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Atuação no combate à gripe A H1N1
Conselho de Administração
Estamos atravessando um momento de intensas mudan-ças no Hospital 9 de Julho. Este período está apenas come-çando e exige esorço e habilidade adicionais para que seratravessado de maneira segura. É preciso que cada um denós conheça os objetivos e onde pretendemos chegar.Assim entenderemos as obras e reormas como par-te do plano estratégico que posiciona o Hospital 9 deJulho entre as principais instituições de saúde do País.Já oram concluídas as reormas de dois andares, par-cialmente a de outros dois, 10 novos leitos de terapia in-tensiva, novo restaurante e coee shop, novo auditório,Espaço Médico, recepção do térreo, agência bancária,diretorias clínica e geral, além da reorma no laboratório.Também aremos a ampliação da emergência e da recepçãoda Rua Peixoto Gomide, além da reorma do SID.Estamos na ase de projeto de novos leitos de aparta-mento no bloco D, da criação de uma UTI Pediátrica, doCentro de Medicina Especializada no prédio adquirido a400 metros do Hospital, da nova achada e da nova torreque será erguida na área ocupada pela Ressonância e peloantigo Bioclínico.
NOVE EM DIA
Informativo mensal do Hospital 9 de Julho
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Agosto de 2009
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Ano 01
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Nº 03
Em julho, o Hospital 9 de Julho ade-riu à proposta da Secretaria de Esta-do da Saúde para integrar a rede deatendimento de pacientes com gripeA H1N1. Por se tratar de um hospitalgeral, com oco em alta complexidade,não oram necessários investimentosem novos materiais e equipamentos,por exemplo.Para atender todas as pessoas queprocuram o nosso pronto socorro, reali-zamos uma adequação no fuxo dessespacientes, que prioriza o atendimento
Para esclarecer possíveis dúvi-das sobre a gripe A H1N1, tambémconhecida como gripe suína, asequipes de epidemiologia e in-ectologia do Hospital 9 de Julhoprepararam um material especialcom dados relevantes sobre essanova doença. Inormações comoos tipos de gripe, ormas de contá-gio, sintomas, riscos, diagnósticoe orientações podem ser encon-tradas no encarte especial destaedição. Boa leitura!
Saiba mais sobrea gripe A H1N1
aos suspeitos/portadores da doença epreserva os demais pacientes. Esse fu-xo consiste no atendimento prioritáriode pacientes suspeitos, triagem, enca-minhamento para sala de isolamento,coleta do exame e internação (em ca-sos mais graves).Todas as medidas adotadas peloHospital estão de acordo com o pro-tocolo de procedimentos estabelecidopelo Ministério da Saúde.
Dr. Camilo Helito Neto
Diretor Clínico do Hospital 9 de Julho
Imaginem como estaremos ao nal de todo esse proces-so! Um novo Nove, preparado para atender nossos clien-tes em qualquer situação.
Dr. Charles Souleyman Al Odeh
Diretor Presidente do Hospital 9 de Julho
 
2.NOVE EM DIA
Centro de Dor se consolida comoo mais completo na especialidade
Acupuntura, siatria, sioterapia, psiquiatria, odontologia,neurocirurgia e ortopedia. Essas são algumas das especialida-des reunidas no Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional doHospital 9 de Julho, que conta com mais de 40 prossionaisatuando de orma integrada.Na área da Dor, o Centro reúne diversas técnicas terapêuticasem apoio ao tratamento medicamentoso e cirúrgico, tornandoa recuperação do paciente mais rápida e conortável. Umdos destaques do serviço é o bioeedback, que alia a análisepsicológica a programas de computação para identicar osprocessos que geram ou potencializam a dor.Em 2009, pela segunda vez consecutiva, o Centro de Doralinha-se à IASP - International Association For the Study o Pain(USA), lançando o programa Viva Sem Dor. Trata-se de umacampanha que promo-ve ações gratuitas comoco no tratamento dador oncológica. Paramais detalhes, acesse
www.centrodedor.com.br/vivasemdor.
