quimérica, em leitura de revista especializada. Na dúvida, o Juízo ordenou perícias para determinação da possibilidade dequimerismo. Até a data da divulgação da questão não havia comprovação doquimerismo no corpo da mãe. O nascimento de uma terceira criança, cujo parto foi acompanhado de forma rigorosa pelos investigadores comprovou oquimerismo de forma indireta, posto que a terceira criança tem total afinidadecom os irmãos e com o pai, inobstante novamente não tenha qualquer afinidade com o DNA coletado da mãe. Evidente o pesadêlo com nuances defilme de terror impingido à mãe que persistiu até a divulgação da análisegenética do DNA da terceira criança.Tais constatações foram elucidadas nos EUA, onde evidentemente ascondições econômicas presumem instalações hospitalares e científicas commuito maiores condições do que as brasileiras para detectar fatores que fogemda normalidade e indiciam descobertas científicas. É o caso do quimerismo,do microquimerismo e do quimerismo partenogenético. Não consta divulgada qualquer questão atinente a exame de paternidade comresultado negativo onde o quimerismo tenha sido investigado. No entanto, os pesquisadores ouvidos pelo Discovery Channel apontaram questão hipotéticada investigação em estupro onde o indiciado fosse uma quimera. Talfenômeno poderia levar a resultado negativo quanto a comparação do materialcoletado, inobstante a autoria do crime, pelo investigado (II).Logo, em casos de investigação forense, - com negativação quanto aoinvestigado, após perícia por DNA -, caberia expandir a investigação paracomprovação do DNA dos parentes próximos do investigado(a). Persistindo aexcludente, realmente estaria comprovada a improcedência do parentesco oudo indiciamento criminal. Caso contrário ter-se-á provável comprovação dequimerismo.Evidente que décadas se passarão até que tal procedimento seja judicializadono Brasil, antevendo-se casos de injustiça extrema, por total ignorância (IV). NOTAS:(I). A Dra. Margot Kruskall faleceu em agosto de 2005, com 56 anos, vitimada por câncer nos ovários.(II)
a)
Em caso de estupro, não basta a simples análise genética do sangue doindiciado para comparação com o material (esperma) coletado navítima. Caberia coleta do mesmo material para fins de análise genética para evitar a questão quimérica. b) Na investigação da paternidade, a questão fática circunstancial passaa ter relevância para fins de expansão da investigação após negativaçãoda perícia tradicional por análise do DNA. Excluída a possibilidade da
Add a Comment