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Apostila Ramatis - 11 Mediunidade e fenômenos mediúnicos

Apostila Ramatis - 11 Mediunidade e fenômenos mediúnicos

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PREPARANDO-SE PARA O III MILÊNIO 9. Mediunidade e fenômenos mediúnicos1
 
FRATERNIDADE RAMATÍS DE CURITIBA
CURSO “PREPARANDO-SE PARA O TERCEIRO MILÊNIO”1º módulo: Introdução ao estudo das obras de Ramatís
MEDIUNIDADE E FENÔMENOS MEDIÚNICOS
 Certas pessoas consideram, sem razão, a mediunidade um fenômeno peculiar aos tempos atuais, outrasacreditam ter sido inventada pelo Espiritismo. A fenomenologia mediúnica, entretanto, é de todos os tempose de todos os países e religiões, pois, desde as idades mais remotas, existiram relões entre ahumanidade terrena e o mundo dos Espíritos.
1. A ANTIGUIDADE DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS
A história da paranormalidade pertence à própria história da humanidade, pois em todas as épocas asfaculdades paranormais do homem, registradas pela História, tiveram vigência e se apresentaram de formasignificativa, estabelecendo a linha direcional do comportamento da sociedade, na busca do seu progressoe da sua afirmação.
A faculdade mediúnica, apesar de parecer ter atingido seu clímax nos dias atuais, sempre existiudesde o surgimento do homem na face da Terra, porque se trata de uma faculdade inerente ao seuespírito, e não oriunda da matéria.
A mediunidade, como fenômeno peculiar ao ser humano, portanto, existe desde quando a primeira criaturasurgiu na Terra, porque o primeiro homem também era um espírito encarnado; naturalmente,
a suamanifestação mais nítida dependeu do apuro dos centros nervosos de seu corpo físico e do aguçamento dasensibilidade dos seus sentidos.
Ao longo de seu processo evolutivo, o homem primitivo se transformou num instrumento que, pouco apouco, apurou as suas faculdades, que o ajustaram para servir de traço de união, de instrumento deligação, entre o mundo oculto e o mundo das formas, pois é evidente que a
sensibilização do seu sistemanervoso
contribuiu para que as entidades do mundo invisível o utilizassem como veículo de intercâmbioentre esses dois planos cósmicos.A humanidade têm sido guiada, desde sua origem, por leis do mundo oculto, já comprovadas na face doorbe, graças à faculdade mediúnica, inata no primeiro espírito aqui encarnado. Embora as criaturas oignorem, o seu próprio aperfeiçoamento psicofísico ao longo da história dependeu muitíssimo da assistênciae da pedagogia proveniente do mundo espiritual, e
foi justamente através da faculdade mediúnica que osespíritos diretores da humanidade puderam intervir no seu processo evolutivo,
orientando-o e transferindopara os homens os conhecimentos necessários ao seu progresso.Apesar do fenômeno mediúnico constituir manifestação intrínseca do mundo espiritual invisível, ele semprese manifestou entre os homens de acordo com a sua sensibilidade, cultura, moral, capacidade nervosa, eem função da dependência de
compromissos previamente assumidos pelos médiuns no mundooculto,
antes de se encarnarem
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1.1 A MEDIUNIDADE NOS PRIMÓRDIOS DA CIVILIZAÇÃO
As manifestações mediúnicas nos primórdios da civilização humana não eram muito bem conhecidas etampouco generalizadas, tal como se verifica na atualidade, mas, nem por isso, deixaram de ser admitidaspelos povos antigos, que, dentro de suas limitadas possibilidades, as praticaram, estudaram e utilizaram embenefício individual e coletivo.
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2º módulo:
Estudo da mediunidade baseado nas obras de Ramatís
 
PREPARANDO-SE PARA O III MILÊNIO 9. Mediunidade e fenômenos mediúnicos2
Os fenômenos mediúnicos, atualmente um dos fundamentos do Espiritismo (ou seja, a possibilidade dascomunicações entre os “vivose os “mortos”), no passado remoto eram tidos como maravilhosos,sobrenaturais, sob a feão fantasiosa dos milagres que lhe eram atribuídos,
em rao
 
dodesconhecimento das leis que os regem
, e os indivíduos que podiam manter o intercâmbio com o mundoinvisível eram considerados privilegiados.Curiosamente, a mediunidade, enquanto faculdade extrasensorial,
quase não se modificou com o passar dos milênios,
mantendo praticamente inalterados os seus diversos aspectos e pouco variando as suasmanifestações, pois os bons médiuns de hoje dominam os mesmos fenômenos que antigamente exaltavamos profetas, os oráculos, as pitonisas, os astrólogos, as sibilas e os magos, o que demonstra a lentidão daascensão espiritual do homem nesse terreno.Ao se interrogar os Vedas da Índia, os templos do Egito, os mistérios da Grécia, os recintos de pedra daGália, os livros sagrados de todos os povos por toda parte, nos documentos escritos, nos monumentos enas tradições antigas da humanidade, se encontra a crença universal nas
manifestações das almaslibertas de seus corpos terrestres
, associados de um modo íntimo e constante à evolução das raçashumanas, a tal ponto que se tornaram inseparáveis da História, e que têm permanecido através dasvicissitudes dos tempos.
 
