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Artigo com Hélder Falcão - Benefícios da ERA Digital - Revista RH

Artigo com Hélder Falcão - Benefícios da ERA Digital - Revista RH

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Depoimento de painel de especialistas.
Depoimento de painel de especialistas.

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Categories:Types, Presentations
Published by: Hélder Falcão - Business Coach on Nov 15, 2013
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11/18/2013

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46
SETEMBRO/OUTUBRO 2013
BENEFÍCIOS DA ERA DIGITAL
Depoimentos sobre a tecnologia da nossa era
ADERNO ESPECIAL
C
 
47
SETEMBRO/OUTUBRO 2013
 
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SETEMBRO/OUTUBRO 2013
Metatecnologias de recursos humanos
Destacar a importância das tecnologias na gestão das pessoas da forma como a RH Magazine o faz neste número dedi-cado ao tema é um ato de coragem, dada a «natureza híbrida» que carateriza o que se entende por tecnologia. A palavra «tecno-logia» provém etimologicamente da jun-ção de dois termos: o
tékhne,
 que no gre-go se refere à técnica ou arte, e o
lógos,
 que se refere a um conjunto de conhecimentos sistematizados. No seu todo, falar de tec-nologia é, então, falar das relações entre o conhecimento e a arte de o transformar.Em geral, associamos à palavra tecnologia
 A teoria dos seis graus de separação
O mundo está mais pequeno! Esta afir-mação tem sido reforçada pelo uso de tecnologia e colocou em causa a teoria a «tecnologias» ou antes a «metatecnolo-gias», na medida em que tornam as orga-nizações capazes de incrementar expo-nencialmente as (outras) tecnologias que serão desenvolvidas, fruto desta interação de saberes e artes.Quando os nossos antepassados por-tugueses pensaram navegar mais além, inclusive contra o vento, tiveram a arte e o engenho suficientes para construir a cara- vela, a qual trouxe uma vantagem com-petitiva inqualificável e que nos permitiu liderar quase um século a exploração marí-tima do mundo. E porque o fizeram? Por-que já não havia mais terra para conquis-tar a sul ou a oeste. E, como diz o ditado, «a necessidade aguça o engenho». Espere-mos pois que, em tempos onde também nós temos de encontrar novos caminhos para navegar, estas metatecnologias nos permitam criar outras tecnologias produ-tivas e enriquecedoras.
Miguel Pereira Lopes
Professor auxiliar no ISCSP/Universidade de Lisboa e investigador do Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP)mplopes@iscsp.utl.ptuma dimensão palpável e material. Um computador ou um
tablet 
 de última gera-ção. Mas, como depreendemos de uma análise cuidada do termo, essa é apenas a parte visível da tecnologia. Sem a «arte» de transformar conhecimentos e saberes não é possível produzir tecnologia visível e transformadora, aquela que, com o adven-to da produção industrial, trouxe produti- vidade e prosperidade, como nos ensinou Marx, e até maior igualdade no acesso a bens de consumo por parte das massas, como destacou Joseph Schumpeter.A tecnologia não é apenas uma ques-tão de mãos criativas e mentes sabedo-ras a criarem máquinas produtivas. É um misto de ambas e é criada por saberes em permanente construção coletiva. Não dei- xa de ser, por isso, muito relevante cons-tatar que a maior parte dos artigos deste número temático da RH Magazine des-tacam, seguindo a tendência recente, as tecnologias sociais e da comunicação que promovem a partilha de conhecimento e aumentam a probabilidade de criar novas tecnologias, como as redes sociais virtuais.E, assim sendo, podemos perguntar-nos se as possibilidades tecnológicas tratadas nos textos deste número se referem apenas popularizada por Stanley Milgram em 1967 dos seis graus de separação. O adven-to das tecnologias sociais trouxe uma linha de proximidade maior, permitindo nos dias de hoje uma ligação mais estreita a meios, grupos e setores empresariais e de negó-cios. Estamos perto do nosso mundo pro-fissional! Esta é uma constatação com-provada cientificamente e rebatida ainda mais pelos estudos recentes da Universi-dade de Milão em conjunto com o Face-book (WebSci, 2012), que apontam para uma nova teoria: 4,74 graus de separação entre dois quaisquer indivíduos no mundo.As linhas de proximidade de nada valem se não entendermos os princípios funda-mentais para a gestão de uma rede de con-tactos e que garantam a ligação aos outros contactos (pontes importantes para outros eixos relacionais). Podemos angariar uma grande quantidade de contactos e liga-ções profissionais mas, se não construir-mos relações verdadeiras e em qualidade, os nossos esforços terão sido em vão. Não crie redes de contacto falsas ou artificiais pela simplicidade com que os meios tecno-lógicos as podem potenciar (
 friending 
 no Facebook ou
connecting 
 no LinkedIn)! Não colecione cartões de visita ou contactos no LinkedIn nem se transforme no «tubarão dos mares», comendo todos os que estão à sua volta. Vão fugir de si! Queremos que «plantem» relações no vosso campo de cul-tivo (de contactos). Torne este terreno fértil para ideias, oportunidades e sinergias! Tra-te cada contacto de forma personalizada
ADERNO ESPECIAL
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