Processos de mudanças têm sido a base de gestão do NovoNove, sendo que mudar signica sair da zona de conorto, oque pode ser inconveniente para muitos.Uma outra característica que pode dicultar as mudançasé o que chamamos de inércia ativa, a qual signica usarmosmodelos (ou qualquer prática gerencial) que deram certo nopassado e acharmos que darão certo no presente e até mesmono uturo.Poderíamos quase que armar que isto é impossível,pois o mercado (ambiente externo) e as necessidades dedesenvolvimento (ambiente interno) não são estáticos, logo,a inércia é uma grande barreira para o desenvolvimento eaprimoramento das capacitações.Inovar, que pelo dicionário Houaiss signica “introduzirnovidade; azer algo como não era eito antes”, é uma dasmaiores diculdades dos prossionais e das empresas. Para tal,precisamos desenvolver a criatividade, ver as coisas de umaoutra orma, enm azer algo novo e dierente!Introduzimos essas inovações por meio da comunicaçãocom o mercado, com nosso novo Blog.Estamos sendo pioneiros, pois o Hospital 9 de Julho é a pri-
I-Nove com o Nove
Inovação noatendimento
Com o intuito de inovar e se antecipar às necessi-dades dos pacientes, a área de Hotelaria do Hospital9 de Julho está oerecendo o serviço de Televisita,que permite que amiliares e amigos que não podemse deslocar até o Hospital realizem uma visita virtu-al, por meio de internet, ao paciente internado.Esse serviço az parte da política de humanizaçãono atendimento e reorça o compromisso da institui-ção com o bem-estar e a satisação do paciente.A Televisita pode ser utilizada por qualquer pes-soa internada no Hospital e tem duração de cercade 30 minutos. “Nosso objetivo é conciliar saúdecom o ato de hospedar bem, oerecendo o mesmoconorto que o paciente tem em sua casa”, armaVeridiana Corrêa, gerente de Hotelaria. Atualmente,o hospital tem capacidade para realizar um total de720 televisitas por mês.meira instituição hospitalar a usar essa mídia de comunicação.De ato queremos estar perto de todos aqueles que poderãocontribuir com o nosso desenvolvimento, com o mercado, pro-vendo, no mínimo, uma inormação qualicada.Parece algo muito simples, mas nunca tinha sido eito antes.Logo, vamos inovar!
Luiz de Luca -
Superintendente Geral do Hospital 9 de Julho
 
NOVE EM DIA.3
Método tracerde avaliação
O Hospital 9 de Julho implantou o
Método Tracer deAvaliação,
que consiste na análise do prontuário do pacientecomo
meio de rastreabilidade dos processos assistenciais;
seguindo o fuxo do atendimento, passando pela recepção dopaciente, preparação para a assistência, processo assistenciale saída/alta.
Os principais ocos de análise do Método Tracer são a comu-nicação entre processos, a comunicação entre prossionais, aestraticação de riscos, as inormações oerecidas ao paciente,a continuidade do cuidado (sequência do tratamento da entra-da até a saída) e a adesão aos protocolos clínicos já implanta-dos na instituição.
Este método de avaliação é parte integrante do processode melhoria contínua do Hospital 9 de Julho e apresenta umaorma sistemática de avaliar os cuidados prestados. O objetivoprincipal é vericar se os cuidados estão acontecendo em umasequência lógica, multiprossional, com consentimento do pa-ciente e dentro do fuxo assistencial, de acordo com os crité-rios de qualidade previamente estabelecidos na instituição.As equipes são ormadas por prossionais ligados direta-mente à assistência e devem ter, no mínimo, um representantemédico e um enermeiro. Nutricionistas, sioterapeutas e ar-macêuticos também azem parte das equipes.O Hospital 9 de Julho conta, atualmente, com 11 equipesmultiprossionais que azem a avaliação de, no mínimo, umprontuário por mês. Os resultados obtidos são tabulados peloDepartamento de Gestão da Qualidade e Riscos e, a partirdesta tabulação, são elaborados planos de melhorias em con- junto com as áreas ans.Para manter seu padrão de excelência, o Hospital9 de Julho desenvolve Protocolos assistenciais paragarantir boas práticas médicas. Esses protocolostêm como objetivo revisar as diretrizes clínicasno tratamento de doenças mais comuns ou maisgraves, além de adaptar essas normas à rotina diáriade atendimento. Mensalmente, os indicadores doprograma são compilados, divulgados e discutidoscom as equipes envolvidas para garantir eestimular uma melhoria contínua nos atendimentosprestados. Há cerca de dois anos, o Hospital 9 deJulho az parte do grupo de melhores práticasassistenciais da ANAHP (Associação Nacional deHospitais Privados).
A armacovigilância se baseia nas atividades relati-vas à detecção, avaliação, compreensão e prevençãode eeitos adversos ou quaisquer outros possíveis pro-blemas causados pelo uso de medicamentos.De acordo com inormações do Datasus, cerca de5% das internações ocorrem por conta de interaçõesmedicamentosas e 15% dos pacientes internadosapresentam reações aos medicamentos.Por conta disso, a área de Assistência Farmacêuticado Hospital 9 de Julho em conjunto com a Comissãode Farmacovigilância realizou um estudo com base nolevantamento de noticações de suspeitas de reaçõesa medicamentos, durante 2008.A classe de medicamentos que mais ocasionoureações oi a de antibióticos seguida de antisecretorese anticonvulsivantes.Após a realização do estudo, com o intuito deintensicar as noticações de suspeita e promoverum apereiçoamento contínuo no processo de ar-macovigilância, oram implementadas ações comotreinamento dos prossionais médicos, de armácia ede enermagem, organização de reuniões para divul-gação e acompanhamento dos resultados, além demudança dos processos, como a entrega de um car-tão para o paciente alérgico ter a inormação e poderprevenir tais reações em outros atendimentos.
Ações para evitar reaçõesadversas a medicamentosem hospitais
Protocolos assistenciais eexcelência no atendimento
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