Essas manifestações mediúnicas surgiram como conseqüência do
culto dos antepassados
entre os povosprimitivos, nas homenagens prestadas aos
manes
 
(“espíritos”) dos heróis e, nos lares, aos gênios tutelaresda família, que lhes erigiam altares e dirigiam evocações, culto que foi posteriormente estendido a todas asalmas amadas, ao esposo, ao filho, ao amigo falecido.
Nos primórdios das civilizações antigas da humanidade, as sombras dos mortossempre se misturaram com os vivos, quer em vigília durante as manifestaçõesmednicas, quer durante o sono, revelando o futuro, aparecendo nasmaterializações de fantasmas ou através da telepatia, da premonição, da psicografia,de forma abundante, pois em toda a parte e em todos os tempos a vida interrogou amorte, e dela obteve respostas.
Sem dúvida, os abusos, as superstições pueris, os sacrifícios supérfluos se misturaram com o culto dasalmas invisíveis, mas esse íntimo intercâmbio propiciava aos homens que haurissem novas forças, poissabiam poder contar com a presença e o amparo dos seus antepassados amados, e esta certeza os tornou
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2º módulo:
Estudo da mediunidade baseado nas obras de Ramatís
 
PREPARANDO-SE PARA O III MILÊNIO 9. Mediunidade e fenômenos mediúnicos3
mais firmes em suas provações, aprendendo a não mais temer a morte. Com isso os laços de família sefortaleceram intimamente, principalmente no Oriente.Na China, na Índia e no território céltico havia reuniões, em dias fixos, na
“câmara dos antepassados”,
coma presença de numerosos médiuns de fé ardente e com faculdades paranormais poderosas e variadas,onde os fenômenos obtidos ultrapassavam em intensidade tudo aquilo que se pode observar atualmente.
1.2 A PRESENÇA DE FEMENOS MEDIÚNICOS NAS TRADÕES FOLCRICAS ERELIGIOSAS DOS POVOS DA ANTIGUIDADE
A humanidade tem sido dirigida, desde sua origem, por leis do mundo oculto, que atuam com profundainfluência nas criaturas, pois todas as suas histórias, lendas e narrativas de tradição milenária estão repletasde acontecimentos, revelações, fenômenos e manifestações extrafísica que confirmam a existência damediunidade entre os homens das raças mais primitivas.A história das religiões desses povos é caracterizada pela presença dos chamados demônios, gênios edeuses, sempre por trás de fenômenos sobrenaturais, hoje entendidos como da esfera mediúnica; nadamais do que
espíritos desencarnados
a se manifestarem entre os chamados “vivos”, através da faculdadeda mediunidade em seus múltiplos aspectos.Qualquer tribo, clã, raça ou povo ou mesmo civilização, do presente ou do passado, ainda conserva em seufolclore a tradão vivida por magos, fadas, gnomos, duendes, silfos, bruxas, ondinas, nereidas,salamandras, ou seres exóticos, que se divertiam no mundo invisível, tanto ajudando quanto hostilizando avida dos homens encarnados.As civilizações do passado, com as da Atlântida, Lemúria, China, Índia, Hebréia, Egito, Persa, Caldéia,Cartago, Assíria, Babilônia, Grécia, Germânia, Escandinávia ou da Arábia, comprovam, pela história, pelaslendas e pelo seu folclore, que os fenômenos mediúnicos surgiram em todos os recantos do orbe terráqueoquase ao mesmo tempo e sem privilégios especiais, manifestando-se igualmente em todos osagrupamentos humanos.Por exemplo, versão suméria do Dilúvio conta que, cheios de inveja do homem, os deuses resolveramdestruir completamente a raça dos mortais, afogando-os impiedosamente. Um deles, no entanto, revelou osegredo a um habitante da Terra, seu favorito, ensinando-lhe a construir uma arca para a sua salvação e dasua espécie quando da inundação, que imperou durante sete dias seguidos até que toda a superfície ficoucoberta pela água.
 
Finalmente, quando o turbilhão sossegou e as águas baixaram, o homem favorito e seus irmãos saíram daarca e ofereceram um sacrifício aos deuses em ação de graças. Esfomeados, devido à longa privação dosalimentos, os deuses
“aspiraram o doce cheiro e se juntaram como moscas sobre o sacrifício”,
segundo anarrativa, decidindo nunca mais tentarem a destruição do homem, revelando assim se tratarem de
espíritos.
2º módulo:
Estudo da mediunidade baseado nas obras de Ramatís

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