto a vocês, ainda que aqueles queestão a seu cargo venham a ser respeitáveis membros da sociedade, ainda que setornem participantes assíduos dos meios da graça, vocês não acharão que as suassúplicas ao céu foram atendidas, nem que se cumpriram os seus desejos, nemque atingiram os seus altos objetivos, a não ser que algo mais tenha sido feito
 — 
isto é, a não ser que se possa dizer dos seus jovens: “O Senhor os vivificoujuntamente com Cristo”.
 
Portanto, o nosso objetivo é a ressurreição!
Ressuscitar os mortos é a nossamissão
! Somos como Pedro em Jope ou como Paulo em Troas; temos ali umaDorcas, aqui um Êutico para trazer à vida. Como é possível realizar obra tãosingular? Se nos rendermos à incredulidade, ficaremos atônitos pelo fatoevidente de que a obra para a qual o Senhor nos chamou está completamentealém da nossa capacidade pessoal. Não podemos ressuscitar os mortos. Se nospedissem para fazer isso, cada um de nós poderia dizer, como o rei de Israel:“Sou eu Deus, para matar e para vivificar?”. Contudo, o nosso poder não é menordo que o de Eliseu, pois ele não pôde devolver a vida ao filho da sunamita. Écerto que não somos capazes de fazer palpitar de vida espiritual os coraçõesmortos dos nossos alunos, mas um Paulo ou um Apolo seria igualmente incapaz.Precisaríamos ficar desanimados por causa disso? Não servirá, antes, para levar-nos a desprezar o nosso suposto poder pessoal, e conduzir-nos à fonte do nossoverdadeiro poder? Espero que todos nós já estejamos cientes de que o homemque vive na região da fé, habita no reino dos milagres. A fé negocia maravilhas, esua mercadoria consiste de prodígios.“A fé a promessa vê,e só a contemplará;do impossível se ri,e brada: Assim será!”
Eliseu não era um homem comum, agora que o Espírito de Deus estava sobre ele
,chamando-o para a obra de Deus, e ajudando-o nessa obra. Você também,mestre ansioso, devotado, dedicado à oração, não é mais um homem comum; demodo especial veio a ser o templo do Espírito Santo. Deus habita em seu ser e,pela fé, você ingressou numa carreira de operador de prodígios. Foi enviado aomundo, não para fazer o que está ao alcance dos homens, mas para fazer aquelascoisas impossíveis que Deus executa por Seu Espírito, empregando comoinstrumentos os Seus filhos crentes. Você tem de operar milagres, de fazermaravilhas.
 

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