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Apostila Ramatis - 13 Responsabilidade e Riscos Da Mediunidade

Apostila Ramatis - 13 Responsabilidade e Riscos Da Mediunidade

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PREPARANDO-SE PARA O III MILNIO 11. Responsabilidade e riscos damediunidade
FRATERNIDADE RAMATÍS DE CURITIBA
CURSO "PREPARANDO-SE PARA O TERCEIRO MILÊNIO"1º módulo: Introdução ao estudo das obras de Ramatís
RESPONSABILIDADE E RISCOS DA MEDIUNIDADE
 
Todos os homens são médiuns
, diferindo somente quanto à maior ou menor 
sensibilidade
na escala mediúnica. Entretanto, aqueles que já manifestam sua faculdade mediúnica demodo
ostensivo
, nos quais se percebe a ocorrência de um "fenômeno incomum", ou algoestranho que lhes domina a mente, a vontade, ou produz a perturbação psíquica, sãocriaturas necessitadas de um desenvolvimento mediúnico disciplinado e sob o controle depessoas mais experimentadas.Sem vida, trata-se de esritos que se reencarnaram comprometidos com a
"mediunidade de prova",
e onerados por 
severas obrigações cármicas
decorrentes desuas iniqüidades do passado. Esses espíritos são agraciados pela bondade dos Mestresdo Alto através da
hipersensibilidade do seu perispírito
, decorrente da intervenção dostécnicos siderais, e assim reencarnam-se com a "graça prematura" de participarem de umserviço extra e obrigatório no mundo físico, que lhes
desperte a sensibilidade para osobjetivos espirituais.
A verdade é que tanto os homens cultos ou ignorantes, ricos ou pobres, desde que soframa insidiosa perturbação que lhes afeta o psiquismo e destrambelha os nervos, nãopassam de
criaturas necessitadas de urgente socorro dos trabalhos espíritas
, parase ajustarem novamente ao seu comando psíquico e se harmonizarem com seus velhosadversários do pretérito.Alguns encarnados, cuja mediunidade às vezes reponta de bito, com sintomasobsessivos, requerendo os cuidados urgentes de outros médiuns mais desenvolvidos,podem ter reencarnado com a obrigação cármica de abalar as convicções infantis ouateístas de sua própria família carnal.Desde que são responsáveis, no passado, por acontecimentos morais que levaramalgumas criaturas ao desespero, à loucura ou até ao suicídio, eles se obrigam a suportar a
"prova da obsessão" 
e lograr a sua cura posterior, com o fito de abalar as convicções desua parentela carnal, que comumente são suas próprias vítimas de ontem.Embora todos os homens sejam realmente mais ou menos influenciados pela atuação dosespíritos desencarnados, não se deve esquecer que também existem os espíritos bons,em tarefa benfeitora para com aqueles que na vida física buscam a sua reabilitaçãoespiritual. Mas é necessário ao homem
renovar-se incessantemente
na composição dosseus pensamentos e manifestações dos seus sentimentos, adestrando-se tanto quantopossível no curso superior da vida espiritual. . 1 mdulo: Introdu
o ao estudo das obras de Ramat
s
 
PREPARANDO-SE PARA O III MILNIO 11. Responsabilidade e riscos damediunidade
Aqueles que desejarem se livrar da companhia das entidades dassombras não podem descurar do seu apuro moral, do estudo superior edo seu controle emocional e mental sobre os desejos inferiores e aspaixões violentas.
O médium não pode ser considerado uma criatura anormal, mas se trata, sem dúvida, deum indivíduo
incomum
, criatura inquieta, receptiva e algo aflita, que vive, por antecipação,certos acontecimentos.
A hipersensibilidade perispiritual do médium atua comveemência na fisiologia do seu sistema nervoso e endócrino.
O médium, portanto, em face de sua sensibilidade psíquica aguçada,
enfrenta umaexisncia mais gravosa do que o homem comum
, cumprindo-lhe desde cuidar daalimentação, até suportar mais intensamente os dissabores e as preocupações da vidahumana, sofrer mais facilmente os efeitos das alterações climáticas e as preocupações davida humana, pois
o seu psiquismo é demasiadamente excitável.
Alguns médiuns, entretanto, são, por natureza, pacatos e sem qualquer característicaexcepcional, pois sua mediunidade, neste caso, é
menos sensível no campo psíquico
;enquadram-se nesta situão os diuns sombulos ou de
efeitos físicos
, cujafaculdade é de caráter fenomênico, só identificada e manifestada durante o transe.
A luta do médium para sobreviver no mundo físico é bem mais intensa do quea existência do homem comum.1. OBSTÁCULOS E VICISSITUDES NO SERVIÇO MEDIÚNICO
Geralmente, o médium é um espírito em débito com seu passado, e
a faculdademediúnica ajuda-o a redimir-se, o mais cedo possível, no serviço espiritual em favor do próximo,
lembrando uma pessoa que, depois de arrependida de seus desatinos,passa a empreender atividades benfeitoras, a fim de compensar o seu passadoturbulento.Então, além de suas obrigações cotidianas, sacrifica o seu repouso habitual e cooperanas iniciativas filantrópicas e nos movimentos fraternos, atende à parentela pobre, aosamigos em dificuldades, aos presidiários e aos deserdados da sorte, funda instituiçõessocorristas, participa de agremiações educativas e auxilia sociedades de proteção aosanimais.É obvio que, apesar dessas atividades filantrópicas, os médiuns não se livram dosimperativos biológicos do seu corpo sico e a sua faculdade mediúnica, longe deconstituir-se privilégio,
não os isenta das vicissitudes e das exigências educativas davida humana
, pois a saúde ou a doença não dependem especificamente do fato de ohomem ser ou não médium de prova. . 1 mdulo: Introdu
o ao estudo das obras de Ramat
s
 
