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Apostila Tgp p2 Ninacrisvivielisadessa

Apostila Tgp p2 Ninacrisvivielisadessa

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12/06/2013

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COMPÊNDIO DE  TGP – P2
AÇÃO6. Classificação das Ações6.1. Classificação Geral
 Na verdade, o que se classifica é a tutela jurisdicional. A classificação tradicional foi feita com base na natureza da tutela (providência) jurisdicional a ser prestada, porém cada dia mais perde força, porque, oje, parte!se da premissa de que a ação é poder de acesso " justiça, poder aut#nomo que não comporta qualificação al$uma.
1)Ação (=tutela) de conhecimento
Ação que visa a uma sentença de mérito % sentença que acola ou rejeite o pedido do autor %, a um jul$amento da causa (da lide). &sta ação enseja um processo de conecimento. A sentença pode ser de duas espécies'a)rocedente' se acoler o pedido do autor. b)mprocedente' se rejeitar o pedido do autor.*ubdivis+es das sentenças de mérito conforme sua natureza'a)*entenças declaratrias b)*entenças constitutivasc)*entenças condenatriasAssim também se subdivide tradicionalmente a ação de conecimento em'a)
Ações de conhecimento eclarat!rias
' visam a uma sentença que apenas declare a e-istência ou ine-istência de uma relação jurdica ou a autenticidade ou falsidade de um documento. (Art. /0, 11) 2 interesse do autor pode limitar!se " declaração.Art. /
o
 2 interesse do autor pode limitar!se " declaração' ! da e-istência ou da ine-istência de relação jurdica3 ! da autenticidade ou falsidade de documento.ar4$rafo 5nico. 6 admissvel a ação declaratria, ainda que tena ocorrido a violação do direito.&-emplos' (No 11) sentenças declaratrias de paternidade3 sentenças de procedência de ação de uso capião (declara que aquele que est4 de posse do imvel é o seu  propriet4rio), ação declaratria de ine-istência de dvida ou de débito (estas 5ltimas são muito comuns e pretendem a declaração da ine-istência de uma dvida), além disso,  pode!se propor uma ação visando a declaração da autenticidade ou da falsidade de um
 
COMPÊNDIO DE  TGP – P2
documento. No 1, outro e-emplo é a sentença que declara e-tinta a punibilidade a qual pode ser prolatada em sede de abeas corpus (art. 7/8, 79 1). b)
Ações de conhecimento Constituti"as#
 visam a uma sentença de mérito que, além de declarar que o autor tem razão no que pede, criem modifiquem ou e-tin$am uma relação jurdica. :rata!se de modificar a situação jurdica na qual o autor se encontra.&-emplos' (No 11) sentença de procedência de ação de divrcio (e-tinção do vnculo conju$al), todas as sentenças de procedência de anulação de atos jurdicos (anulatrias) como as sentenças de procedência de ação de interdição, sentença de procedência de anulação de contrato por vcio de consentimento. No 1, art. 7;9, art. 7;; e art. 7;7 que tratam da revisão criminal.Art. 7;9. A revisão dos processos findos ser4 admitida' ! quando a sentença condenatria for contr4ria ao te-to e-presso da lei penal ou " evidência dos autos3 ! quando a sentença condenatria se fundar em depoimentos, e-ames ou documentos comprovadamente falsos3 ! quando, aps a sentença, se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunst<ncia que determine ou autorize diminuição especial da pena.Art. 7;;. A revisão poder4 ser requerida em qualquer tempo, antes da e-tinção da pena ou aps.ar4$rafo 5nico. Não ser4 admissvel a reiteração do pedido, salvo se fundado em novas provas.2 art. 7;7 dei-a claro o car4ter constitutivo de modificação da situação jurdica.Art. 7;7. =ul$ando procedente a revisão, o tribunal poder4 alterar a classificação da infração, absolver o réu, modificar a pena ou anular o processo.ar4$rafo 5nico. >e qualquer maneira, não poder4 ser a$ravada a pena imposta pela decisão revista.c)
Ações de conhecimento Condenat!rias
' visam a uma sentença de mérito que declare que o autor tem razão no que pode, porém, que contena um
 plus
que a diferencie das demais sentenças, qual seja, a imposição do cumprimento de uma  prestação.
Todas as sentenças de mérito, de procedência ou improcedência são declaratórias. Todas as sentenças de rito, portanto, m um elemento declaratório, porque declaram se o autor tem ou o tem rao no que pede. As constitutivas e condenatórias se diferenciam da declaratória por ter características a mais.
As aç+es de conecimento condenatrias, além do elemento declaratrio'
I)
mp+em ao réu o cumprimento de uma prestação3
 
COMPÊNDIO DE  TGP – P2
II)
1onstituem ttulo e-ecutivo, ou seja, podem amparar uma e-ecução, servindo de  base a essa e-ecução. sso si$nifica que, caso o réu não cumpra espontaneamente a prestação imposta, o autor pode obri$a!lo " e-ecut4!la.&-emplos' +es indenizatrias (por dano moral, material), ação de cobrança. A sentença de procedência de tais aç+es é condenatria. Art. /8?!N,  e Art. /8?!=, 11. Art. /8?!=. 1aso o devedor, condenado ao pa$amento de quantia certa ou j4 fi-ada em liquidação, não o efetue no prazo de quinze dias, o montante da condenação ser4 acrescido de multa no percentual de dez por cento e, a requerimento do credor e observado o disposto no art. 79/, inciso , desta @ei, e-pedir!se!4 mandado de penora e avaliação.:al arti$o diz que quando a obri$ação não for cumprida, o réu ter4 9? dias depois de intimado para efetuar o pa$amento. >o contr4rio, receber4 multa e serão penorados, avaliados e depois e-propriados os seus bens (vendidos) para fazer dineiro e pa$ar o que é devido ao autor % isto é a camada
e$ecução
, e
se fa% no &m'ito do mesmo rocesso de conhecimento
.odificação recente' antes da reforma no 11, o autor de posse de uma sentença condenatria tina que propor outra ação (de e-ecução) que dava causa a um processo de e-ecução. ela leitura, contudo, do art. /8?!= se verifica que não e-iste mais um  processo diverso % formalmente diferenciado % do processo de conecimento, ou seja, a e-ecução é feita em continuação ao processo de conecimento (não 4 novo processo de e-ecução). Neste caso de processo de conecimento de sentença obri$atria de condenação  pecuni4ria, não se teria mais um processo de conecimento apenas, mas um
*OC+,,O ,-C*/0-CO
 por dar lu$ar não somente " atividade de conecimento (prestar tutela de conecimento), mas também " tutela e-ecutiva. Não averia apenas  jul$amento da causa, prolação de uma sentença de mérito, mas também e-ecução do  jul$ado.Art. /?8!N mostra que 4 outras condenaç+es, além das pecuni4rias.
Art. 234.
 *ão ttulos e-ecutivos judiciais' ! a sentença proferida no processo civil que reconeça a e-istência de obri$ação de fazer, não fazer, entre$ar coisa ou pa$ar quantia3*entenças de improcedência' são sempre e tão somente declaratrias, pois dizem que o autor não tem razão naquilo que pede. Não 4 sentença de improcedência condenatria ou constitutiva. >essa forma, o que nos interessa " classificação são as sentenças de  procedência.
ode ha"er sentença constituti"a e condenat!ria5
>epende de quantos captulos decisrios a sentença tiver. Normalmente, a sentença contém o captulo principal (declaratrio, constitutivo ou condenatrio) e, além disto,

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