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Resolução do Conflito Interno Angolano

Resolução do Conflito Interno Angolano

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Índice
Introdução1 - As Raízes da Guerra em Angola.1.2 - Causas da Guerra em Angola1.2.1 - Divergências entre os Movimentos de Libertação em Angola1.2.2 - Interesses de Algumas Figuras Nacionais e Estrangeiras2 - Consequências ou Efeitos da Guerra em Angola3 - Resolução do Conflito3.1 - Forças Internacionais de Mantimento de Paz3.2 - Os Acordos de Paz em Angola e o Fim do ConflitoConclusão bibliografia1
 
Introdução
 Neste trabalho iremos falar sobre a resolução do conflito interno angolano. Esteconflito interno, refere-se ao extensivo período de guerra entre os partidos políticosangolanos e os angolanos entre si, visto que eram os mesmos irmãos angolanos quematavam-se entre si. Este conflito durou muito e teve consequências drásticas, muitasdelas visíveis até hoje. Este trabalho irá abordar a resolução deste conflito, mas comonão podemos falar de resolução sem conhecer o problema, começaremos por explicar como começou este conflito, porque começou, que consequência trouxe. Só assim é queiremos explicar todo um processo que culminou com a resolução do conflito internoangolano.2
 
1 - As Raízes da Guerra em Angola.
A princípios de 1961 iniciou a Guerra em Angola, depois de mais de cinco séculosde opressão colonial brutal sob os portugueses, séculos durante os quais a resistênciaviolenta, para além da não violenta contra os abusos do poder eram coisa diária. Oantigo regime fascista de Lisboa havia desperdiçado primeiro todos os recursos naturaisde seu próprio país, Portugal, e logo se volveu ao que denominou suas "províncias deultramar" para pilhar os recursos de Angola etc., uma das "províncias". A todo preçoqueria reter sob seu poderio colonial o que hoje chamamos Angola. Existiam trêsmovimentos de libertação violentos que haviam aprendido a lógica militar dos anos deentão. Não obstante, alguns sectores da população angolana resistiram às ordens dogoverno alheio seja pela objecção de consciência seja pela desobediência civil.Desgraçadamente estas forças pacíficas nunca foram tomadas em consideração pelos historiadores, e as análises que se fizeram até hoje em dia sobre a descolonizaçãocala o importante papel da resistência não violenta na consecução da libertação em1975. Não se conhecem, por exemplo, entre os resistentes não violentos os discípulos deum Sr. Toko, antigo baptista, nem que também existiam fortes tendências não violentasna Igreja Católico Romana.Depois da Independência, havendo pretendido estes três bandos tomar as armas para libertar a seu povo da escravidão, quase sem esperar um minuto, os libertadores seentregaram a uma luta fratricida pelo poder, todos contra todos. Esta luta, irrespeitosa davontade da população que pretendiam defender, havia começado embora antes que oúltimo soldado português houvesse deixado o território angolano. Os 14 anos de lutacontra o sistema colonial estavam apoiados pela OTAN e pelo mundo civilizado, maslogo começou a luta entre os exércitos libertadores por um lado Jonas Savimbi daUNITA e, por outro lado, JoEduardo dos Santos do MPLA, mais o exércitorelativamente pequeno de FLEC. A luta contra a população civil foi tão cruel que se podia descrever a Angola como uma Casa de Mortos Viventes.
1.2 - Causas da Guerra em Angola
Lembremo-nos que segundo o ponto de vista marxista a guerra é a continuidadeda política por meios violentos. Aceitar este pressuposto implica reconhecer que certosinteresses, sejam de carácter político, económico ou de outro género estarão sempre nas bases de todo conflito a maneira de causas objectivas determinantes do.Resulta delicado entrarmos numa questão desta natureza no entanto é inevitávelferir sensibilidades e pôr sobre a mesa aspectos que provavelmente não quiseram ser ouvidos por alguém. Não obstante, a ciência recorre a factos e o seu dever é actuar coma objectividade, veracidade e a seriedade garante da sua autenticidade e distinção comosistema de conhecimentos.3

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ta bunito gostei
Rosy Melo Melo added this note
perfeito com muito cuidado e bem feito

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