PREPARANDO-SE PARA O III MILNIO 11. Responsabilidade e riscos damediunidade
Malgrado o esfoo socorrista elogvel e as atividades religiosas oucaritativas de muitos médiuns, eles também estão submetidos ao trabalhocomum e sujeitos igualmente ao instinto animal e às tendências ancestrais dafamília terrena.
O espírito que já renasce na Terra comprometido com o serviço mediúnico, que o ajudaráa reduzir o fardo cármico do seu passado delituoso,
deve cumprir o programa que elemesmo aceitou no Espaço!
Aliás, quando o médium retorna ao Além, ele já se dá por muito satisfeito caso tenha desempenhado um mínimo de
dez por cento
do programa aque se comprometeu e foi elaborado pelos seus mentores siderais.Deste modo, o espírito que em vida anterior zelou pelo seu corpo físico e viveu existênciasadia, sem vícios e paixões deprimentes, obviamente há de merecer na vida atual umorganismo sadio e de boa estirpe biológica hereditária, que lhe permite gozar boa saúde;mas aquele que no passado esfrangalhou o seu equipo carnal e o massacrou naturbulência viciosa, gastando-o na consecução dos apetites inferiores, terá um corpofísico dotado de funções orgânicas precárias.A mediunidade de prova é um ensejo, espécie de "aval" concedido pelo Alto ao homemdemasiadamente comprometido em suas existências anteriores, mas é do seu dever cumprir a tarefa mediúnica de modo honesto, sublime e caritativo, cabendo-lhe a
responsabilidade moral
na boa ou má aplicação dos bens cedidos pela magnanimidadedos seus guias.
O médium não é um missionário,
na acepção exata da palavra, pois, salvo rarasexceções, é um
espírito devedor,
comprometido com o seu passado, e a sua faculdademediúnica é um ensejo de reabilitação concedido pelo Alto, no sentido de acelerar a suaevolução espiritual.Portanto, além de dar cumprimento aos deveres inerentes à faculdade mediúnica,
terá elede enfrentar também as contingências que a vida impõe a todos,
pois os problemas quelhe dizem respeito só podem ser solucionados e vencidos mediante a luta, e não pelaindiferença ou preguiça, e nem pela ajuda dos seus guias, pois estes somente ajudam ospupilos que fazem jus, pelo esforço próprio empreendido.Quando o médium se empenha em dar fiel cumprimento à sua tarefa mediúnica eenfrenta as adversidades da vida com estoicismo e resignação, sempre é assessorado noAstral por uma equipe de espíritos beneméritos, que o amparam a fim de tornar-lhe maisfácil vencer os obstáculos da sua jornada.
É grande a responsabilidade do médium na função de "ponte viva" entre osetor invisível e o mundo físico, pois, além de tratar-se de um encargo que elemesmo aceitou antes de reencarnar, a mediunidade é um ministério oucontribuão de esclarecimento destinada a despertar e esclarecer asconsciências, sendo pois um serviço em favor da própria humanidade.
 . 1 mdulo: Introdu
o ao estudo das obras de Ramat
s

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excelente material vou usar na minha ula de hoje na Chacara das flores
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