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SIGMUND FREUD - História de uma neurose infantil e outros trabalhos

SIGMUND FREUD - História de uma neurose infantil e outros trabalhos

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História de uma neurose infantil e outrostrabalhosVOLUME XVII
(
1917-1919
)
 
Dr. Sigmund Freud
HISTÓRIA DE UMA NEUROSE INFANTIL (1918 [1914])
NOTA DO EDITOR INGLÊS - AUS DER GESCHICHTE EINER INFANTILEN NEUROSE(
a
) EDIÇÕES ALEMÃES:1918
S.K.S.N 
., 4, 578-717.1922
S.K.S.N 
., 5, 1-140.1924 Leipzig, Viena e Zurique: Internationaler Psychoanalytischer Verlag, 132 págs.1924
G.S
., 8, 439-567.1931
Neurosenlehre und Technik 
, 37-1711947
G.W 
., 12, 29-157.(
b
) TRADUÇÃO INGLESA:‘From the History of an Infantile Neurosis’1925
C.P 
., 3, 473-605. (Trad. de A. e J. Strachey).Foram introduzidas algumas modificações na edição alemã de 1924, principalmente notocante a datas; e acrescentou-se uma longa nota de rodapé no final. A presente tradução inglesaé revisão da publicada em 1925.Este é o mais elaborado e sem dúvida o mais importante de todos os casos clínicos deFreud. Foi em fevereiro de 1910 que o jovem e rico russo, de quem o relato trata, dirigiu-se a Freudpara ser analisado. Sua primeira etapa de tratamento, que é abordada neste artigo, durou daqueladata até julho de 1914, quando Freud considerou o caso encerrado. Começou a escrever o casoclínico em outubro do mesmo ano e concluiu-o em princípios de novembro. No entanto, retardousua publicação por quatro anos. Na ocasião, nenhuma modificação foi feita, conta-nos ele (ver em[1]), mas dois longos trechos foram inseridos. O desenvolvimento posterior do caso, apósconcluída a primeira etapa de tratamento, está descrito por Freud na nota de rodapé queacrescentou à edição de 1924, no final do artigo (ver em [1] e [2]).
 
Informações ainda mais recentes também serão encontradas, em parte, fornecidas por material publicado posteriormente pelo próprio Freud, em parte, por dados que surgiram depois desua morte.Freud fez uma série de referências ao caso do ‘Homem dos Lobos’ em trabalhospublicados antes e depois do próprio caso clínico, e talvez valha a pena enumerá-las. A primeiraevidência do interesse de Freud pelo caso foi um parágrafo que apareceu, com a sua assinatura,no início do outono de 1912 (
Zbl. Psychoanal 
., 2, 680), obviamente estimulado pelo sonho do lobo,que é motivo central do caso clínico. Apareceu sob a rubrica ‘Offener Sprechsaal’ (‘Fórum Aberto’)e consta do seguinte:‘Ficaria satisfeito se todos os meus colegas que se preparam para ser analistas coligisseme analisassem cuidadosamente quaisquer sonhos de seus pacientes cuja interpretação justifique aconclusão de que
aqueles que os tiveram tenham sido testemunhas de um ato sexual nos primeiros anos de vida
. Uma sugestão é sem dúvida suficiente para tornar evidente que taissonhos são de um valor muito especial, em mais de um aspecto. Apenas esses sonhos podem, éclaro, ser considerados como indicativos de que ocorreram na infância, e são lembrados a partir desse período.Freud.’Um outro parágrafo sobre o assunto apareceu no começo de 1913 (
Int Z. Psychoanal 
., 1,79):
Sonhos de Crianças com um Significado Especial 
‘No Fórum Aberto do
Zbl. Psychoanal 
., 2, 680, pedi a meus colegas que publicassemquaisquer sonhos ocorridos na infância “cuja interpretação justifique a conclusão de que aquelesque os tiveram tenham sido testemunhas de um ato sexual nos primeiros anos de vida”. Devoagradecer agora à Dra. Mira Gineburg (de Breitenau-Schaffhausen) por uma primeira contribuiçãoque parece adequar-se às condições estabelecidas. Prefiro adiar uma consideração crítica dessesonho até que se tenha coligido mais material comparativo.Freud.’Essa nota era seguida pelo relato do sonho em questão, pela Dra. Gincburg. Um sonhosemelhante foi depois relatado por Hitschmann, no mesmo ano (
Int. X. Psychoanal 
., 1, 476), masnão houve mais comunicações sobre o assunto por parte de Freud. Durante esse verão, contudo,ele publicou o seu artigo sobre ‘A Ocorrência, em Sonhos, de Material Oriundo de Contos deFadas’ (1913
), que na verdade relatava o sonho do lobo e que foi em parte reproduzido no casoclínico (ver em [1] e segs.); e no início do ano seguinte surgiu o artigo sobre
FausseReconnaissance
no Tratamento Psicanalítico’ (1914
a
), descrevendo outro episódio no caso.Também este foi parcialmente reproduzido aqui (ver em [1]). Há, também, uma referência indiretaao ‘Homem dos Lobos’ em um debate sobre primeiras lembranças da infância, em ‘Recordar,Repetir e Elaborar’ (1914
), Edição
Standard 
Brasileira, Vol. XII, pág. 195, IMAGO Editora, 1976. Oartigo metapsicológico sobre ‘Repressão’ (1915
), que foi publicado antes do presente trabalho,

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