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AS FALÁCIAS INFORMAIS

AS FALÁCIAS INFORMAIS

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08/02/2014

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AS FALÁCIAS INFORMAIS
Falácia
Argumento o lido, isto é, cujos premissas o erradamenteconsideradas como prova de uma determinada conclusão. O defeito no raciocíniopode ser intencional ou não, consciente ou inconsciente.
Falácias formais
– raciocínios inválidos quanto à sua forma ou estrutura: aspremissas não sustentam a conclusão em virtude de um erro na forma como seinfere.Existem facias que, por se relacionarem como o
conteúdo material
dosargumentos, se designam por 
falácias informais, não formais ou materiais
. Paraos detectar é preciso dar especial atenção aos contextos em que os diálogosocorrem e, se possível, às intenções comunicativas dos dialogantes.Vamos, pois, tratar os
argumentos falaciosos cujo erro se deve
não àestrutura formal dos argumentos, mas
ao conteúdo significativo dos juízes ou adeficiências da linguagem por que se expressam
.
Falácias informais
argumentos em que as premissas o sustentam aconclusão em virtude de deficiências no conteúdo.
a)
Falácia
ad hominem
ou contra a pessoa
argumento que pretendemostrar que uma afirmação é falsa atacando e desacreditando a pessoaque a emite.
Comete-se quando alguém tenta refutar o argumento de uma outra pessoaatacando não o argumento mas sim a pessoa. Em vez de uma contra-argumentação (oposição de um argumento a outro), temos um ataque pessoal,ou seja, em vez de apresentar raes adequadas ou pertinentes contradeterminada opino ou ideia, pretende-se refutar tal opino ou ideia,censurando, desacreditando ou desvalorizando a pessoa que a defende.O estratagema do argumento
ad hominem
é este: reprova-se ou desacredita-se alguma ou algumas características da pessoa (o seu temperamento, o modo
 
de ser, o comportamento moral, a profiso, a nacionalidade, a etnia, aideologia, a religião ou a ausência dela, etc.) utilizando-as como meio derefutação das suas opiniões.
Exemplo:
“Você diz que o futebol português está mal, mas eu digo-lhe que asua opinião não merece crédito, porque você está é mal disposto e desiludidocom os resultados do seu clube.”
b)
Falácia do recurso à força
– argumento que recorre a formas de ameaçacomo meio de fazer aceitar uma afirmação.Este tipo de argumento baseia-se em ameaças explícitas ou implícitas ao bem-estar físico e psicológico para levar os ouvintes ou leitores a aceitar umaopinião.
Exemplo:
“As minhas opiniões estão correctas, porque mandarei prendequem discordar de mim.”
c)
Falácia
ad misericordiam
ou do apelo à misericórdia
– argumento queconsiste em pressionar psicologicamente o audirio, desencadeandosentimentos de piedade ou compaixão.Consiste, habitualmente, em tentar convencer alguém a fazer algo com baseno estado lastimoso do autor do argumento.
Exemplo:
“Eu estudei desalmadamente durante as últimas semanas. Logo, oprofessor deve dar-me uma boa nota.”
d)
Falácia
ad ignorantiam
ou de apelo à ignorância
– argumento que consisteem refutar um enunciado, só porque ninguém provou que é verdadeiro, ou emdefendê-lo, só porque ninguém conseguiu provar que é falso.
Exemplo:
“Nunca ningm provou que extraterrestres. Logo, o extraterrestres.”

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